UNIDOS PELA PRESERVAÇÃO

O futuro da natureza depende do que você faz agora. Ajude a cuidar de nossas árvores, dos nossos animais, das nossas flores, principalmente dos nossos rios, mares e lagos, eles são a preservação da vida na terra. Faça sua parte! Autor: Júlia Kranz Kniest

SEJAM BEM VINDOS!!!

sábado, 27 de fevereiro de 2016

 Fedegoso Crista-de-galo) Heliotropium indicum

 Fedegoso Crista-de-galo) Heliotropium indicum





Nome(s) Popular(es): Crista-de-galo, crista-de-peru, fedegoso, gervão-branco, borragem-brava, cravo-de-urubu, aguaraciunha-assu, aguaraquiunha, jamacanga e jacuacanga, erva-de-são-fiacre, aguaraá, tureroque, turirí, borracha-brava, grinalda-de-boneca.

Divisão: Magnoliophyta
 Classe: Magnoliopsida
Ordem: Boraginales
Família: Boraginaceae
Espécie: Heliotropium indicum L.

Hábitos, ecologia:
Espécie cosmopolita em regiões tropicais. Acredita-se que seja oriunda da América do Sul, no Brasil ocorre em praticamente todo território. Encontrada em ambientes abertos em geral, e bastante comum como ruderal, ocorre em margens de rios, várzeas, pastagens e em áreas sujeitas a inundações periódicas, em solos arenosos. Polinização é entomófila e a dispersão é provavelmente autocórica.
Usos:

Medicinal: Na medicina popular é utilizado para tratar úlceras e queimaduras dérmicas, abscesso, furúnculos, picadas de inseto, tosse, hemorróidas, feridas, aftas, estomatites, ulcerações da garganta e da faringe, doenças respiratórias.; Utilizado também como laxante, diurético. Possui atividades anti-inflamatórias, anti-câncer, antimicrobianas e cicatrizantes. 
"Malefícios": 
É considerada erva daninha em algumas localidades.
Referências:
Costa, R.L. 2010. Estudos de Pré-Formulação e Formulação de Heliotropium indicum (L.) DC (Boraginaceae). Dissertação de Mestrado, Universidade Federal do Pará.
Macedo, M. & Ferreira, A.R. 2004. Plantas medicinais usadas para tratamentos dermatológicos, em comunidades da Bacia
do Alto Paraguai, Mato Grosso. Revista Brasileira de Farmacognosia 14: 40-44.
Melo, J.I.M. & Semir, J. 2008. Taxonomia do gênero Heliotropium L. (Heliotropiaceae) no Brasil. Acta bot. bras. 22(3): 754-770.
Melo, J.I.M. de; Silva, L.C. da; Stapf, M.N.S.; Ranga, N.T. Boraginaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: . Acesso em: 09 Nov. 2013

Ustulin, M.; Figueredo, B.B.; Tremea, C. Pott, A.; Pott. V.J.; Bueno, N.R. & Castilho, R.O. 2008. Plantas medicinais comercializadas no Mercado Municipal de Campo Grande-MS. Revista Brasileira de Farmacognosia 19(3): 805-813.


Fonte: https://sites.google.com/site/biodiversidadecatarinense/plantae/magnoliophyta/boranginaceae/heliotropium-indicum

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

CHÁ DA FOLHA DA SIRIGUELA PODE REDUZIR OS SINTOMAS DA DENGUE


Chá da folha de seriguela pode reduzir os sintomas da dengue

Foto: Reprodução/ internet


De nome científico spondiaspurpurea, a seriguela, também conhecida como ciroela, cajá vermelho e ameixa da espalha, é uma planta pertencente à família das anacardiáceas e tem origem na América Central e na América do Sul, sendo facilmente encontrada em São Paulo e no Nordeste do Brasil.

A planta é considerada de porte médio atingindo em torno de sete metros de altura, com ramos que crescem rentes ao solo e folhas compostas. Seu fruto tem sabor bastante adocicado e coloração entre amarelo e vermelho quando maduro.


Benefícios e propriedades da siriguela

Diurética e energizante, a planta seriguela atua no alívio de espasmos, no tratamento de queimaduras, limpeza de feridas, inflamações, fases, febre, diarreia entre outros sintomas.

Por ser rica em vitaminas A, B e C, assim como altos teores de cálcio, ferro e fósforo, a planta ajuda ainda no tratamento da anemia e ajuda a fortalecer a imunidade do corpo. Rica em antioxidantes, atua ainda no combate a ação dos radicais livres e no combate ao câncer.

A planta também é rica em fibras, que ajudam a melhorar o funcionamento intestinal e reduzir as taxas de colesterol. Essas propriedades e benefícios são encontrados tanto nas folhas quanto no fruto, que pode ser consumido em sua versão natural, como suco e doces.



Chá de seriguela para conter os sintomas da dengue

O chá feito com as folhas ajuda ainda a reduzir os sintomas da dengue, auxiliando durante o processo de tratamento da doença. Essa receita deve ser combinada ao suco de uva de forma a amenizar os efeitos sintomáticos da doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, sendo aprovado por aqueles que experimentaram.

Uma das pacientes que experimentaram a receita para tal finalidade foi a professora Dejanira Franceschi de Angelis, que é docente no Departamento de Bioquímica e Microbiologia do Instituto de Biociências da Univesrsidade do Estado de São Paulo (Unesp), em Rio Claro, quando contraiu a doença.

Segundo ela, ao tomar a mistura, a mesma sentiu uma melhora nas dores corporais e mal-estar, sintomas típicos da dengue. Ela, entretanto, é bastante categórica ao afirmar: não existe comprovação científica quanto aos efeitos do chá no tratamento da dengue, e cada pessoa reage de uma forma, podendo ou não ter efeitos positivos com o consumo.

Atenção

É importante também ressaltar que mesmo usando o chá, não se deve interromper o tratamento indicado pelo médico, pois este atuaria somente como um complemento, e não um substituto

 Fonte: http://www.remedio-caseiro.com


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

FOLHA-DA-FORTUNA

Folha-da-fortuna


Nome científico:  Bryophyllum pinnatum (Lam.) Oken
Sinonímia científica: Bryophillum calycinum Salisb.

Família: Crassulaceae

Partes usadas: Folhas

Princípio ativo: Glicosídios flavonoidicos, alcanos, álcoois, triterpenos, esteroides, compostos fenólicos e bufadienolideos.

Propriedade terapêutica: Anti-inflamatória.

Indicação terapêutica: Feridas, contusões, queimaduras, arranhões, picadas de insetos, doenças do trato respiratório, tosse, dor de garganta, inflamações, hematomas, glaucoma e medicação tópica em afecções cutâneas de natureza alérgica.

EsclarecimentoHá outro membro da família Crassulaceae também conhecido por saião: Kalanchoe laciniata.
Nome em outros idiomas
  • Inglês: life plant, leaf of life, resurrection plant, canterbury bells, cathedral bells
Origem: Nativa da África Tropical.
Descrição: Erva suculenta de crescimento rápido. As folhas são grossas, carnudas e simples ou composta em pares em hastes avermelhados.
As mudas crescem ao longo dos entalhes das margens da folha, que podem se desenvolver quando ainda ligado à planta ou quando separada, uma característica fascinante, possivelmente daí vem outro nome pela qual é conhecida "planta da vida" (life plant).
As flores têm cerca de 5 cm de comprimento, que balançam em forma de sino, esverdeadas ou amareladas, avermelhadas pelas hastes.
Propaga-se facilmente, tem ampla distribuição nas Filipinas, encontrada em matas e lugares abertos. Também cultivada, a floração vai de dezembro a março.
Uso medicinal: Planta largamente disseminada no Brasil onde as folhas são usadas na medicina popular para o tratamento de feridas, contusões, queimaduras, arranhões, abcessos entre outras doenças da pele, picadas de insetos, doenças do trato respiratório, tratamento da tosse, dor de garganta, inflamações, hematomas, glaucoma e medicação tópica em afecções cutâneas de natureza alérgica.Em uso externo, o material fresco é triturado e aplicado como um cataplasma em entorses, eczema, queimaduras, infecções, carbúnculo e erisipela.
Para furúnculos, toda a folha é pressionada com a mão, em movimento de vai-e-vem, até que se torne úmido com o extrato da folha. Uma pequena abertura é feita no meio da folha que é então colocada em ebulição com buracos ao longo do apontamento do abcesso.
Popularmente é tida como uma solução "tiro-e-queda" para quem sofre de pedra nos rins. Lavar e mastigar duas folhas desta planta diariamente com água na parte da manhã, com estômago vazio. As pedras serão dissolvidas e em poucos dias pode-se testar com exames se deu resultado.
O suco da folha é usado para tratar calos nos pés. Este suco pode ser colocado em pequenas queimaduras e arranhões para aliviar a dor pungente, curar inchaços e dores nas articulações sobre aplicação externa. Acredita-se ainda que pode curar a dor ciática com aplicação de suco e mastigação na parte da manhã, como descrito acima.



 Referências




Fonte: http://www.ppmac.org/?q=content/folha-da-fortuna




quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

SOLO E A PRODUÇÃO AGRICOLA



Solo e Produção Agrícola

O solo é um dos poucos recursos naturais renováveis, com isso é possível afirmar que o solo é a principal matéria-prima da agricultura, pois ele é um dos principais elementos que dá condições de germinação aos vegetais, no entanto sofre uma série de impactos na prática agrícola.

O solo na produção agrícola sofre, dentre outros, compactação provocada pelas máquinas (tratores, plantadeiras, colheitadeiras, pivôs etc.), sem contar o uso indiscriminado de fertilizantes e inseticidas químicos, favorecendo assim os grandes proprietários de terras que aumentam as áreas cultiváveis e de certa forma expulsam os pequenos proprietários que geralmente praticam agricultura familiar de subsistência.

Os grandes fazendeiros e as empresas agropecuárias, com grandes recursos financeiros, investem na produção monocultora de exportação, essa prática tem contribuído fortemente para diminuir as propriedades físico-químicas presentes no solo. A agricultura monocultora remete alguns impactos determinantes, como retirada de grandes áreas de vegetação nativa, assoreamento dos mananciais, perca de solo, processo de desertificação, poluição dos córregos e rios, além do lençol freático pela utilização de variados insumos agrícola, aumento da temperatura nessas áreas devido à irradiação, morte de animais silvestres que consomem sementes a serem germinadas ou o próprio fruto da planta, entre outros.

O uso de fertilizantes sistematicamente altera o equilíbrio dos processos ecológicos do solo que se rompe, a quantidade de matéria orgânica diminui, além da capacidade do solo de reter umidade, mudança na textura da terra provocam consequências nocivas, perda de húmus, solo seco e estéril, favorece a erosão provocada pelo vento e pela água.

As tecnologias químicas das agroindústrias vão continuar colocando em risco o equilíbrio ecológico do nosso ambiente natural, embora existam hoje soluções comprovadas para essa questão, é a chamada agricultura orgânica.

Nesse tipo de produção, que faz aumentar o rendimento, controlar as pragas e fazer crescer a fertilidade do solo, o agricultor usa tecnologia baseada no conhecimento ecológico. Planta várias espécies de vegetais num esquema rotativo, de modo que os insetos atraídos por uma espécie desaparecem com a próxima.
Em vez de fertilizantes químicos, ele aduba os campos com esterco e com resíduos vegetais, devolvendo assim a matéria orgânica ao solo para que entre de novo no ciclo biológico.

Quando o solo é cultivado organicamente, o seu conteúdo de carbono aumenta, e assim a agricultura orgânica contribui para o aquecimento global entre outras contribuições positivas.


Fonte: http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/




domingo, 31 de janeiro de 2016

ZAMIOCULCA - Zamioculcas zamiifolia

Zamioculcas (Zamioculcas zamiifolia)



Ela se comporta bem na sala!

Por: Rose Aielo Blanco*

Se a natureza não fosse tão generosa, o que seria de um "amante das plantas" que mora num apartamento sem sacada, onde não pega nem um pingo de sol direto dentro da sala? Mas, como dizia minha avó: "prá todo mal, a natureza tem um remédio!". Para o caso da falta de sol, a solução pode ser uma planta exótica de nome bem estranho: a Zamioculcas (Zamioculcas zamiifolia).

A Zamioculcas é originária da Tanzânia, na África. Planta da família da Aráceas, ela se adapta bem a ambientes internos, pois não necessita de muita luz, nem de locais abertos. Ou seja, é a solução perfeita para aquele cantinho da sala que consideramos "condenado" a passar sem o verde e a alegria das plantas. Sucesso na Europa, esta planta além de não exigir muita luminosidade, é bem resistente, durável e pouco exigente com relação às regas também.

O crescimento da Zamioculcas é um tanto lento. Ela leva cerca de uns dois anos para atingir 1 metro, sua altura máxima média. Porém, o visual compensa a demora. Não são as flores que chamam a atenção na planta, mas sim suas folhas verdes e brilhantes, que nascem bem claras e vão escurecendo com o tempo. O contraste produzido pelas folhas em tons diferentes torna a planta muito interessante. A inflorescência da planta, embora não seja considerada de grande valor ornamental, contribui para o visual exótico (veja a foto ao lado).

Vale lembrar, no entanto, que mesmo sendo bem resistente e pouco exigente, a Zamioculcas necessita de alguns cuidados básicos e simples para se manter bonita e sadia:

Local: A Zamioculcas deve ser cultivada em ambientes internos, em temperaturas nunca abaixo de 18 graus. A temperatura ideal situa-se acima de 25 graus.

Regas: Não necessita de regas freqüentes. Cultivada num vaso compatível com o seu porte, pode ser irrigada duas vezes por semana.

Solo ideal: Deve apresentar boa drenagem. A mistura de solo indicada pode conter 1 parte de terra comum de jardim, 1 parte de terra vegetal adubada e 1 parte de areia.

Luminosidade: Não exige muita luminosidade e não deve receber luz solar direta.

Adubação: A Zamioculcas não é muito exigente quanto à adubação. Para garantir folhas bonitas e sadias, recomenda-se aplicar fertilizante NPK 10-10-10, seguindo as orientações do fabricante.

Podas: Por se tratar de uma planta de crescimento lento, não exige podas. Periodicamente, deve-se retirar folhas murchas ou secas, para manter a harmonia do visual.

Cuidados especiais: A Zamioculcas não exige muitos tratos, mas ao notar que a planta começa a se apresentar deformada no vaso, recomenda-se replantá-la em um vaso maior, para comportar seu desenvolvmento.

Propagação: Sua reprodução é feita por sementes, por divisão de touceiras, ou por estacas de suas folhas (cortando na base da planta, na estaquia seu enraizamento se dá dentro de 6 a 8 meses, sendo um processo bem lento.



Fonte: http://www.jardimdeflores.com.br/floresefolhas/A32zamioculcas.htm


quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

SAI AS PLANTAS NATIVAS E CHEGAM AS ALGAROBAS

Algaroba  (Prosopis juliflora)


http://www.focadoemvoce.com/caatinga/fotos/algaroba3.jpg
Foto da Internet

A algarobeira - Prosopis juliflora (Sw) DC - é uma espécie vegetal arbórea da família Fabaceae (leguminosae), subfamília Mimosodae. É conhecida também pelos nomes algaroba ou algarobo. Espécie pouco exigente em água, natural de zonas tropicais áridas, que não chegam a alcançar índices de 100 mm. É estimada pelos moradores do nordeste brasileiro, sendo usada tanto para alimentação dos animais quanto para alimentação humana. Devido a pequena exigência em água, comprovada capacidade de se desenvolver em solos de baixa fertilidade e de condições físicas imprestáveis a outras culturas, ganhou a alcunha no meio rural nordestino, de "planta mágica". Seus frutos em forma de vagens são coméstiveis e palatáveis, com alto teor de Sacarose.
Características
É uma árvore da família das leguminosas com altura que varia de 4 a 8m, embora em condições ideais possa chegar a 18m. Vegeta desde o nível do mar até 1.500m de altitude, em locais com precipitações entre 150 e 750 milímetros de chuvas por ano. Inicia-se a frutificação aos dois anos.
História
Originária do deserto do Piúra, no Peru e introduzida no Brasil na década de 40, adaptou-se muito bem à região da caatinga.
Nordeste brasileiro
As sementes da algarobeira foram introduzidas no nordeste brasileiro em 1942, no município de Serra Talhada, sertão de Pernambuco, por intermédio da Secretaria de Agricultura deste estado, por recomendação de J. B. Griffing, diretor da Escola Superior de Agricultura de Viçosa (Minas Gerais). Ao passar pelo Peru, Griffing havia descido no aeroporto de Piura, uma região desértica próxima aos Andes, e ficou admirado com o arbusto que permanecia verde, apesar das poucas chuvas que caíam por ali. Griffing então colheu 34 sementes e as trouxe para o Brasil. Ao passar pelo Recife mostrou-as ao governador Agamenon Magalhães, que mandou plantá-las na Estação Agrícola Experimental de Serra Talhada (PE). As sementes foram plantadas pelo agrônomo Laurindo Albuquerque e as primeiras mudas tiveram o cuidado do agrônomo, Lauro Bezerra, que as transportou para o local definitivo. Devido a sua excelente adaptação às regiões áridas e semi-áridas, a planta se espalhou por todos os estados do nordeste brasileiro, chegando até a ser considerada agressiva ao ambiente nativo em alguns lugares. Apesar disso , a espécie é muito estimada pelo nordestino.
A falta de Controle da Algarrobeira Ameaça a Biodiversidade da Caatinga
A contaminação biológica ou invasão biológica é uma das principais causas da perda de biodiversidade atualmente no planeta. A algarobeira é originária do Peru. No Brasil ela é uma espécie exótica, ou seja, não existia ali no passado e não co-evoluiu com as espécies nativas, por isso não possui inimigos naturais para controlar sua reprodução e crescimento.
Isto somado ao fato da espécie ter capacidade de desenvolver-se em ambientes secos faz dela uma Espécie Exótica Invasora, que ameaça da biodiversidade da Caatinga.
Estudos científicos concluem que a algarrobeira  (P. juliflora) forma densos maciços populacionais e compete com as espécies nativas, afetando severamente a composição florística, a diversidade e a estrutura das comunidades autóctones invadidas. Seu desenvolvimento sem controle ameaça a biodiversidade autóctone da caatinga e ecossistemas associados,  incluindo espécies da fauna endêmica, como o tatu bola. Cientistas ressaltam a evidente necessidade de controle da referida invasora, que ora ameaça a biodiversidade autóctone da caatinga e ecossistemas associados, pois no semi-árido nordestino as áreas invadidas por algaroba já ultrapassam um milhão de hectares.
Referências
  Universidade Federal da Paraíba, URL acessada em 5 de Setembro de 2011
    Embrapa, URL acessada em 5 de Setembro de 2011
    Ziller, Silvia. . "Plantas exóticas invasoras: a ameaça da Contaminação Biológica.". Ciência Hoje, Dezembro 2001. Visitado em 17/01/2015.

  Andrade, Leonaldo Alves de. . "Impactos da invasão de Prosopis juliflora (sw.) DC. (Fabaceae) sobre o estrato arbustivo-arbóreo em áreas de Caatinga no Estado da Paraíba, Brasil". Acta Scientiarum. Biological Sciences - Maringá, v. 32, n. 3, p. 249-255, 2010. DOI:10.4025/actascibiolsci.v32i3.4535. Visitado em 17/01/2015.


Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.



terça-feira, 19 de janeiro de 2016

A Velhinha e as Sementes


https://lh3.googleusercontent.com/-69YRHfEdFhc/U6VQkAaN3pI/AAAAAAABdmA/P0sJj9rEltI/w506-h328/14+-+1
Foto: da Internet

Olá amigos!!

Amigos que possamos deixar nessa vida uma lembrança do bem a nosso respeito. No dia de hoje trago uma mensagem que nos faz refletir o quanto podemos fazer o bem para todos fazendo a nossa parte.
Reflitam!! 

Certo homem trabalhava em uma fábrica, distante 50 minutos de ônibus da sua casa.
No ponto seguinte, entrava uma senhora idosa que sempre se sentava junto à janela do ônibus. Ela abria a bolsa, tirava um pacotinho e passava a viagem toda jogando alguma coisa para fora.
A cena se repetia todos os dias e, curioso, durante uma dessas viagens, o homem lhe perguntou o que ela jogava pela janela.
– Jogo sementes – respondeu ela.
– Sementes? Sementes de quê?

– De flores. É que eu olho para fora e a estrada é tão vazia! Gostaria de poder viajar vendo flores coloridas por todo o caminho. Imagine como seria bom!

Dizendo isso, ela virou-se para a janela e recomeçou seu trabalho. O homem desceu logo adiante, achando que aquela pobre senhora já não “batia bem das ideias”.

Algum tempo depois, no mesmo ônibus, aquele homem percebeu flores à beira da estrada. Muitas flores; uma paisagem colorida, perfumada e linda!
Lembrou-se então daquela senhora; procurou-a, mas não a encontrou. Perguntou então ao cobrador sobre ela.

– A velhinha das sementes? Pois é, ela morreu há quase um mês.
Neste mesmo instante, ouviu risos de criança, num banco mais a frente. Uma garotinha apontava pela janela, entusiasmada:

– Olha mãe, que lindo! Quantas flores! Como se chamam aquelas flores?
Foi então que entendeu o que aquela senhora havia feito. Mesmo não estando ali para ver, fez a sua parte, deixou a sua marca, a beleza para a contemplação e a felicidade das outras pessoas.
No dia seguinte, o homem entrou no ônibus, sentou-se junto à janela e tirou um pacotinho de sementes do bolso…

Por Marco Fabossi
Queridos amigos!! Que cada um de nós possa deixar coisas boas para esse mundo que tanto precisa. Faça a sua parte, ajude alguém, cuide do meio ambiente, enfim tenha boas ações tendo certeza que as mesmas refletirão em um futuro melhor a todos.



Fonte:http://www.velhosabio.com.br/momentodereflexao/197/Sementes.html 

Vamos rima?

Nunca deixe de fazer a sua parte
No inverno ou no verão
Plante tudo que puder
Com a sua própria mão...

Seja planta muito grande
Ou mesmo as pequeninas
Ajuda ao meio ambiente
É o que mais nos fascina.

Se espelhe na velhinha
Semeie por onde passar
Deixe tudo  muito lindo
Até espetacular...

Seja um bom poço verdense
Seja um semeador
Deixe a vida mais alegre
Faça isso com amor.

Assim seja o catingueiro
Não se assusta com verão
Seja um sábio plantador
Destas bandas do sertão.

Eu gosto de ser assim
Mais ou menos consciente
Semeio por onde passo
Ajudo o meio ambiente.


Poço Verde - SE
19 de jan 2016
________________
Hermano Alves










domingo, 17 de janeiro de 2016

Plantas da Caatinga podem ajudar a combater Aedes aegypti

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Duas plantas comuns na Caatinga – a cutia e a umburana – estão sendo estudadas por um grupo de pesquisadores do Instituto Nacional do Semiárido por terem compostos que funcionam como biopesticidas no combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, do vírus Zika e da chikungunya. Os testes mostraram que os compostos dessas plantas são capazes de exterminar até 50% das larvas dos mosquitos, valor de referência para que sejam classificados como eficazes.
 O coordenador da pesquisa, Alexandre Gomes, contou que desde 2011 um grupo de pesquisadores do Núcleo de Bioprospecção e Conservação da Caatinga vem estudando plantas desse bioma em busca de substâncias com propriedades larvicidas contra o mosquito. “Já sabíamos que os compostos aromáticos, ou terpenoides, reconhecidos a partir do cheiro forte de certas plantas, são inseticidas. Se eu pegar a folha da pitanga e amassar, por exemplo, vou sentir o cheiro da pitanga. O mesmo ocorre com o cravo da índia. Essas plantas têm uma quantidade boa desses compostos chamados terpenóides”, explicou. Os óleos essenciais da cutia e da umburana também são obtidos por meio do sumo da folha.
 Os pesquisadores testaram os óleos essenciais de diversas plantas, seguindo o modelo definido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). “A gente pega um recipiente, no caso, um copo descartável, faz uma solução do óleo essencial com água e, em cada copinho, coloca 50 ml de líquido e 10 larvas do mosquito. Após 24h, averiguamos quantas larvas morreram e se o resultado foi satisfatório.”

Fonte: http://www.portaltobiense.com.br/

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

nasa-aponta-plantas-que-sao-capazes-de-purificar-o-ar-em-ambientes-fechados/

nasa-aponta-plantas-que-sao-capazes-de-purificar-o-ar-em-ambientes-fechados/
Bill Wolverson é o nome do responsável pela Wolverton Environmental Services, ONG a qual selecionou os vegetais seguindo critérios como as características e o potencial de filtração e purificação de tais poluentes.
Foto: Reprodução/ YouTube

Palmeira-dama (Raphis excels)

Esta espécie de palmeira pode atingir até três metros de altura. De acordo com a Nasa, a mesma tem a capacidade de eliminar poluentes como o amoníaco, xileno e o formaleído. A mesma é um tipo de vegetal cuja origem é asiática e que geralmente é cultivada em temperatura média e sem luz direta.

Árvore-da-borracha (Ficus elastica)

Dotada de um elevado nível de transpiração, esta planta é capaz de extinguir poluentes como toluene, benzeno, xileno, tricloroetileno e formaleído, além da umidade do ar. A mesma tem como uma das principais características o seu rápido crescimento.

Espada-de-São-Jorge (Sansevieria trifasciata)

De origem africana, essa espécie é certamente a mais conhecida desta lista. A mesma é um vegetal que não exige muitos cuidados e que sobrevive a quase todas temperaturas climáticas, variando sempre de -5ºC e 40Cº. Tal planta tem a capacidade de eliminar substâncias nocivas como xileno, benzeno, toluente, tricloroetileno e formaleído.

Jibóia (Epipremnum aureum)

Além de bastante popular, a jibóia é também muito resistente. A mesma também pode ser usada para a decoração de casa ou espaços públicos ou de trabalho. Este vegetal se adapta fácil a temperaturas que variam de 17ºC a 30ºC. Esta planta combate poluentes como benzeno, xileno, formaleído e apenas requer água quando o solo fica seco.

Lírio da Paz (Spathiphyllum)

Além de belo, este vegetal tem a capacidade de eliminar os cinco poluentes estudados pela Nasa. O mesmo se desenvolve em temperaturas acima dos 18ºC e pode ser cultivado em locais com pouca luz.

Fonte: http://www.remedio-caseiro.com/nasa-aponta-plantas-que-sao-capazes-de-purificar-o-ar-em-ambientes-fechados/

OS PERIGOS DE INGESTÃO DA ÁGUA DO MAR

Os perigos da ingestão da água do mar

Os perigos decorrentes da ingestão da água do mar são vários, uma vez que esse hábito pode levar à desidratação e a quadros de diarreia.

Os perigos da ingestão da água do mar
Podemos beber água do mar?
Sabemos que cerca de 97,5% da água existente no planeta é salgada. No entanto, essa grande quantidade de água não é usada para consumo humano, uma vez que sua ingestão pode desencadear sérios riscos à saúde humana. Mas, afinal, qual é o problema de ingerir água do mar?
Primeiramente devemos lembrar que a água do mar é um tipo rico em cloreto de sódio — o sal de cozinha. Essa alta concentração de sal é muito maior do que a concentração de sais do nosso sangue. Por essa razão, ao ingerirmos a água do mar, nosso corpo começa a perder água por osmose para que ocorra a excreção do sal consumido em excesso.
A perda exagerada de água faz com que entremos em um quadro conhecido como desidratação. Esse grave problema pode desencadear dores de cabeça, tonturas, fraqueza, aumento dos batimentos cardíacos, perda de consciência, convulsões e até a morte.
Além do problema da desidratação, a alta concentração de magnésio presente na água do mar pode provocar irritação nas paredes do intestino, desencadeando casos de diarreia. Vale destacar que, se esse problema for bastante intenso, pode provocar também a desidratação.
Não podemos nos esquecer também de que a ingestão de água salgada provoca ainda mais sede, pois uma pessoa necessitará ainda mais de água. Dessa forma, caso a pessoa tente matar sua sede com água salgada, o problema poderá ser ainda maior.
Sendo assim, a água do mar não deve ser ingerida sem tratamento, pois pode provocar até mesmo a morte de quem a ingeriu. É por isso que pessoas que ficam à deriva no mar devem procurar outras alternativas para conseguir água. Normalmente, recomenda-se a ingestão de água da chuva ou retirá-la dos alimentos, como peixes e pássaros.
É importante frisarmos que atualmente existem técnicas que permitem a dessalinização da água do mar, o que já é uma realidade em vários locais do mundo. Em momentos de escassez de água doce, retirar água potável da imensidão do oceano pode ser uma alternativa. O principal problema, no entanto, está no fato de que essa tecnologia é cara, principalmente em relação ao gasto de energia. Sendo assim, apesar da quantidade de água disponível, a dessalinização só será viável quando todas as outras alternativas fracassarem.


Fonte: http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/curiosidades/os-perigos-ingestao-agua-mar.htm

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Lírio-de-natal ou lírio-sangu-salmão (Scadoxus multiflorus)

Lírio-de-natal ou lírio-sangu-salmão (Scadoxus multiflorus)




lirio_sangu_salmaolirio_sangu_salmao_rosaLírio-de-natal ou lírio-sangu-salmão (Scadoxus multiflorus)Blutblume (Scadoxus multiflorus)lirio_sangu_salmao_jardim



Nome Botanico:Scadoxus multiflorus (Martyn) Raf.
Sin.: Haemanthus multiflorus Martyn, Haemanthus tenuiflorus Herb.
Nomes Populares :Lírio-de-natal, flor-de-natal, estrela-de-natal, lírio-sangu-salmão
Família :Angiospermae – Família Amaryllidaceae
Origem:África tropical
Descrição:
Planta herbácea, perene, bulbosa, de crescimento e floração anual.
Pode atingir cerca de 40 cm de altura e as folhas saem diretamente do bulbo.
São largas, com 40 cm de comprimento e de 10 1 114 cm de largura.
As flores são bem pequenas, com estames longos, cor laranja-rosado, reunidas em grande umbela tipo cabeça, na ponta de um pecíolo grosso e forte.
Floresce no verão na época do Natal. Pode ser cultivada em todo o país.
Modo de Cultivo
Após a floração esta planta entra em estado vegetativo, para acumular reservas.
No outono em geral perde as folhas, principalmente em regiões onde os invernos são de temperaturas mais baixas.

Na primavera rebrota e inicia o processo de emitir muitas folhas.
O pendão floral surge no final da primavera e abre inteiramente em meados de dezembro.
Pode ser cultivada em canteiros ou vasos.
Há um senão: os canteiros ficarão expostos durante o inverno e primavera, sem ornamentação.
Preparar a terra adicionando adubo animal de curral bem curtido, cerca de 1 kg/m2, composto orgânico de folhas e adubo granulado NPK formulação 10-10-10, cerca de 100 g/m2.
Misturar bem.
As mudas desta bulbosa são comercializadas em bulbos ainda dormentes ou em vasos já desenvolvida e iniciando a floração.
Se plantar os bulbos, não os enterre demasiado, deixe a ponta do bulbo fora da terra.
Regue bem.
PLANTIO EM VASOS:
Para vasos, escolha um vaso de cerâmica queimada ou cimento, protegendo internamente o recipiente com impermeabilizante asfáltico, deixando secar alguns dias.
Proteja o furo de drenagem com geomanta ou brita de granulação média, colocando por cima areia úmida.
Misture num balde adubo animal de curral bem curtido, composto orgânico e areia em proporção 1: 4:1, misturando bem.
Plante um ou mais bulbos e deixe em cultivo protegido até quando notar seu desenvolvimento.
Leve para local com sol pela manhã, evitando o sol forte da tarde.
Regue o substrato frequentemente durante o verão.
Paisagismo
Em paisagismo esta planta oferece o nosso presente de Natal, a espera pelas suas flores é inevitável e o efeito que causa no jardim de verdes é espetacular.
Se plantar mais de um bulbo ou muda por vaso, poderá escolher um recipiente do tipo bacia ou de boca larga, colocando junto à piscina e área de convívio familiar nesta época do ano.
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