UNIDOS PELA PRESERVAÇÃO

O futuro da natureza depende do que você faz agora. Ajude a cuidar de nossas árvores, dos nossos animais, das nossas flores, principalmente dos nossos rios, mares e lagos, eles são a preservação da vida na terra. Faça sua parte! Autor: Júlia Kranz Kniest

SEJAM BEM VINDOS!!!

sábado, 30 de agosto de 2014

MACAMBIRA

MACAMBIRA              

MACAMBIRA -  Planta da família das bromeliáceas (Bromelia laciniosa), do gênero bromélia. De folhas rígidas e espinhosas, muito dispersa nas regiões secas nordestinas, onde o povo, premido pela fome resultante da seca, prepara, com as folhas dela, uma espécie de pão sem qualquer valor nutritivo; estas folhas são, também, usadas. como forragem, evitar erosão, serve também de alimento para o gado. Como suas folhas possuem modificações de natureza espinhenta, a mesma é queimada antes de ser utilizada pelos animais. 
O tamanho da planta é variado e o seu fruto é uma baga de 3-5cm de comprimento e diâmetro que varia de 10-20 mm. quando madura, estas bagas assumem uma coloração amarela, que até lembra um cacho de pequenas bananas.
















Veja como ficou o produto final, do que antes eram apenas flores da macambira.


Adicionar legenda

Parece até que o fogo deu uma vizitadinha nas macambiras. mas não é verdade. é mesmo a sua produção de frutos. é também o fim do seu ciclo vital.


Vamos rimar?




Foi triste vê nordestinos
Passar fome por aqui
Comer olho de macambira
Sem saber pra onde ir.

Hoje, graças a Deus.
A coisa aqui melhorou
Nosso povo come bem!
Saudade do que ficou...

Não sei em outros lugares
Aqui mesmo no Nordeste
Isso nem quero pensar
Nem para fazer o teste.

Peço que tudo melhore
Pra ninguém mais passar fome
Que seja menino ou mulher
Ou que seja qualquer homem.

Assim seguimos a vida
Procurando o melhor
Deixando de lado o passado
Tempo da farinha bró.

Comer olhe de macambira
Não ficou Pra o nordestino
Homem forte, decidido.
Ou mesmo para o granfino.

Postei aqui pra mostrar
A beleza do sertão
Para mostrar como é belo
Nosso povo, nosso chão.

É uma certa bromélia
Mas que tem muita valia
Mesmo para fazer cercas
É usada hoje em dia.

Seus espinhos são terríveis
Enfrentar não é possível
Ainda bem que são grandes
Pelo olho humano é visível.

Obrigado ao sertanejo
Destas terras do sertão
Somos fortes, bem dispostos.
Para enfrentar o verão.
----------------
Hermano Alves
Poço Verde - SE



P A R D A L

Pardal
 
Foto: Divulgação

Pardal é o nome popular dado a um pequeno grupo de aves  da família Passeridae; esta família possui dois gêneros: Passer e Petronia. Estes pássaros acabaram se tornando um dos principais elementos da avifauna brasileira, muitas vezes dando impressão que habitam aqui desde sempre, mas estes pássaros chegaram há um pouco mais de um século.

É um dos pássaros mais comuns do planeta, tendo sua distribuição cosmopolita. Suas populações naturais são da Europa, no norte do Oriente Médio e no norte da África. Atualmente estes animais são encontrados em todos os continentes com exceção da Antártida. Recentemente foi registrado também no Japão.  No Brasil, foi inserido intencionalmente com o objetivo de ajudar no combate a insetos transmissores de doenças. A colonização de pardais foi completa na década de 1990, quando foram encontrados pardais no Oiapoque, no extremo norte do Brasil; a colonização foi iniciada em 1960 na região sul.
A espécie mais comum de pardal é do gênero Passer, espécie Passer domesticus, chamado popularmente de pardal-doméstico, esta é a ave que é mais encontrada onde há aglomerados de urbanização humana, onde se reproduz facilmente. No inverno esta ave muda sua plumagem para uma cor mais pálida e seu bico adquire uma cor castanha-amarelada.
Medindo aproximadamente 15 cm de comprimento, geralmente há o dimorfismo sexual. Seus predadores naturais são falcões e corujas; além disso, os ovos dos pardais podem servir de alimento para gatos, cachorros e serpentes.
Estes animais vivem em bandos, e só há um macho dominante por bando, que geralmente apresenta alguma característica diferente dos demais. Se alimentam de grãos, insetos e alguns outros invertebrados. As fêmeas geralmente são menores, facilitando a identificação do sexo dos animais. A hierarquia dos pardais é notável, até mesmo na hora de dormir, onde o macho fica na parte mais alta da copa de uma árvore, ficando assim mais protegido de predadores.
As fêmeas podem colocar até dez ovos, mas geralmente colocam de 4 a 5; os ninhos são feitos por machos, em cavidades que podem ser naturais, feitas por outros animais, ou presentes em objetos e construções humanas.  A incubação dos ovos dura até 14 dias e os filhotes abandonam o ninho depois de três semanas de nascidos, porém esporadicamente os filhotes podem retornar ao ninho para dormir durante algum tempo.
Apesar de o pardal ser uma ave tipicamente urbana, tem sido notado um declínio em sua presença, e há fatores que contribuem diretamente para isso, como por exemplo, a verticalização crescente, ou seja, casas baixas com telhados e beirais estão sendo substituídas rapidamente por prédios altos demais para que os pássaros alcancem o topo, a redução da oferta de alimentos em razão da redução de terrenos baldios também vem contribuindo diretamente para o declínio da presença dos pardais.


Vamos rimar?

Vou falar dos animais 
De uma forma legal
Dos  pássaros  semis-urbanos
E do famoso Pardal.

Não és nativo do Brasil
Mas se adaptou muito bem
Gosta do nosso convívio
Por isso te dou parabéns.

Pássaros Europeus
Trazido aqui por engano
Para predar aos insetos
Em hábito cotidiano.

Mas és mesmo um ser vivo
Que constitui a Natureza
Seu cantar traz alegria
Com sua rara beleza.

Produz em qualquer lugar
Perpetuando a família
Acho isso um barato
Certeza de harmonia.

Esse é o pardal
Teimando ser brasileiro
Com hábito típico urbano
Com seu caminhar (f) passeiro.

Vou ficando por aqui
Dando vindas aos pardais
Dando milho para os pombos
Pensando nos animais.
___________________
Poço Verde - SE
Hermano Alves
15-10-2013

Parabéns aos PROFESSORES!!!!!









terça-feira, 26 de agosto de 2014

Cinamomo ou Amargoseira

Imagem: divulgação

Imagem:divulgação




Cinamomo - Melia azedarach L.
Família: Meliaceas

O Cinamomo ou amargoseira, entre outros nomes vulgares, cujo nome científico é Melia azedarach, é uma árvore nativa do oriente (da Ásia até a Austrália) e subespontânea na América, Mediterrâneo e África. Chega a atingir os 20 metros de altura. A sua madeira é apreciada, de cor esbranquiçada, rósea ou avermelhada, com veios castanhos. É muito cultivada como árvore ornamental. As suas flores são aromáticas. Tem folhagem caduca, composta por folhas, usadas para fins medicinais, biimparinpinuladas (folhas compostas, que se subdividem em pequenos conjuntos emparelhados com um número ímpar de folíolos).
Embora seus frutos sejam apreciados por pássaros, eles são tóxicos para humanos  e suínos. Esta espécie, exótica no Brasil, tem características invasoras em diversos biomas, especialmente em áreas ciliares.
A planta é ainda designada como:
Árvore-santa
Bombal
Bombolo-de-portugal
Cedro-do-ceilão
Cinamomo
Conteira
Jasmim-azul
Jasmim-de-cachorro
Jasmim-de-soldado
Jasmim-soldado
Lilás-da-índia
Lilás-das-antilhas
Lilás-do-cabo
Lírio-da-índia
Margosa
Mélia
Nimbo
Niumbó
Paraíso
Sicómoro-bastardo
Sinamão
Árvore de Jonny
Tenente-e-intendente (como é conhecido em Cabo Verde)

Para-raio (como é conhecido pelo povo do santo no Brasil)

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Amargoseira


quinta-feira, 21 de agosto de 2014

LITERATURA DE CORDEL

   
          LITERATURA DE CORDEL
Foto: Divulgação

   O nome literatura de cordel provém de Portugal e data do século XVII. Esse nome deve-se ao cordel ou barbante em que os folhetos ficavam pendurados, em exposição. No Nordeste brasileiro, mantiveram-se o costume e o nome, e os folhetos são expostos à venda pendurados e presos por pregadores de roupa, em barbante esticados entre duas estacas, fixados em caixotes.


A Origem nas Feiras Medievais 

Nossa viagem em busca das origens do cordel começa na Europa, na Idade Média, num tempo em que não existia televisão, cinema e teatro para divertir o povo. A imprensa ainda não tinha sido inventada e pouquíssima gente sabia ler e escrever. Os livros eram raríssimos e caros, pois tinham de ser copiados a mão, um a um. Então, como as pessoas faziam para conhecer novas histórias?

Pois bem, mesmo nos pequenos vilarejos existia um dia da semana que era especial: o dia da feira. Nessas ocasiões, um grande número de pessoas se dirigia à cidade, e ali os camponeses vendiam seus produtos, os comerciantes ofereciam suas mercadorias e artistas se apresentavam para a multidão.


Um tipo de artista muito querido por todos era o trovador ou menestrel. Os trovadores paravam num canto da praça e, acompanhados por um alaúde (um parente antigo dos violões e violas que conhecemos hoje), começavam a contar histórias de todo tipo: de aventuras, romance de paixões e lendas de reis valentes, como o Rei Carlos Magno e seus doze cavaleiros.

Para guardar tantas histórias na cabeça, os trovadores passaram a contar suas histórias em versos. Dessa forma as rimas iam ajudando o artista a se lembrar dos versos seguintes, até chegar o fim da história.


Ao final da apresentação, o povo jogava moeda dentro do estojo do alaúde. O trovador, satisfeito, agradecia e partia em direção a próxima feira.



Vamos rimar?


O cordel é a cultura
Que provém de Portugal
É cultura popular
Do seu começo ao final.


É costume nordestino
Nas feiras desse sertão
Faz rimar e alegrar
Ao homem de pés no chão.


Faz alegrar ao roceiro
Ao granfino da cidade
Deus abençôe ao poeta
Por mostrar capacidade.


Apresenta-se nas feiras
Vende e faz o trovadinho
Á tarde pega a estrada
Seguirá o seu caminho.


Ele trova a Natureza
Trazendo compreensão
Pede paz a essa gente
Sofrida deste sertão.


Faço isso no momento
Pra pedir muita clemência
Que proteja a Natureza
E melhore a convivência.


Agradecendo ao IBAMA
Por cumprir sua tarefa
Por olhar por nossa flora
Aos bichinhos da floresta.


É vida que segue ...
Numa forma de cordel
Seja pra gentes humildes
Ou ao honroso Coronel.


Mostramos aqui só flores
As guerras deixa pra lá
Queremos verde na terra
Em qualquer lugar que vá.


Terra fértil e natural
Onde plantamos lavouras
Cultivemos tudo um pouco
O feijão, milho e cenoura.


Poço Verde tem magia
No cultivo do feijão
No milho já nem se fala,
Da grandeza desse chão.


Em se plantado tudo dá
Nas terras de Bastião
Principalmente anual
Com nosso milho e feijão.


Poço Verde é o primeiro
Quando o inverno é legal
Somos melhores em cultivo
Sem pensar em nada igual.


Somos fortes! Produtivos
No Nordeste brasileiro
Por isso temos orgulho
Por sermos sempre o primeiro.

Este ano, por exemplo.
Poço Verde comemora
Uma safra de legume
Pra transportar para fora.

Salve 2014
Que chove, sem paradeiro.
Fica feliz o roceiro
Pensando em ganhar dinheiro.

O inverno chegou forte
Deus olhou para o sertão
Fez chover muita grandeza
Criando milho e feijão.

Quando chega o bom inverno
Pra o homem do sertão
Festeja por ter fartura
Na colheita do feijão.

Não só feijão produzimos
Mas outras plantas também
Assim ficamos felizes
Assim demos parabéns.

Já falei sobre o cordel
Aproveitei pra citar
Nosso Grande POÇO VERDE
Feijoeiro popular.


Agora sim, me disperso.
Pra voltar em outro dia
Pra falar da nossa gente
Povo de categoria...


Falei do agricultor
Da natureza também
Da grandeza do feijão
Da bela vida que tem.

Já citei o cidadão
Habitante da caatinga
Que bebe água de pote
Outras horas na muringa.

Ao povo poçoverdense
Deste torrão sergipano
Que cultiva a amizade
Do começo ao fim do ano.

É grande a sua alegria
Quando o inverno é legal
Quando a safra dá bastante
Do feijão ao milharal.

A qui cultiva feijão
Igual a outro lugar
Só que aqui não se cultiva
Por apenas cultivar.

____________________

Hermano Alves 
Poço Verde - SE
21 de agosto de 2014













domingo, 10 de agosto de 2014

A origem do Dia dos PAIS

Feliz dia dos PAIS






Ao que tudo indica, o Dia dos Pais tem uma origem bem semelhante ao Dia das Mães, e em ambas as datas a idéia inicial foi praticamente a mesma: criar datas para fortalecer os laços familiares e o respeito por aqueles que nos deram a vida.

Conta a história que em 1909, em Washington, Estados Unidos, Sonora Louise Smart Dodd, filha do veterano da guerra civil, John Bruce Dodd, ao ouvir um sermão dedicado às mães, teve a idéia de celebrar o Dia dos Pais. Ela queria homenagear seu próprio pai, que viu sua esposa falecer em 1898 ao dar a luz ao sexto filho, e que teve de criar o recém-nascido e seus outros cinco filhos sozinho. Algumas fontes de pesquisa dizem que o nome do pai de Sonora era William Jackson Smart, ao invés de John Bruce Dodd.

Já adulta, Sonora sentia-se orgulhosa de seu pai ao vê-lo superar todas as dificuldades sem a ajuda de ninguém. Então, em 1910, Sonora enviou uma petição à Associação Ministerial de Spokane, cidade localizada em Washigton, Estados Unidos. E também pediu auxílio para uma Entidade de Jovens Cristãos da cidade. O primeiro Dia dos Pais norte-americano foi comemorado em 19 de junho daquele ano, aniversário do pai de Sonora. A rosa foi escolhida como símbolo do evento, sendo que as vermelhas eram dedicadas aos pais vivos e as brancas, aos falecidos.

A partir daí a comemoração difundiu-se da cidade de Spokane para todo o estado de Washington. Por fim, em 1924 o presidente Calvin Coolidge, apoiou a idéia de um Dia dos Pais nacional e, finalmente, em 1966, o presidente Lyndon Johnson assinou uma proclamação presidencial declarando o terceiro domingo de junho como o Dia dos Pais (alguns dizem que foi oficializada pelo presidente Richard Nixon em 1972).

No Brasil, a idéia de comemorar esta data partiu do publicitário Sylvio Bhering e foi festejada pela primeira vez no dia 14 de Agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família.

Sua data foi alterada para o 2º domingo de agosto por motivos comerciais, ficando diferente da americana e européia. 
Em outros países

Pelo menos onze países também comemoram o Dia dos Pais à sua maneira e tradição.

Na Itália, Espanha e Portugal, por exemplo, a festividade acontece no mesmo dia de São José, 19 de março. Apesar da ligação católica, essa data ganhou destaque por ser comercialmente interessante.

Reino Unido - No Reino Unido, o Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho, sem muita festividade. Os ingleses não costumam se reunir em família, como no Brasil. É comum os filhos agradarem os pais com cartões, e não com presentes.

Argentina - A data na Argentina é festejada no terceiro domingo de junho com reuniões em família e presentes.

Grécia - Na Grécia, essa comemoração é recente e surgiu do embalo do Dia das Mães. Lá se comemora o Dia dos Pais em 21 de junho.

Portugal - A data é comemorada no dia 19 de março, mesmo dia que São José. Surgiu porque é comercialmente interessante. Os portugueses não dão muita importância para essa comemoração.

Canadá - O Dia dos Pais canadense é comemorado no dia 17 de junho. Não há muitas reuniões familiares, porque ainda é considerada uma data mais comercial.

Alemanha - Na Alemanha não existe um dia oficial dos Pais. Os papais alemães comemoram seu dia no dia da Ascensão de Jesus (data variável conforme a Páscoa) . Eles costumam sair às ruas para andar de bicicleta e fazer piquenique.

Paraguai - A data é comemorada no segundo domingo de junho. Lá as festas são como no Brasil, reuniões em família e presentes.

Peru - O Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho. Não é uma data muito especial para eles.

Austrália- A data é comemorada no segundo domingo de setembro, com muita publicidade.

África do Sul - A comemoração acontece no mesmo dia do Brasil, mas não é nada tradicional.

Rússia - Na Rússia não existe propriamente o Dia dos Pais. Lá os homens comemoram seu dia em 23 de fevereiro, chamada de "o dia do defensor da pátria" (Den Zaschitnika Otetchestva). 
Independente do seu lado comercial, é uma data para ser muito comemorada, nem que seja para dizer um simples "Obrigado Papai" !

Fonte:

Texto compilado das seguintes fontes

- O Guia dos Curiosos - Marcelo Duarte. Cia da Letras, S.P., 1995.
Sites:
http://www.pratofeito.com.br/pages.php?recid=2315
http://www.virtual.epm.br/uati/corpo/dia_pais.htm
http://educaterra.terra.com.br/almanaque/datas/pai.htm

www.portaldafamilia.org/artigos/texto034.shtml

terça-feira, 29 de julho de 2014

História de Cícero Dantas

História de Cícero Dantas
Foto: Divulgação

Cícero Dantas (antiga Bom Conselho) é um municipio brasileiro do estado da Bahia, localizado na região semi-árida, próximo de Canudos e de Paulo Afonso. No início do século passado, seu nome foi alterado para Cícero Dantas, em homenagem ao Barão de Jeremoabo que assim se chamava. No entanto, parte da população mais idosa ainda a trata por Bom Conselho.A região onde está localizada a cidade de Cícero Dantas tem uma história que se perde no tempo. Antes da chegada dos colonizadores, era habitada por povos indígenas cujos registros históricos não chegaram até nossa época. É possível, entretanto, inferir suas presenças pelos achados arquiológicos (urnas funerais foram encontradas durante a construção do estádio municipal) e pela existência em lugares não muito distantes de diversas aldeias e aldeamentos indígenas, como os de Maçacará, Saco dos Morcegos (atual Mirandela), Jeremoabo, Canabrava (atual Ribeira do Pombal) e Natuba (atual Nova Soure).Parece-nos impossível fixar uma data precisa para o início da ocupação não-indígena no território de Cícero Dantas. Contudo, alguns dados históricos sobre os aldeamentos vizinhos nos permitem estimar que essa ocupação se iniciou em meados do século XVII. Foi somente no início do século XIX que Bom Conselho tornou-se freguesia sob o nome de Freguesia de Nossa Senhora do Bom Conselho dos Montes do Boqueirão, por meio do Alvará Régio de 27 de setembro de 18 17. Antes, porém, em 1812 o Frei Apolonio de Todi construiu a Igreja Matriz e a capela da Santa Cruz, esta ao lado de um antigo cemitério conhecido por Cacunéia.A primeira comunidade de civilização branca, onde hoje se ergue Cícero Dantas, foi obra das entradas que se embrenhavam no sertão da Bahia, à procura de metais preciosos e de novas terras para o desenvolvimento agrícola e pecuário. Município criado com território desmembrado de Jeremoabo, e denominação de Bom Conselho, por Resolução Provincial, de 9 de junho de 1875. Em 1905, recebia o nome de Cícero Dantas. Foi extinto em 1931, e anexado a Paripiranga. Restaurado, com território desmembrado de Paripiranga, por Decreto Estadual, de 27 de maio de 1933.A sede, criada com a denominação de Nossa Senhora do Bom Conselho dos Montes do Boqueirão, por Resolução Régia de 27 de setembro de 1817, foi elevada à categoria de cidade em 30 de março de 1938.

Fonte: http://www.moodle.ufba.br/

Sócrates: As três peneiras


Sócrates: As três peneiras
 
As três peneiras

Um homem, procurou um sábio e disse-lhe: - Preciso contar-lhe algo sobre alguém! Você não imagina o que me contaram a respeito de... Nem chegou a terminar a frase, quando Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou: - Espere um pouco. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras? - Peneiras? Que peneiras? - Sim. A primeira é a da verdade. Você tem certeza de que o que vai me contar é absolutamente verdadeiro? - Não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram! - Então suas palavras já vazaram a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira: a bondade. O que vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito? - Não! Absolutamente, não! - Então suas palavras vazaram, também, a segunda peneira. Vamos agora para a terceira peneira: a necessidade. Você acha mesmo necessário contar-me esse fato, ou mesmo passá-lo adiante? Resolve alguma coisa? Ajuda alguém? Melhora alguma coisa? - Não... Passando pelo crivo das três peneiras, compreendi que nada me resta do que iria contar. E o sábio sorrindo concluiu: - Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, quanto você e os outros iremos nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos. Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz! Da próxima vez que ouvir algo, antes de ceder ao impulso de passá-lo adiante, submeta-o ao crivo das três peneiras porque:
 Pessoas sábias falam sobre idéias; Pessoas comuns falam sobre coisas; Pessoas medíocres falam sobre pessoas.

Fonte: http://pensador.uol.com.br/









quinta-feira, 10 de julho de 2014

MUSICAL TALENTU'S - KAYKA, JOAB, GORDO.



VÃO-SE OS PERSONAGENS, MAS FICAM OS TALENTU'S




          Aqui começa uma pequena viagem pelo mundo musical do Grupo Talentu's. Formado pelos irmãos: Kayka (Adailson), Gordo (Adilson) e Joab (todos irmãos. Filhos do Sr. Antonio de Nezinho, ex-vereador poçoverdense no mandato de José Emídio dos Santos). Ex-habitantes do Povoado São José.  Hoje em dia tem seus domicilios aqui em poço verde.
          Preocupados com o trabalho em outras bandas musicais, os irmão já citados, principalmente Adilson e Adailson, posteriormente Joab, resolveram formar o seu próprio instrumento de trabalho. Foi assim que surgiu em 1.996 a ideia de se forma um grupo musical para fazer as festas poçoverdenses. E que nome colocar? pediram-me a contribuição para pensar e ver um nome que se adequasse com o futuro grupo musica. Aí me veio a idéia do nome Talentu´s, isso porque fazia jus aos componentes, por ser pessoas de inteira responsabilidade e dedicação por  onde passaram. A denominação foi totalmente aceita por todos os componentes. 
          para comprar os primeiros instrumentos, os irmãos tiveram que trabalhar duro para um determinado candidato a Prefeito do Município baiano (Heliópolis). Mas ainda não era com o Talentu's, e sim com uma banda local. O contrato durou todo o período de campanha. voltando para poço verde, pararam para pensar e formar suas proprias pernas no sentido de caminharem sozinhos. Apenas com o conhecimento que ganharam durante todo o período que trabalharam para alguns patrões. aí partiram para comprar o primeiro instrumento musical (Teclado bem moderno para a época). E agora? Pensaram... qual o caminho a seguir? Para onde vamos e qual o primeiro contrato a firmar? Munidos de folhas de contratos e a vontade de tocar a primeira festa rumaram-se para a casa paroquial no intuito de conversar com o Padre sobre uma Quermesse que estava para ser realizada  (feira paroquial que era celebrada anualmente nos paises bixos, com grande folguedos populares. Ou feira beneficente, em geral com leilão de prendas). conversando com o religioso firmar o primeiro contrato. Pronto! estamos agora no caminho certo... disseram. Pois bem, seria a quermesse o inicio de uma longa caminhada. Daí em diante não faltavam datas para as sua tocadas. fossem elas pelas prefeituras de Poço Verde, Heliópolis, Ribeira do Amparo, Fátima, Adustina, Tobias Barreto, Simão Dias. Além de Festas de Aniversários, Casamentos Batizados, Formatura em Clubes ou Escolas, Barzinhos, Povoados, além de shows-mícios (comícios) quando ainda era permitido etc. também o São João e São Pedro. Exemplo disso eram os shows que faziam de abertura ou encerramentos das famosas festa juninas poçoverdenses. A Escola Agricola Municipal Presidente José Sarney, não realiza as suas festividades Junina ou de Formatura sem o Musical Talentu's. São muitos os exemplos que temos como testemunhas desse Grupo Musical.
         Além de tocar o barco entre os três irmão, às vezes sentiam a necessidade de contratar eventualmente mais outros componentes que viessem abrilhantar com o sucesso da banda.  Exemplo disso foram: Jordânia(Uma jovem Poçoverdense) para ajudar no vocal o  já titular Kayka, Alan (este habitante do Pov. São José neste Município) o mesmo é sobrinho dos fundadores, Neto de João Firmino (Neto Lins como é mais conhecido artisticamente) é poçoverdense e teve a sua participação assegurada durante muito tempo antes da chegada do Joab que posteriormente assumiu a função de guitarrista ou cavaquinista quando era necessário.Outro tambem que muitas vezes foi convidado a participar do grupo foi Milton (Umbaubense, mas habitante desta cidade durante muitos tempos. o mesmo também ajudava no vocal quando  era solicitado a cantar alguma musicas. ainda teve algumas participações especiais do simãodiense e Saxofonista Bilé. o som do saxofonista trazia mais brilho e beleza para as músicas, pois se tornavam-se mais originais.
          O Kayka além de ser o titula absoluto do microfone, também desempenhava a função de empresário para os contratos de shows. O teclado foi sempre tocado por Gordo (Adilson). No inicio a guitarra era tocada por Neto Lins, mas devido a outras ocupações o mesmo passou a bola para o Joab que pararecia está tudo em casa. assim ficaria mais cômodo até nos momentos de ensaios da banda.
           Empolgados, gravaram vários cds de musicas do seu repertório costumeiro, onde foram gravados diversos estilos musicais. Tempos se vão e as coisas tendem a acontecer sejam ela boas ou ruins, a marcação de Deus é a principal verdade que temos de ouvi e sentir.
                Como músico, empresario do grupo musical e funcionário público que era, O Kayka ainda tentava e consegui desempenhar mais outra função que era gravar e sair vendendo CD's e DVD's de shows ou filmes. Além de oferecer locação dos dvd's para quem queria apenas assistir. Com a sua moto e uma sacola consegui andar pelos quatro cantos da cidade oferecendo o seu produto e desempenhando o papel de quem sempre lutou pelo bem estar de sua família através de seu suor. Era batalhador por natureza. Assim trabalhava todos os santos dias da semana. Mas ficava satisfeito com o desempenho da comercialização. Afinal, estava sempre pegando no dinheirinho suado e levando devagar a sua vida. Cumpria direitinho a sua atividade  como servidor público (Vigilante da Prefeitura de Poço Verde no turno da noite). Mas o que fazer para atender aos contratos do Talentu's? Com a amizade que tinha com outros vigilantes, fazia permutas trocando noites que seria dele (Kayka) por dias que seria de outros. Assim daria para tocar a vida sem precisar enrolar a ninguém. As vezes saia em busca de negócios ou afim de encontra familiares dele no Povoado São José ou até o São Francisco, para o encontro dos familiares da sua Esposa. Assim fez no último dia da sua vida, saiu para todos esses lugares, levando em sua moto as mercadorias que ele mesmo produzia em sua residência e em seu computador. fez todo esse trajeto e a tardinha retornou para poço verde afim de trabalhar a noite na Prefeitura Como vigilante noturno. Sem saber que esta seria a sua última viagem ou seu derradeiro inicio de turno de trabalho.
          Saindo de casa e dando as últimas instruções a sua esposa, rumou para um caminho sem retorno. ao guardar o seu veículo (moto) dentro da Prefeitura tentou fazer o que faria todos os dias, ir em direção ao mercadinho para compra o lanche noturno. ao entrar no referido local e escolhendo aquilo que serviria para a sua alimentação caminho firmemente para o caixa, mas a sua hora e os seus minutos de vida já tinham completados naquele momento e naquele lugar. Assim só lhe restou a colocação da mão no peito desabando em seguida. Ali mesmo dentro do estabelecimento comercial teve fim a vida de quem trabalhou para viver honestamente. Socorrido por populares tentando reanimá-lo o mesmo apenas deu o seu último suspiro de vida, morrendo imediatamente. Parece que só mesmo Deus sabia dos seus problemas de saúde, se os existiam.
            Foi-se de repente uma pessoas super ativa e trabalhador. Um cidadão que sempre se preocupou com o cumprimento de seus compromissos, fez da terra o seu palco de alegria. Também fez-nos crê que a terra merece muitas pessoas assim do seu jeito e do seu quilate. Mostrou para todos a sua alegria e esbanjou felicidade nos momentos em que muitos andavam tristes e cabisbaixos. a sua voz característica demonstrava talento e foi por este e outros motivos que foi sempre solicitado a alegrar a população de algum local ou de algum região. fez do seu trabalho uma forma de demonstrar o seu cumprimento com as coisas pública e não importando com a desonestidade de outros. Foi-se o personagem mas ficou o seu talento.
           Parece-me que o silencio durou até ontem 23/04/2011. Quando os dois irmão receberam o convite para tocarem com o Musical Talentu's em um barzinho da cidade. Aceitaram o convite e foram tentar recolocar nos trilhos aquilo que sempre fez a alegria da galera. Mesmo sem o seu principal personagem (Kayka) a exemplo de muitos outros artistas que perdem um dos componentes. Os dois irmãos (Gordo e Joab) tentam tocar o barco para a frente. Mesmo porque o que partiu para a vida eterna queria alegria e será desta maneira que podemos conseguir alegra a sua alma que deve está sempre presente nas hora alegres. Pois a tristeza nunca morou em sua vida enquanto deu pra viver. Hoje encontra-se repousando em lugares marcados por DEUS. Por isso diremos a vocês que procurem enfrentar esta batalha e procurar coram para superar a perda e de um dos seus grandes e porque não dizer principal procurador de contratos. Mas sejam fortes e procurem solucionar todos os problemas que encontrarem pela frente. Tenham a certeza que o nome do grupo musical já existe, e isso já é um grande degrau de subida para o sucesso. Acreditem e sigam. O futuro dirá. Estas foram as singelas e simples palavras de quem o tinha como irmão além de ser compadre.


                                 Poço Verde - SE 24 de abril de 2011
                                                   Hermano Alves
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Aqui vão algumas palavras em forma de CORDEL  em homenagem Kayka, num trabalho já publicado anteriormente, intitulado como PARTIDA SEM DESPEDIDA
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Sumiu de perto de nós
Alguém chamado Kaika
Conhecemos seu valor
Pela impressão boa que fica.

Foi algo extraordinário
Foi guerreiro e lutador
Foi voz que nunca calava
Foi um homem de valor.

Até a hora da morte
Cumpriu com o seu dever
Foi comprar um alimento
Pois precisava comer.

No dia certo da viagem
Pra onde Deus quis levar
Andou pelo São José
Pra com os irmãos falar.

Com seu tempo reduzido
Porque ia trabalhar
Veio embora logo cedo
Com sua moto a pilotar.

Rumou para sua casa
Onde ali sempre morou
Pra mais tarde trabalhar
Sem medo e sem temor.

Talvez chegando rápido
O seu momento final
Nem pôde ver os amigos
Pra dizer adeus ou tchau.

Não há quem te condenes
Nem diga que foi ruim
Foi sempre um bom companheiro
Pros outros e também pra mim.

Só Deus teve o poder
De calar a sua voz
De partir sem despedida
Pra bem distante de nós.

Foi honesto, companheiro.
Sujeito batalhador
Por isso guardo a lembrança
De um homem lutador.

O cabedal que ele tinha
Era a sua honestidade
Foi guerreiro e lutador.
Trabalhador de verdade.

O Deus que ti protegeu
Até chegar o seu dia
Fez com que nosso Kaika
Semeasse harmonia.

Tudo que ti pertencia
Tinha a marca do progresso
Talvez ele não pensasse
Na viajem sem regresso.

As festas não são as mesmas
Deixou-nos muitas lembranças
Recordação de uma voz
Que transmitia esperança.

Quando o Talentu’s tocava
Era sinal de alegria
Mesmo tendo outra banda
Mais famosa da Bahia.

Hoje só resta o áudio
Dos seus discos que gravou
Foi surpresa para ele...
De morrer nunca pensou.

Tinha festa acertada
Para o final de semana
Os planos que vêm de Deus
Não demora, não engana.

Partiu sem nos dar trabalho
Sem despedir de ninguém
Sem dar adeus aos amigos
Sem nos dizer quando vem.

Saiu para descansar
Até quando não sabemos
É coisa do bom guerreiro
Da bondade que fazemos.

Em quanto esteve na terra
Alegrou todo vivente
Era comunicativo
Talvez por ser diferente.

Conquistou a sua vida
E foi sempre organizado
Cumpria suas tarefas
Pra não ser penalizado.

O que fazia era certo
Trabalhando sem parar
Ganhava o pão com suor
Pra ninguém não ti cobrar.

No dia da sua morte
O povo reconheceu
Os humildes partem cedo
Mas Kaíka não morreu.

Morreu o homem de bem
Calando a voz da humanidade
Parando um pouco de tudo
Abalando a cidade.

Pegou-nos como surpresa
Abalando para sempre
A partida do Kaika
Que viveu sempre contente.

Quem no mundo esperava
Toda a alegria acabar
Parando a voz do Talentu’s
Sem saber quando voltar.

Um amigo valioso
Tem valor incalculável
Assim era o Kaika
De prestigio inestimável.

Se para falar do seu jeito
Da sua maneira de ser
É dizer da alegria
E da forma de viver.

Levou uma vida regada
Com trabalho e prazer
Fez alegrar esse povo
Até quando pôde viver.

Fomos todos seguidores
Da sua voz inconfundível
Fomos admiradores
De um guerreiro imbatível.

Partiu deixando saudades
Pra quem com ele viveu
Foi viver em outros planos
Sem nunca dizer que morreu.

Cantava quando podia
Trabalhar foi seu dever
Cumprir com o prometido
Foi assim o seu viver.

Foram noites de alegrias
Em toda esta região
Fosse qual fosse à folia
Em natal ou no São João.

Nas festas de aniversários
Vaquejada e tudo mais
Pra Kaika era normal
Bom, ruim ou Tanto faz.

Estamos sentindo falta
De quem viveu por aqui
De quem cantou pra alegrar
De quem tentou prossegui.

Com muita tristeza no rosto
Muita dor no coração
Vejo partir um amigo
Vejo morrer um irmão.

É difícil a despedida
Foi duro vê-lo partir
É ruim saber que hoje
Já não estar mais aqui.

Kaíka foi um sujeito
Muito bom pra se lidar
Foi bondoso e decente
Aqui ou em qualquer lugar.

A morte vos separou
Levou pra outro lugar
Deixou saudade e lembranças
Para os que vão ficar.

Nem disse pra onde ia
No momento da partida
Não queria sofrimento
Para a sua outra vida.

Talvez não fosse seu plano
Queria viver um pouquinho
Queria cantar pra alegrar
A terra por inteirinho.

Alegrar e ser alegre
Foi seu projeto de vida
Pregando pra todos nós
Da boa terra querida.

Alegrai vossa família
Tristeza com ele não tinha
Partiu deixando saudade
Não nos disse quando vinha.

A sua voz se calou
Exato no dia seis
Morrendo assim de repente
Parando assim de uma vez.

Difícil ter que dizer
Que a vida é sempre assim
Quanto mais o cabra é bom
Tão perto é o seu fim.

Tentamos o esquecer
Pra pensar no amanhã
Mas as lembranças aparecem
Pra quem tem a mente sã.

O que mais impressiona
Pra quem está por aqui
É dizer que o Kaíka
Não pôde se despedir.                                                                                                                                                                                        
A rapidez foi tão grande
Que nem deu para pensar
Pensar naquilo que tinha
Pra poder organizar.

Corria tanto o Kaika
Para ter dignidade
Revirava quatro cantos
Todo dia esta cidade.

Mas a morte não tolera
No momento de agir
Não quer saber se o homem
Tem algo pra conseguir.

É assim que resumimos
Sua vida de labuta
Correndo até quando pode
No seu projeto de luta.

 Quem pretende conseguir
Faz o mesmo que ele fez
Só pára sua vontade
Quando aquietar de uma vez.

Falei pouco, mas lhes disse o que sabia.
Com certeza ele falaria tudo isso e muito mais...
Se a vida lhe desse oportunidades, mais um minuto, mais um segundo ou um milésimo de segundo.
Foi muito rápido! Não lhe proporcionou um tempinho antes do momento de sua partida. Não deu oportunidade para a sua despedida...
Parou no momento de comprar seu alimento. Por que houve tanta pressa, sem lhe dar conhecimento? A comunicação não valia? Pra o comunicador! Por que não deu mais um tempo?
Antes de causar a dor? Se tinha uma vida agitada, pra cumprir com seu dever... Porque não lhe deu mais um tempo? Antes mesmo de morrer? Com certeza ele queria se despedir dos amigos, não era pra ser assim... Pois não devia castigo. Já na hora de morrer, nem deu tempo pra pensar. Foi chegando de viagem e indo pra trabalhar... Quem calou a sua voz também cala qualquer um, não é apenas Kaika, é você, é qualquer um... Na viagem repentina só uma roupa levou... Não deu tempo pra pensar seria lá o que for... Usou sempre a sua voz pra falar da alegria... Mas a viagem foi rápida, pra não causar agonia... Tinha amigos por aqui, até mesmo mais distantes, não era pra ser assim. Era pra viver bastante... Mas Deus levou sua vida, para o mesmo descansar, achou que era o bastante pra quem vive a trabalhar... Era sempre um guardião. Trabalhava noite e dia, pra honrar seus compromissos que confiante fazia... Tinha tanto pra falar, destes momentos cruéis, mas a tristeza me invade, da cabeça até os pés...


     Esta foi uma pequena homenagem a aquele que foi para nós, um exemplo de vida. Onde os seus trabalhos contínuos não lhe deixavam tempo para passear, curtir a ávida numa boa. Até o momento da sua despedida final estava trabalhando. Comprava no momento um lanche para saciar um pouco da sua fome durante uma noite de vigilância do patrimônio público, na Prefeitura Municipal de Poço Verde.
Hermano Alves.
Poço Verde – Se/06 de maio de 2010















      Com muita tristeza, tenho a honra de contar através de versos, um pouco dos meus pensamentos do que foi Kaika.
Assim, quero oferecer a todos aqueles que como eu, teve a sorte de conviver quase que diariamente com esta pessoa que recentemente nos deixou.
       Deixou de maneira repentina e precoce. No momento de exercício e honradez das suas obrigações.
       É motivo de orgulho, mesmo com o peito flechado por uma perda irreparável.
      Ou que pode ter sido convocado para alegrar outro público, em outro plano, em outro lugar. Mas sua voz ficará presente na lembrança de todos nós.
       Se o seu oficio era cantar e alegrar a todos, não temos nenhuma dúvida de que o Kaíka será muito feliz aonde quer que esteja neste momento...

Para sempre será lembrado por todos, com ternura e com afeto!



      Adailson Freire Fontes                  
* 15/06/1967
+ 06/05/2010
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Mais conhecido popularmente por Kayka.

ESTA ERA A CAPA DOS CD'S DO MUSICAL TALENTU'S
Hoje os telefones para contatos são: (79) 9843-5205  - Joab Poço Verde - SE
                                                               (79) 9936 -2806 - Gordo Poço Verde - SE
                                                      


OUTROS REGISTROS IMPORTANTES DO MUSICAL TALENTU'S


                                          MUSICAL TALENTU'S EM ATIVIDADE
                      Kayka fora das atividades. Na praça da Igreja Matriz de São sebastião
                                  Aqui os verdadeiros titulares do Musical Talentu's
    Outros cantores que eventualmente faziam parte do Musical Talentu's


Apesar das tristezas e recordações que esta família enfrenta com a perada de um grande ídolo familiar (Kayka). dois dos irmão que moram em Poço Verde, (Joab e Gordo)  resolvera montar um barzinho. para tentar ganhar alguns dinheiros e também  gerar o encontro de alguns velhos amigos. pois com a perda do mesmo, estes dois irmãos estavam se achando um pouco desolados e sem alternativas para a vida. Já que tinham como fonte de renda o MUSICAL TALENTU'S. Este pequeno Bar, como mostraremos a seguir através de fotografia, leva o nome deste famoso grupo Musical. Este está localizado na AVENIDA SÃO JOSÉ, SAÍDA PARA HELIÓPOLIS.





Só resta as lembranças do velho companheiro da música (KAYKA).
Gordo e Joab, não cansam de olhar para a estrada, para alimentar as esperanças de um dia tê-lo o Kayka de volta. Quem dera!!!!