UNIDOS PELA PRESERVAÇÃO

O futuro da natureza depende do que você faz agora. Ajude a cuidar de nossas árvores, dos nossos animais, das nossas flores, principalmente dos nossos rios, mares e lagos, eles são a preservação da vida na terra. Faça sua parte! Autor: Júlia Kranz Kniest

SEJAM BEM VINDOS!!!

terça-feira, 13 de novembro de 2018


Transforme Revistas Antigas em um Porta-Copo

Copos sempre deixam marcas nos móveis – e frequentemente não são fáceis de tirar. Aproveitando que a reciclagem está em alta, que tal fazer uns porta-copos coloridos com aquela pilha de revistas velhas está juntando poeira no canto? Eles são bonitos, simples de fazer e não custam quase nada.

Material

Porta-copos-reciclado-1
  • Revistas velhas ou prospectos coloridos
  • Verniz vitral brilhante incolor Corfix
  • Agulha de tricô
  • Cola branca
  • Tesoura
  • Régua
Além de revistas, você também pode usar prospectos ou encartes coloridos, desses que vem dentro de jornais ou são distribuídos de graça em algumas lojas. Desde que o papel não seja muito duro.

Como Dobrar e Recortar as Páginas

Abra a revista no centro. Use a tesoura para abrir os grampos e soltar as páginas.
Para esta técnica com papel enrolados, não podemos usar páginas inteiras nos canudos. Isso porque eles ficarão muito duros e difíceis de achatar depois.
Portanto vamos dividir as folhas em três partes, no sentido do comprimento.
Para ficar mais claro, observe os esquemas a seguir. 

Corte as dobras da página com tesoura ou estilete.
Faça isso com várias páginas de revista.

Como fazer canudos finos com as revistas

Porta-copos-reciclado-8Pegue um pedaço da página e comece a enrolar na agulha de tricô, a partir de um dos cantos.
Os canudos tem uma tendência a ficar com uma ponta fina e outra larga.
Para que uma ponta não fique fina demais, vá movendo a agulha enquanto enrola, com cuidado para não afrouxar o papel.
Também tome cuidado para não apertar demais, ou será difícil tirar depois a agulha.
Quando terminar de enrolar, prenda com um pingo de cola.
Faça uma grande quantidade de canudos, de acordo com o tamanho que você deseja para o porta-copos.
 
Vire sempre o lado mais colorido da folha para baixo na hora de enrolar, de modo que a cor que você quer fique para fora.

Como Emendar os Canudos de Revista


Enrole a ponta mais fina na agulha e prenda com outro pingo de cola.
Enrole um pouco o canudo na agulha, ao mesmo tempo em que o achata com os dedos.
Depois que já formou um rolinho duro o suficiente, pode retirar a agulha e prossiga enrolando.

Quando estiver chegando perto do fim – mas não tiver terminado de enrolar, atenção! – prenda o rolo com um pingo de cola para ele não desenrolar.
Aperte um pouco com os dedos por alguns instantes, para a cola aderir bem.
Quando chegar ao fim do canudo, encaixe-o em outro, unindo-os com um pingo de cola.
Vá emendando os canudos uns nos outros, até que o porta-copos fique do tamanho desejado.
Aqui, eles tem 10 cm. Meça de vez em quando com a régua, para não se perder.

Acabamento

Observe no passo a passo que procuramos alternar canudos brancos e coloridos, de modo a criar anéis de cor.
Seja criativo(a) na maneira como distribui as cores.
Quando ficar do tamanho que você quer, cole a ponta do último rolo.

Ponha o disco de papel sobre uma mesa e pressione com a régua, para que os rolinhos fiquem bem alinhados.

Dissolva um pouco de cola branca com um pouquinho de água (umas duas gotas bastam) e passe sobre a peça, para impermeabilizá-la.
Depois que secar, vire e passe do outro lado.
Faça isso sobre um plástico, para evitar que o disco cole em algum lugar e rasgue o papel.
Passe o verniz vitral para dar o acabamento à peça, do mesmo jeito que fez com a cola.
Desta vez não ponha sobre o plástico! Ele é dissolvido por substâncias à base de solvente, como verniz vitral, preferindo um lugar liso, como um vidro ou fórmica.

Peça pronta! Faça um belo conjunto para receber seus convidados, ou mesmo para presentear!
Esta técnica pode servir para confeccionar outros objetos, como potes por exemplo: neste caso, em vez de fazer um disco, sobreponha os canudos numa forma côncava.

Fonte: https://www.fazfacil.com.br/artesanato/reciclado-porta-copos-revista/


Kalanchoê ou flor da fortuna




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FAMÍLIA
Crassulaceae

NOME CIENTÍFICO
Kalanchoe blossfeldiana

NOME POPULAR
Calanchoê, Calancoê, Calandiva, Flor-da-fortuna, Flor-do-papai, Kalanchoê, Kalandiva

PARTE TÓXICA
Toda a planta

PRINCÍPIO ATIVO
Glicosídio cardiotóxico

SINTOMATOLOGIA
Ingerindo qualquer parte da planta poderá causar vômito, diarreia, ataxia, tremores e até a morte súbita.

TRATAMENTO
Pronto atendimento com lavagem gástrica

DESCRIÇÃO BOTÂNICA
Planta suculenta, de folhas com margens rendadas. O calanchoê tem um significado especial, considerada a flor-da-fortuna e da felicidade é muito presenteada entre amigos e parentes. Suas flores podem ser simples ou dobradas de muitas cores diferentes, com grande durabilidade. As variedades de flores dobradas são chamadas de Calandivas ou Kalandivas. Plantadas em vasos têm sua beleza exaltada, porém podem ser plantadas no jardim formando maciços e bordaduras, acrescentando um colorido original. Apesar de perene, deve ser tratada como anual por perder a beleza, salvo em algumas variedades
Devem ser cultivadas a pleno sol ou meia sombra, em solo composto de terra de jardim e terra vegetal, bem drenável, com regas regulares. Em regiões de verão muito quente, é interessante proteger o calanchoê do sol forte entre às 11 e às 14 horas. Tolerante ao frio. Multiplica-se facilmente por estaquia e alporquia.

ORIGEM
África




Fonte: http://plantastoxicas-venenosas.blogspot.com/search/label/CALANCHO%C3%8A%20-%20Kalanchoe%20blossfeldiana#.W-sqC5NKjn0


PLANTAS TÓXICAS


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TOXIDEZ DE PLANTAS E OS CUIDADOS



Em algum grau, toda planta apresenta alguma toxicidade, mas a denominação plantas tóxicas se aplica àquelas cuja ingestão ou contato provoca sintomas de intoxicação. A intoxicação consiste em uma série de efeitos sintomáticos produzidos quando uma substância tóxica é ingerida ou entra em contato com a pele, olhos ou mucosas . Pela diversidade dessas plantas que vivem ao nosso redor, como plantas ornamentais nas residências, nos jardins e parques, cultivadas ou na sua forma silvestre. Deste modo, fica evidente o risco de intoxicação tanto para o homem como para os animais. A importância do grupo das plantas tóxicas, não está somente nos riscos que possam causar, mas também dos benefícios que podem proporcionar, já que os princípios ativos são o que determina a ação de ambos os tipos, e há plantas medicinais que são tóxicas se ingeridas em excesso



PREVENÇÃO

1 - Mantenha as plantas venenosas fora do alcance das crianças e animais de estimação.
2 - Conheça as plantas venenosas existentes em sua casa e arredores pelo nome e características.
3 - Ensine as crianças a não colocar plantas na boca e não utilizá-las como brinquedos (fazer comidinhas, tirar leite, etc.).
4 - Não prepare remédios ou chás caseiros com plantas sem orientação médica.
5 - Não coma folhas, frutos e raízes desconhecidas. Lembre-se de que não há regras ou testes seguros para distinguir as plantas comestíveis das venenosas. Nem sempre o cozimento elimina a toxicidade da planta.
6 - Tome cuidado ao podar as plantas que liberam látex provocando irritação na pele e principalmente nos olhos; evite deixar os galhos em qualquer local onde possam vir a ser manuseados por crianças; quando estiver lidando com plantas venenosas use luvas e lave bem as mãos após esta atividade.
7 - Em caso de acidente, procure imediatamente orientação médica e guarde a planta para identificação.
8 - Em caso de dúvida ligue para o Centro de Intoxicação de sua região.


AVISO IMPORTANTE

As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento e muito menos de diagnóstico. Consulte sempre um profissional da saúde.


Fonte: http://plantastoxicas-venenosas.blogspot.com

OFICIAL-DE-SALA
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FAMILIA : 
Asclepiadaceae

NOME CIENTÍFICO: 
Asclepias curassavica L.

NOME POPULAR: 
Paina-de-sapo, oficial-de-sala, cega-olhos, erva-de-paina, margaridinha, imbira-de-sapo, erva de rato falsa, Algodãozinho-do campo.

PARTE TÓXICA: 
Todas as partes da planta.

PRINCIPIO ATIVO: 
Glicosídeos Cardiotóxicos (asclepiadina)

SINTOMATOLOGIA

Quadro semelhante à intoxicação por digitálicos.
Ingestão: dor/queimação, sialorreia, náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarreia.
Manifestações neurológicas: cefaleia, tonturas, confusão mental e distúrbios visuais.

Distúrbios cardiovasculares: arritmias, bradicardia, hipotensão.
Contato ocular: fotofobia, congestão conjuntival, lacrimejamento.

TRATAMENTO

Tratamento de suporte, com atenção especial aos distúrbios hidroeletrolíticos. Antiarrítmicos habituais nos distúrbios de ritmo.
Antiespasmódicos, antieméticos, protetores de mucosa e adsorventes intestinais.
Contato ocular: lavagem com água corrente, colírios antissépticos, analgésicos e avaliação oftalmológica

DESCRIÇÃO BOTÂNICA

A oficial-de-sala é uma erva latescente, medindo de 0,5 a 1,0 m de altura, com caule ereto, fibroso, cilíndrico, articulado, ramoso desde a base. As folhas são curto-pecioladas, opostas cruzadas, lanceoladas, membranáceas, verde mais claro na página inferior, com nervura principal saliente e esbranquiçada, de onde partem diversas nervuras secundárias que não atingem os bordos da folha. Suas flores apresentam pétalas vermelhas e corona amarela, dispostas em umbelas. Frutos duplos-folículos. Sementes munidas de pelos sedosos na sua porção apical que se destacam.
Uma dose de 1g por quilo de peso de um bovino pode matá-lo em 40 minutos. Além disso, a oficial-de-sala produz um látex fortemente cáustico.

ORIGEM: 
América Tropical e Subtropical

ONDE PODE SER ENCONTRADA A PLANTA NA ESCOLA AGRÍCOLA MUNICIPAL PRESIDENTE JOSE SARNEY 

Nos arredores dos alojamentos, onde esta funcionando provisoriamente a cozinha e Refeitório.



Fonte: http://plantastoxicas-venenosas.blogspot.com/2009/06/oficial-de-sala-asclepias-curassavica-l.html#.W-sYNZNKjn0


sábado, 10 de novembro de 2018

BRASÃO DE POÇO VERDE - SE

         



  HINO DE POÇO VERDE - SE
Poço verde, terra abençoada, Por todos amada, de olor juvenil; Onde a honra e a virtude é a luz Que ampara e conduz o teu povo gentil. Poço verde que destes sergipanos, Ilustres conterrâneos a nos orgulhar...Poço verde das festas formosas, De gente garbosa, feliz, a cantar...Poço verde, teu povo sorrindo, Com fé progredindo, por ti a lutar; Ao trabalho enaltece e à paz, Da justiça se faz guardião singular...Poço verde, primeiro no campo, Plantando a fartura de milho e feijão. Poço verde, louçã, sedutora cidade, Imortal seja o teu pavilhão.

   


                                            BANDEIRA DE POÇO VERDE - SE




24 Plantas para atrair borboletas e beija-flores no jardim


Zínia - uma das preferidas das borboletas Foto de Kevin Cole
                                                               Zínia – uma das preferidas das borboletas

Maravilhas da natureza, sejam os vivazes e graciosos beija-flores ou as lindas e coloridas borboletas, esses visitantes parecem completar o paisagismo. É a natureza dando seu toque final ao jardim que planejamos e implantamos com esmero. Mas é possível dar um empurrãozinho na natureza: Com as espécies de plantas adequadas, que os atraem especialmente, podemos desfrutar ainda mais de sua presença sem necessitar de alimentadores artificiais, que se mal manejados, podem provocar doenças nos bichinhos.
Heliconia rostrata - adorada pelos beija-flores. Foto de Dario Sanches
Heliconia rostrata – adorada pelos beija-flores. Foto de Dario Sanches
Confira a lista de espécies abaixo, todas floríferas e super atrativas para borboletas e beija-flores, que vem se deliciar com seu suculento e abundante néctar. Escolha suas preferidas e plante-as em áreas próprias para observar no jardim, como no campo de visão da janela, da entrada da casa ou da varanda.


Fonte: https://www.jardineiro.net

ALGUMAS PLANTAS QUE ATRAEM BEIJA-FLORES


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§  Amélia (Hamelia patens) – floresce da Primavera ao Outono;
§  Asistásia (Asystasia gangetica) – floresce ao longo de todo o ano;
§  Brinco-de-princesa (Fuchsia hybrida) – floresce da Primavera ao Outono;
§  Caliandra-surinamense (Calliandra surinamensis) – floresce ao longo de todo o ano;
§  Caliandra-vermelha (Calliandra brevipes) – floresce do Outono à Primavera;
§  Camarão-amarelo (Patchystachys lutea) – floresce ao longo de todo o ano;
§  Camarão-marrom (Justicia brandegeana) – floresce ao longo de todo o ano;
§  Chapéu- chinês-vermelho (Holmskioldia sanguinea) – floresce no Outono;
§  Chapéu-chinês-amarelo (Holmskioldia sanguinea “aurea”) – floresce no Outono;
§  Clerodendro-vermelho (Clerodendrum splendens) – floresce da Primavera ao Outono;
§  Escova-de-garrafa (Callistemon viminalis) – floresce da Primavera ao Outono;
§  Escova-de-macaco-africana (Combretum grandiflorum) – floresce no Outono;
§  Flamboyanzinho (Caesalpinia pulcherrima) – floresce da Primavera ao Outono;
§  Flor-de-maio (Schlumbergera truncata) – floresce no Outono;
§  Grevílea-anã (Grevillea banksii) – floresce ao longo de todo o ano;
§  Helicônia (Heliconia rostrata) – floresce da Primavera ao Outono;
§  Ixora-rei (Ixora macrothyrsa) – floresce ao longo de todo o ano;
§  Lágrima-de-cristo (Clerodendron thomsonae) – floresce da Primavera ao Outono;
§  Lantana (Lantana camara) – floresce ao longo de todo o ano;
§  Lanterna-japonesa (Abutilon megapotamicum) – floresce da Primavera ao Outono;
§  Malvavisco (Malvaviscus arboreus) – floresce ao longo de todo o ano;
§  Maria-sem-vergonha (Impatiens walleriana) – floresce ao longo de todo o ano;
§  Odontonema (Odontonema strictum) – floresce ao longo de todo o ano;
§  Pentas (Penta lanceolata) – floresce ao longo de todo o ano;
§  Russélia (Russelia equisetiformis) – floresce ao longo de todo o ano;
§  Sanguésia (Sanchezia nobilis) – floresce da Primavera ao Outono;
§  Tecomária (Tecoma capensis) – floresce da Primavera ao Outono.