UNIDOS PELA PRESERVAÇÃO

O futuro da natureza depende do que você faz agora. Ajude a cuidar de nossas árvores, dos nossos animais, das nossas flores, principalmente dos nossos rios, mares e lagos, eles são a preservação da vida na terra. Faça sua parte! Autor: Júlia Kranz Kniest

SEJAM BEM VINDOS!!!

segunda-feira, 27 de julho de 2020



Reflexão: A vaquinha e o precipício
 Resultado de imagem para vaquinha
Um mestre passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer-lhe uma breve visita. Durante o percurso, ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos, também, com as pessoas que mal conhecemos.
Chegando ao sítio, constatou a pobreza do lugar, sem calçamento, casa de madeira, os moradores – um casal e três filhos – vestidos com roupas rasgadas e sujas. Então, aproximou-se do senhor e perguntou-lhe:
– Neste lugar, não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Como a sua família sobrevive aqui?
O senhor respondeu:
– Nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite. Uma parte do produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por comida e a outra produzimos queijo e coalhada para o nosso consumo, e assim vamos sobrevivendo. O sábio agradeceu, se despediu e foi embora.
No meio do caminho, voltou ao seu discípulo e ordenou-lhe:
– Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e jogue-a.
O jovem arregalou os olhos e questionou o mestre sobre o fato de a vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família; mas, como percebeu o silêncio do seu mestre, cumpriu a ordem: empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer.
Anos depois, ele resolveu largar tudo e voltar àquele lugar, pedir perdão e ajudar a família. Quando se aproximou, do local avistou um sítio bonito, com árvores floridas, carro na garagem e crianças brincando no jardim. Ficou desesperado, imaginando que a família tivera de vender o sítio para sobreviver. Chegando lá, foi recebido por um caseiro simpático, a quem perguntou sobre as pessoas que ali moravam.
Ele respondeu:
– Continuam aqui.
Espantado, entrou correndo casa adentro e viu que era mesmo a família que visitara antes com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao senhor (o dono da vaquinha):
– Como o senhor melhorou o lugar e agora está bem?
O senhor, entusiasmado, respondeu: – Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Daí em diante, tivemos de fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos e, assim, alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora.


MOMENTO REFLEXÃO (“)
Muitas vezes temos que nos desvencilhar do que estamos habituados para podermos conhecer nossas verdadeiras habilidades. Cada dia, é uma oportunidade de refletirmos sobre a “nossa” vaquinha e empurrá-la morro abaixo.
Na verdade, a pergunta que precisa ser feita é: o que me impede de empurrar minha vaquinha e buscar realmente o que me faz feliz? Essa é a verdadeira reflexão e a resposta normalmente está relacionada ao medo, ao comodismo, à dificuldade em começar de novo, à dificuldade de tomar iniciativa.
Justamente por isso, o mestre mandou o aprendiz jogar a vaquinha no precipício, pois ele sabia que se dependesse de ultrapassar todas as barreiras, a família rural continuaria do mesmo jeito a vida inteira.
Vou fazer algumas perguntas para você refletir e responder:
– O que é a vaquinha da sua vida?
– O que é o precipício da sua vida?
– Qual o real desejo de felicidade e de realização você tem?
– Como você poderia buscar realizar esses seus desejos?
Lembre-se que para todo bônus tem um ônus e há sempre uma perda. Muitas vezes perda de dinheiro, de privilégios, de status, de convívio familiar, de amigos por perto, de um amor. Sempre há algo a perder!
Mas se o objetivo é a busca pela felicidade esse deve ser o foco do processo. Saiba avaliar os pontos positivos do processo de mudança e gerenciar os pontos negativos buscando estratégias de encarar os novos desafios.
Vamos! Siga! Vá! Enfrente!
Jogue sua vaquinha no precipício!


Fonte: Internet

sexta-feira, 24 de julho de 2020


Bela-emília – Plumbago auriculata

Bela Emília (Plumbago auriculata) - FazFácil
·        Nome Científico: Plumbago auriculata
·        Nomes Populares: Bela-emília, Dentilária, Jasmin-azul, Plumbago
·        Família: Plumbaginaceae
·        Categoria: ArbustosArbustos TropicaisCercas Vivas
·        Clima: OceânicoSubtropicalTropical
·        Origem: ÁfricaÁfrica do Sul
·        Luminosidade: Meia SombraSol Pleno
·        Ciclo de Vida: Perene
Planta muito versátil e rústica, a bela-emília é largamente utilizada no paisagismo. Arbustiva e muito ramificada presta-se para cercas-vivas e pode ser tutorada como trepadeira. Suas flores são delicadas em forma de pequenos buquês. É mais comum encontrarmos espécimes de flores azuladas embora exista uma variedade de flores brancas.
Deve ser cultivada a pleno sol ou meia-sombra, isolada, em conjuntos ou como cerca-viva. Não é muito exigente em fertilidade e pode-se renovar a folhagem e estimular a floração com podas regulares. Multiplica-se por estacas, mergulhia e sementes e é tolerante ao frio.


Fonte: Internet.



Bela-emília – Plumbago auriculata
 Plumbago auriculata, Dentilária, Jasmin-azul, Plumbago
·        Nome Científico: Plumbago auriculata
·        Nomes Populares: Bela-emília, Dentilária, Jasmin-azul, Plumbago
·        Família: Plumbaginaceae
·        Categoria: ArbustosArbustos TropicaisCercas Vivas
·        Clima: OceânicoSubtropicalTropical
·        Origem: ÁfricaÁfrica do Sul
·        Luminosidade: Meia SombraSol Pleno
·        Ciclo de Vida: Perene
Planta muito versátil e rústica, a bela-emília é largamente utilizada no paisagismo. Arbustiva e muito ramificada presta-se para cercas-vivas e pode ser tutorada como trepadeira. Suas flores são delicadas em forma de pequenos buquês. É mais comum encontrarmos espécimes de flores azuladas embora exista uma variedade de flores brancas.
Deve ser cultivada a pleno sol ou meia-sombra, isolada, em conjuntos ou como cerca-viva. Não é muito exigente em fertilidade e pode-se renovar a folhagem e estimular a floração com podas regulares. Multiplica-se por estacas, mergulhia e sementes e é tolerante ao frio.


domingo, 5 de julho de 2020


Fábula: O Copo de leite




O COPO DE LEITE
Autor Desconhecido
Um dia, um rapaz pobre que vendia mercadorias de porta em porta para pagar seus estudos, viu que só lhe restava uma simples moeda de dez centavos e tinha fome.
Decidiu que pediria comida na próxima casa.
Porém, seus nervos o traíram quando uma encantadora mulher jovem lhe abriu a porta.
Em vez de comida, pediu um copo de água.


Ela pensou que o jovem parecia faminto e assim lhe deu um grande copo de leite. Ele bebeu devagar e depois lhe perguntou?
- Quanto lhe devo?
- Não me deves nada - respondeu ela. E continuou:
- Minha mãe sempre nos ensinou a nunca aceitar pagamento por uma oferta caridosa.
Ele disse:
- Pois te agradeço de todo coração.
Quando Howard Kelly saiu daquela casa, não só se sentiu mais forte fisicamente, mas também sua fé em Deus e nos homens ficou mais forte.
Ele já estava resignado a se render e deixar tudo.
Anos depois, essa jovem mulher ficou gravemente doente.
Os médicos locais estavam confusos.
Finalmente a enviaram à cidade grande, onde chamaram um especialista para estudar sua rara enfermidade. Chamaram o Dr. Howard Kelly.
Quando escutou o nome do povoado de onde ela viera, uma estranha luz encheu seus olhos.Imediatamente, vestido com a sua bata de doutor, foi ver a paciente. Reconheceu imediatamente aquela mulher. Determinou-se a fazer o melhor para salvar aquela vida.
Passou a dedicar atenção especial àquela paciente. Depois de uma demorada luta pela vida da enferma, ganhou a batalha.
O Dr. Kelly pediu a administração do hospital que lhe enviasse a fatura total dos gastos para aprová-la.
Ele a conferiu e depois escreveu algo e mandou entregá-la no quarto da paciente.Ela tinha medo de abri-la, porque sabia que levaria o resto da sua vida para pagar todos os gastos.
Mas finalmente abriu a fatura e algo lhe chamou a atenção, pois estava escrito o seguinte: Totalmente pago há muitos anos com um copo de leite (assinado). Dr. Howard Kelly
Lágrimas de alegria correram de seus olhos e seu coração feliz orou assim:
- Graças, meu Deus, porque Teu Amor se manifestou nas mãos e nos corações humanos.

 Fonte: Internet


segunda-feira, 1 de junho de 2020

COMO AS ÁRVORES


Uma árvore não fica de costas para ninguém. Dê a volta em torno dela, e a árvore estará sempre de frente para você... Os verdadeiros amigos também...
Dizem os chineses: árvore plantada com amor, nenhum vento derruba! Uma verdadeira amizade, também!
Quem planta árvores, cria raízes. Quem cultiva bons amigos, também!
As árvores, como os amigos, produzem beleza para os olhos e os ouvidos, na mudança sutil de suas cores.
A árvore é sombra protetora, como os amigos; sombra que varia com o dia, que avança e faz variados rendados de luz semelhantes às estrelas...
As árvores são sinônimo de eternidade, e uma verdadeira amizade também é para sempre!


Fonte: Jardim da fé

quinta-feira, 7 de maio de 2020

ESTES SÃO COMENTÁRIOS VINDO DE PESSOAS QUE NASCEU NO POVOADO RIO REAL - POÇO VERDE - SE ATÉ O MOMENTO 07 DE MAIO DE 2020. A RESPEITO DE UM TRABALHO QUE ESCREVI SOBRE O POVOADO.


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1 – 17 de 17
Anônimo Anônimo disse...
Parabens, Prof. Hermano.Que seria de nós, se não existisse alguém que consegue vê o belo? É como a flor pura que nasce entre o estrume"¨. É certo dizer que exergamos de acordo com a lente que usamos. Mais uma vez, repito: Parabéns.
POÇO VERDE E MESMO LINDA!
11 de agosto de 2011 09:44
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Comentário excluído
Este comentário foi removido pelo autor.
8 de dezembro de 2012 15:52
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Anônimo Anônimo disse...
Parabens, prof. Hermano. Sou filha do fundador Edgar Carvalho. Minha irmã Ildelita foi a 1ª pessoa que nasceu no Rio Real. Hoje tenho tristeza de ver a casa que foi de meu pai, pois nem a rua recebeu o nome dele, está tudo esquecido! Tudo que você falou é realidade, pena que não souberam conservar a história do nosso povo. Ildomar Andrade.
8 de dezembro de 2012 15:54
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Anônimo Ildete Carvalho disse...
Fiquei maravilhada!Nasci naquele lugar no ano de 1946.Sou filha de um dos fundadores:Sr Edgar de Carvalho Andrade,inclusive minha irmã Ildelita foi a primeira criança a nascer naquele lugar!No ano de 1942,ela completou 70 anos em outubro deste ano. Eu jamais imaginei que minhas origens iria encontrar na internet! Parabéns professor!O sr é uma benção!
9 de dezembro de 2012 14:44
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Blogger josehilton andrade disse...
Tá de parabéns Hermano,passou um filme na minha cabeça de lembranças da minha infância,viajei no tempo mesmo,ai nasceu minha mãe Ildézia(branca) filha de Edgar um dos fundadores do povoado e sempre nas férias minha mãe juntava um dinheirinho e levava os filhos para passear aí no rio real.
abraço cara!
6 de janeiro de 2013 17:26
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Anônimo Anônimo disse...
Parabéns,Professor Hermano.
Este Rio que separa o Estado de Sergipe e Bahia a sua margem esquerda,os moradores do povoado,o denominavam de "Rio da Véia Bela"pelas suas belezas naturais lá existia uma prainha,onde os moradores e comunidades vizinhas se deslocavam pra os banhos.Era um paraiso! Maria José
11 de fevereiro de 2013 11:50
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Anônimo Anônimo disse...
Professor Hermano,
Ao lado direito dessa ponte, existia um grande açude que nunca secou denominado "açude de Geracina"(vó de jobelson).Mas com a construção da mesma as derrubadas das árvores deixou as matas ciliares sem proteção.Que dessastre ecológico.Mar
11 de fevereiro de 2013 11:59
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Anônimo Anônimo disse...
Professor Hermano,
Quando o rio enchia era atração turistica.Pois os feirantes que vinham de Ribeira do Pombal para a feira de Simão Dias fazia o transporte das mercadorias por pessoas fisicas que atravessavam o rio com mercadorias na cabeça nadando.E o comércio agradecia.Que beleza! Mar.
11 de fevereiro de 2013 12:12
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Anônimo Anônimo disse...
Parabéns Hermano,
Na propriedae de um dos moradores do Povoado o rio que cortava sua propriedade era bastante fundo em alguns trechos o denominavam de "Poço fundo"onde a comunidade aprendiam a nadar, saltar e mergulhar. É lamentável! coisa que o homem não quer recuperar.
11 de fevereiro de 2013 12:23
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Anônimo Anônimo disse...
Parabéns Professor,
É lamentável.Quem conheceu o Povoado na data mencionada em seu enunciado,não sabe valorizar a riqueza do Povoado,perdemos também a natureza do rio real que era bastante protegido por matas nativas e que nunca tinha sofrido agressão ambiental tão discriminado.Atualmente o progresso chegou entre aspas.Com a ignorancia do HOMEM a natureza foi destruida ela viu e não pode se defender.Mar.
11 de fevereiro de 2013 12:38
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Blogger Hermano Alves disse...
Bom dia a todos (as)! fico bastante maravilhado com o acesso a estas pequenas lembranças do povoado Rio Real - se. Acho de fundamental importancia as lembranças de alguns locais deste que já foi possuidor de uma das mais belas feira da nossa região. Não morei deste belo lugar, mas o meu pai não perdia uma só quinta-feira sem ir para esta famosíssima feira do Rio Real ou Baixa-Grande, como as vezes era denominado por muitos. sabemos que Baixa-Grande é o local onde se deu a origem do Pov. Rio Real.Lá onde Seu Juca trabalhava ligando e desligando a bomba de água. Digo mais uma vez, muito obrigado pelos comentários! Hermano Alves
13 de fevereiro de 2013 08:46
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Anônimo Norma disse...
Oi Hermano. Estou emocionada! Por acaso cheguei nesse blog. Ver fotos do Rio Real foi incrivel. Moro em Edimburgo na Escocia. Coloquei "Rio Real" no Google sem muita esperanca, mas pra minha surpresa depois de muito procurar achei esse verdadeiro tesouro que voce escreveu. Sou neta de Edgar de Carvalho Andrade. Percebi que meu irmao e duas das minhas tias tambem ja comentaram. O que mais queria ver era uma foto da casa do meu avo, com as tres arvores na frente. Passei minha infancia indo para o Rio Real nas ferias da escola. A ultima vez que fui la foi quando meu avo morreu, ha mais de vinte anos, mas morro de saudades eespero podr ir novamente em 2014. Thank you so much! :-)
15 de outubro de 2013 10:41
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Blogger ze araujo disse...
Parabéns Hermano! Verdadeiramente, você consegue extrair da aridez desse nosso solo amado a essência da nossa existência humana. Essa "pertença" nos faz mais humanos, mais pocoverdenses, mais sergipanos, mais nordestinos, mais brasileiros. Parabéns mais uma vez!
8 de novembro de 2016 10:29
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Blogger Unknown disse...
Muito bom! Adorei .Não sou de Rio real e nem de poço verde.Para ajudar uma querida amiga ,minha,que está .A peocu dos familiares dela que não conheceu devido ao abandono pela sua mãe onde se sabe que o sobre nome Santana.Nome da mãe Marlene.Vamos ajudar essa pessoa!
2 de janeiro de 2019 13:16
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Blogger Unknown disse...
Sou uma morada de Rio real sinto muita saudade ,e lembro muito bem da feira que era dia mas importante pra encontrar as amigas , como tbm estudei no colégio Gilberto amado minha professora foi dona Josefina ,sou neta de Irineu Doria Ribeiro , hoje moro muito distante em Palmas Tocantins mas mim sinto orgulhosa de ser filha dessa terrinha queeu rio real🙏🏻😍😘😘👏🏼👏🏼👏🏼🌻
7 de maio de 2020 00:45
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Blogger Unknown disse...
Eu lembra da casa de Sr Edgar e do armazém e farmácia ,sou filha da deda filha de Irineu dória fazendo da de Rio real...
7 de maio de 2020 00:55
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Blogger Hermano Alves disse...
Prazer. Moro em Poço Verde mas trabalho bem pertinho do Pov Rio Real. Leciono na Escola Agricola na Terra Vermelha bem vizinho ao Mimoso..
FONTE: BLOG UNIDOS PELA PRESERVAÇÃO.