UNIDOS PELA PRESERVAÇÃO

O futuro da natureza depende do que você faz agora. Ajude a cuidar de nossas árvores, dos nossos animais, das nossas flores, principalmente dos nossos rios, mares e lagos, eles são a preservação da vida na terra. Faça sua parte! Autor: Júlia Kranz Kniest

SEJAM BEM VINDOS!!!

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Os dez mandamentos do produtor rural

            Os dez mandamentos do produtor rural



  1. Conservar o meio ambiente;
  2. Planejar tudo com antecedência;
  3.  Elaborar plano de negócio considerando a vocação produtiva de cada área;
  4. Diversificar e integrar as atividades para aumentar a rentabilidade das mesmas e conferir à propriedade bom grau de estabilidade financeira e ambiental;
  5. Estar informado para inovar e competir com eficiência;
  6. Analisar cuidadosamente cada situação, objetivando segurança e agilidade nas tomadas de decisões.
  7. Formar boa equipe e descentralizar a administração e as decisões;
  8. Estabelecer padrões de desempenho e com base neles remunerar a equipe de trabalho;
  9. Contabilizar receitas, despesas, produção e produtividade. (produtividade – quantidade produzida por unidade de trabalho. Produto – resultado de qualquer atividade humana)
  10. Saber comprar e vender. Evitar a intermediação.
OBRIGADO AO HOMEM DO CAMPO
                                                                        Dom e Ravel
  1. Obrigado ao homem do campo
    Pelo leite o café e o pão
    Deus abençoe os braços que fazem
    O suado cultivo do chão
    Obrigado ao homem do campo
    Pela carne, o arroz e feijão
    Os legumes, verduras e frutas
    E as ervas do nosso sertão
    Obrigado ao homem do campo
    Pela madeira da construção
    Pelo couro e os fios das roupas
    Que agasalham a nossa nação
    Pelo couro e os fios das roupas
    Que agasalham a nossa nação
    Obrigado ao homem do campo
    O boiadeiro e o lavrador
    O patrão que dirige a fazenda
    O irmão que dirige o trator
    Obrigado ao homem do campo
    O estudante e o professor
    A quem fecunda o solo cansado
    Recuperando o antigo valor
    Obrigado ao homem do campo
    Do oeste, do norte e do sul
    Sertanejo da pele queimada
    Do sol que brilha no céu azul
    Sertanejo da pele queimada
    Do sol que brilha no céu azul
    E obrigado ao homem do campo
    Que deu a vida pelo Brasil
    Seus atletas, heróis e soldados
    Que a santa terra já cobriu
    Obrigado ao homem do campo
    Que ainda guarda com zelo a raiz
    Da cultura, da fé, dos costumes
    E valores do nosso país
    Obrigado ao homem do campo
    Pela semeadura do chão
    E pela conservação do folclore
    Empunhando a viola na mão
    E pela conservação do folclore
    Empunhando a viola na mão
    Lá rá lá, lá rá lá, lá rá lá....


segunda-feira, 1 de julho de 2013

11 de setembro: Dia do Cerrado



11 de setembro: Dia do Cerrado
O Brasil alcança mais um 11 de setembro, data nacional dedicada ao Cerrado. Entre repetidas promessas de um modelo de desenvolvimento sustentável, essa região estratégica para o futuro do país tem sua vegetação nativa diariamente consumida, ora pelo desmatamento, ora pelas queimadas.
Só não mudam os motivos: ampla margem legal para desflorestamento (80% das propriedades rurais), extração ilegal de madeira e de carvão, avanço desregrado da agropecuária, da urbanização e da geração de energia.

Apesar das agressões impostas ao longo de cinco décadas, a “caixa d'água do Brasil” ainda abastece grandes aqüíferos e bacias hidrográficas, inclusive para a Amazônia e Mata Atlântica. Associando essa riqueza à tecnologia, 40% do Cerrado estão ocupados pela agropecuária. Ao todo, já perdeu metade da vegetação original, e o restante está muito fragmentado.

Complicando o futuro dessa região bela e inspiradora de culturas ímpares, menos de 3% do Cerrado estão protegidos de fato. Logo, o Brasil pode e deve equilibrar de vez a balança entre produção e conservação, construindo um caminho mais seguro para um futuro de incertezas climáticas, onde ainda precisaremos produzir alimentos.
Segunda maior formação vegetal da América do Sul, ocupando um quarto do território brasileiro e pequenas porções da Bolívia e do Paraguai. Importante fonte de água e palco de belezas naturais e culturas incomparáveis, o Cerrado é reconhecido como a região com savanas mais rica em vida no planeta. Todavia, já perdeu metade da vegetação original.
Sua característica vegetação esparsa com árvores baixas, retorcidas e de casca grossa.
 Plantou-se no imaginário nacional a falsa idéia de formação monótona e de pouco valor. Pelo contrário, o Cerrado é fonte de culturas e paisagens de surpreendente exotismo e rara beleza com alto potencial turístico e econômico. O bioma é palco de uma profusão de campos naturais, savanas, veredas e florestas pontuadas por rios, córregos e cachoeiras.


© WWF-Brasil

 Há milhões de anos, o velho planalto, esculpido por suas águas, ainda puro e abundante. E que temos que fazer o possível para que permaneçam assim, ao longo das futuras gerações. 
Reserva da Biosfera
© MMA
A Reserva da Biosfera do Cerrado possui 296,5 mil quilômetros quadrados e abrange parte do Distrito Federal e dos estados de Goiás, Tocantins, Maranhão e Piauí.

Ela é uma das seis reservas brasileiras desse tipo reconhecidas pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco, sigla em inglês), ao lado da Mata Atlântica, Cinturão Verde de São Paulo, Pantanal, Caatinga e Amazônia Central. 

sábado, 22 de junho de 2013

Alecrim das Hortas e do Campo

Nome: Alecrim
Nome científico: Rosmarinus officinalis
Origem: Mediterrâneo
Família: Lamiaceae
Cilco de vida: Perene
Altura: 50cm
Época de cultivo: todo ano, exceto épocas de geada
Usos: culinária, religiosa, chás, perfumaria, mel
Cultivo: Vasos ou jardim
Descrição: Arbusto muito ramificado, sempre verde, com hastes lenhosas, folhas pequenas e finas, opostas, lanceoladas. Floresce quase todo o ano e não necessita de cuidados especiais nos jardins.
Toda a planta exala um aroma forte e agradável. Utilizada com fins culinários, medicinais e religiosos, a sua essência também é utilizada em perfumaria, pois contém tanino, óleo essencial, pineno, cânfora e outros princípios ativos que lhe conferem propriedades excitantes, tônicas e estimulantes.
A sua flor é muita apreciada pelas abelhas produzindo assim um mel de extrema qualidade. Há quem plante alecrim perto de apiários, para influenciar o sabor do mel.
Devido à sua atratividade estética e razoável tolerância à seca, é utilizado em arquitetura paisagista, especialmente em áreas com clima mediterrânico. É considerada fácil de cultivar para jardineiros principiantes, tendo uma boa tolerância a pragas.
O alecrim é facilmente podado em diferentes formas e tem sido utilizado em topiária. Quando cultivado em vasos, deverá ser mantido de preferência aparado, de forma a evitar o crescimento excessivo e a perda de folhas nos seus ramos interiores e inferiores, o que poderá torná-lo um arbusto sem forma e rebelde. Apesar disso, quando cultivado em jardim, o alecrim pode crescer até um tamanho considerável e continuar uma planta atraente.


A sua composição química revela que contém tanino, um princípio amargo, essência, borneol, cineol, cânfora etc. E estimulante, vulnerário e também condimento. Sua essência odorante é utilizada na fabicação de cosmético e de água-de-colônia. Informam ainda que o alecrim é aromático, antisséptico, colagogo, estomáquico, estimulante, emenagogo, antispasmódico e narcótico. Suas flores e suas folhas são úteis no tratamento da asma, da coqueluche, da fraqueza, gripe, etc. A maceração das suas folhas com as raízes de urtiga e de bardana, com álcool, aplicada em fricções capilares, fazem recrescer os cabelos. O pó das folhas do alecrim é empregado na Algéria para recobrir feridas e particularmente as causadas pela circuncisão. A essência é usada para afastar as traças. Para uso interno, emprega-se uma infusão de 5 a 15 g por litro de água. Em maceração no vinho, de 30 a 60 g por litro, recomenda-se a dose de 2 a 3 taças (de champanha) por dia. Para uso externo, usa-se a infusão de 50 a 60g por litro de água fervente, em banhos, nos casos de reumatismo articular, sendo também usada em banhos estimulantes e aromáticos e em banhos fortificantes para as crianças. Serve o alecrim igualmente para a preparação de uma água de toucador. Obtém-se excelente vulnerário contra as contusões e golpes fazendo-se a infusão a frio, durante uns quinze dias, num litro de álcool, de 10g de brotos de alecrim, orégão, tomilho, melissa e salva cortadas em bocadinhos. Este preparado, ministrado em meio copo de água fresca, é recomendado nos casos de desmaio, síncopes e desfalecimentos. As propriedades do alecrim são conhecidas desde a mais remota antigüidade. Hipócrates já a recomendava assim como Dioscóride e os médicos árabes. Sua voga foi extraordinária na Idade Média e Renascença. O alcoolato de alecrim tornou-se famoso com o nome de “água da rainha da Hungria” e fez furor na corte de Luís XIV. Era o medicamento preferido de Madame de Sevigné. O remédio teria sido inventado pela rainha Elizabeth (filha de Wladislas Lokietak, rei da Polônia), que nasceu em 1306 e desposou em 1320 Charles-Robert d’An-jou, rei da Hungria, morto em 1381. Esta água curava a gota e a paralisia.Fonte: http://plantas-medicinais.me
Alecrim-do-campo


Alecrim-do-campo (Baccharis dracunculifolia)
Familia das Asteraceae ou Compositae.
 é uma espécie arbustiva, ramificada e perene que pode chegar a três metros de altura. É nativo da América do Sul e foi considerada uma planta invasora de pastagens e erradicada de muitas regiões em função disto.
É encontrado principalmente em países como ArgentinaParaguaiUruguai e Bolívia. No Brasil, onde também é conhecido pelo nome popular de vassourinha devido a seu uso na produção de vassouras, ocorre nas regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste, principalmente nas áreas de cerrado.
O alecrim-do-campo é uma das cerca de 23 mil espécies da família Asteraceae ou Compositae.
Atualmente, sabe-se que é por meio da coleta de resina desta planta pelas abelhas é que elas produzem o própolis verde. A espécie, ao servir como hospedeira a diversos tipos de insetos e fungos, possui uma enorme biodiversidade associada.
Embora seja selvagem, as mudas podem ser produzidas por meio de sementes. Também se dissemina por auto-propagação.
Uma popular canção folclórica fala desta planta:
Alecrim, alecrim dourado
Que nasceu no campo
Sem ser semeado
Foi meu amor,
Que me disse assim:
Que a flor do campo,
é o alecrim.



Vamos Rimar?
Planta tipica do sertão
Cheira bastante
Alimenta as abelha
E aromatiza esse chão.

Já nasci vendo essa planta
A minha vovó fazia chá
Pra ameniza as doenças
E consequentemente curar.

Minha terra tem alecrim
Mais cheiroso nunca vi
Faz cheirar nossa caatinga
Aqui, acolá ou ali.

Pra louvar o alecrim
No presente e no  passado
É uma planta valiosa
                                                        Que ninguém deixa de lado.

Bom cheiro tem esta planta
Nativa do meu sertão
Bastante medicinal
Ninguém duvida que não.
----------------------
Hermano Alves
Poço Verde - SE
22 de junho 2013





terça-feira, 18 de junho de 2013

Bouganville ou Primavera


Bouganville ou Primavera

                                   


De origem brasileira, a primavera (Bougainvillea spectabilis, Bougainvillea glabra) - também conhecida como buganvília, ceboleiro, três-marias ou flor-de-papel, juazeiro - é uma espécie rústica, que exige poucos cuidados. Seu nome foi dado em homenagem ao francês Louis Antoine Bougainville, que a descobriu em nosso país, por volta de 1790, e a levou para a Europa, onde ela se tornou famosa e se difundiu para o resto do mundo. As belas e coloridas "flores" da primavera não são exatamente as flores da planta: são brácteas (folhas modificadas) que envolvem as verdadeiras, e relativamente insignificantes, flores amareladas. O conjunto resulta numa aparência exótica, encontrada nas cores branca, rosa, vermelho intenso ou laranja.
Por ser uma espécie muito hibridada, já se obteve brácteas com dezenas de formas e cores, inclusive bicolores - e também a forma variegada. Quando adulto esse arbusto escandente e espinhento pode atingir de 5 a 10 metros de comprimento. A primavera é uma planta muito rústica, que necessita de poucos cuidados e se adapta a diversos tipos de clima; sendo, inclusive, bastante resistente a mudanças bruscas de temperatura. É certo, porém, que os coloridos mais vibrantes e intensos desta planta são encontrados em locais de clima quente e úmido.
Primaveras multiplicam-se por alporquia ou por estacas de galhos lenhosos, com aproximadamente 20 cm. A primavera gosta de sol pleno, clima quente e úmido, e suporta solos mais secos. As regas podem ser feitas aproximadamente de 15 em 15 dias. A freqüência só deve ser aumentada nos primeiros meses após o plantio ou em épocas muito quentes.
Sobre a questão do sol pleno, é interessante lembrar que em seu habitat natural, a primavera cresce encostada em grandes árvores e utiliza-se dela como tutor. Isso acontece particularmente com a Bougainvillea glabra, que emite brotações muito vigorosas na vertical, até atingir o topo da árvore. Aí, então, abre-se em copa e suas folhas e flores se confundem com as da própria árvore que serviu de apoio. Assim, podemos pensar que é possível cultivar primaveras à meia-sombra, desde que haja condições da parte aérea receber raios solares diretos.
Recomenda-se fazer uma poda de limpeza periodicamente, removendo galhos secos e doentes, para favorecer o bom desenvolvimento da primavera e estimular sua floração constante. Após a poda é aconselhável realizar uma boa adubação, usando adubos orgânicos ricos em Fósforo (P). Em geral, as primaveras devem ser adubadas preferencialmente com material orgânico (esterco bem curtido, torta de mamona ou farinha de ossos). No caso de optar pelo adubo químico, a recomendação é aplicar uma formulação NPK 10-20-15 ou aproximada, com predominância do P (Fósforo) da fórmula.
Apesar de rústica, a primavera pode ser atacada por lagartas (que devem ser eliminadas pela catação manual) e doenças fúngicas. Se o problema for muito grave, indica-se borrifar a planta com um bom fungicida, tomando sempre o cuidado de não encharcar o seu solo, para evitar o acúmulo de umidade.



segunda-feira, 17 de junho de 2013

DE VOLTA AOS TEMPOS DA VOVÓ

Substituindo os alopáticos por plantas medicinais



A babosa é utilizada em tratamento de feridas, queimaduras e furúnculos.

O uso de remédios industrializados para cura imediata de sintomas é uma prática muito constante no nosso dia-a-dia: basta uma pequena dor de cabeça para visitarmos uma farmácia e adquirirmos o fim deste incômodo.

Entretanto, uma maneira mais saudável seria o uso de remédios naturais, como: chás, águas aromatizadas, pastas de folhagens, óleos, dentre outros.

Assim, este texto tem como propósito sugerir a substituição dos remédios alopáticos pelo uso das plantas como primeira opção na enfermaria da escola.

A construção de canteiros para plantas medicinais poderá enriquecer o trabalho com os alunos. Caso não haja área própria para tal fim, mini-canteiros feitos de garrafas PET podem ser uma alternativa.

Materiais:

• Garrafas PET
• Tesoura
• Terra
• Sementes ou mudas
• Caixas de ovos

Deitar a garrafa e fazer um corte na horizontal, como na ilustração abaixo:

Formar pequenos furos no fundo da garrafa com auxílio de tesoura com ponta ou pregos.

Acrescentar terra, preferencialmente enriquecida com adubo ou húmus.

Plantar as mudas ou sementes.

Utilizar as caixas de ovos como suporte, de forma com que as garrafas não fiquem diretamente no chão.

Caso tenha condições, a escola pode fazer uma pesquisa para saber quais são as principais queixas das pessoas que vão até a enfermaria, buscando para os canteiros as plantas mais adequadas para tais casos. A seguir, algumas sugestões:

Boldo (Coleus barbatus): usa-se para problemas de fígado, digestão, prisão-de-ventre e estômago. Preparo: fazer chá das folhas.

Babosa (Aloe arborescens): para queimaduras, feridas e furúnculos. Tomar duas gotas da “baba” da folha em água fria ou aplicar localmente na pele.

Gengibre
 (Hedychium coronarium): para tosse, bronquite e dor de garganta. Mascar ou a ingestão do chá são formas de curar tais sintomas.

Melissa
 (Melissa officinalis): usada como calmante e para dores de cabeça, digestiva e cólica menstrual. Utiliza-se na forma de chá.

Não podemos nos esquecer dos cicatrizantes: o óleo de copaíba e o de andiroba, além da tintura de arnica (flores secas de arnica + álcool de cereais + água) são excelentes para tal fim.

domingo, 9 de junho de 2013

JUNHO NO SERTÃO, É CERTEZA DE SÃO JOÃO!

JUNHO NO SERTÃO, É CERTEZA DE SÃO JOÃO



Estamos no mês de junho
Com ele o São João
Com o São João as quadrilhas
Com elas, animação.

Poço Verde se destaca
No quesito festejar
Nas quadrilhas que balançam
E faz o povo dançar.

Quadrilhas muito elegantes
Que brilha no mesmo tom
Que faz festa, muita festa
Na luz negra de neon.

Há quadrilha que festeja
Muitas vezes na semana
Fazendo jus ao empenho
De Pedro de João de Ana.

É um homem de cultura
Orgulho de nossa gente
Faz o povo festejar
E nos deixando contente.

É festa pra todo lado
Com bastante animação
Ninguém pode desistir
De festejar São João.

Do sertão poçoverdense
Exportamos alegria
Pois estamos bem pertinho
Do Estado da Bahia.

A fogueira vai queimando
Faz arder o nosso chão
Faz o homem sertanejo
Se alegrar com quentão.

Nas terras poçoverdenses
Cheia de cores e beleza
Pedimos mais proteção
Pras coisas da Natureza.

Somos povos decididos
Desse pequeno torrão
Das terras de Capas bodes
Das quadrilhas de São João.

Milho assado na fogueira
Sem nenhuma cerimonia
Sem falar do amendoim
E da saborosa pamonha.

Esperança do Nordeste
Com jovens que dança bem
Se preparam todo dia
Até o ano que vem.

Nas vésperas do São João
Poço Verde se alvoroça
Com quadrilhas animada
E os casamentos da roça.

Em toda essa festança
Há pessoas que comanda
Mantendo viva a cultura
Como Pedro João de Ana.

Messias lá do Agrícola
Com a Esperança do Nordeste
É mesmo um cabra de luta
Autentico "cabra da peste".

As quadrilhas representam
A cultura popular
Onde houver festa junina
Elas vão estão por lá.

Alegrando a nossa gente
Proporciona alegria
Muita paz ao sertanejo
De Sergipe ou da Bahia.

É de forma espontânea
Que nossa gente festeja
Sendo inverno ou verão
Qualquer lugar que esteja.

É legal ser nordestino
Brasileiro, sim senhor.
Pra festeja o São João
Com muita paz e amor.

De verso em verso falemos
Desse povo que festeja
Pedindo paz ao Senhor
Em qualquer lugar que esteja.

De espinhaço de jegue
Fomos um dia chamado
Hoje somos invejados
Nos quatro cantos do estado.

Poço Verde catingueira
Sergipana e de progresso
Das boas festas juninas
Da partida ou do regresso.

De muitas festas famosas
Dese povo sertanejo
Vindos de tempos primórdios
Do pequeno vilarejo.

Dos enormes trios elétricos
Que trazemos da Bahia
Das banda pequenas de Pífanos
Proporcionando alegria.

Que bom pensarmos assim
Na ardência do verão
Nas boas festas juninas
Ou de São Sebastião.

A festa de Santa Cruz
Festejada só em maio
É uma das nossas peças
De uma colcha de retalho.

Se tivermos bom inverno
Todos irão festejar
Há safra de milho e feijão
Que sobra pra exportar.

Roça de milho plantado
Da "boneca" ao pendão
Faz bem ao poçoverdense
Alegra nosso povão.

Roçado  já destocado
Arado pra boi puxar
Roceiro muito feliz
É seca que fica pra lá.

Aqui estamos felizes
Vivendo neste lugar
Passa seca, passa tudo.
Até o inverno chegar.

Estamos muito contentes
Em nosso caro torrão
Representando a bravura
Dos roceiros do sertão.

Se fosso para falar
Do que tem de bom aqui
Ficaríamos mais de um ano
E não íamos conseguir.

Vou somente relatar
Para essa boa gente
Um pouquinho da cultura
Que deixa um povo contente.

Eis os nomes de quadrilhas
Desse São João Sergipano
Que alegra nossa gente
Nesse meado do ano.
-------------------------Alguns nomes de quadrilhas Juninas

  • Meu Chamego
  • Milho Verde
  • Cangaceiro da Boa
  • Cordel Encantado
  • Pé Quente
  • Asa Branca
  • Maculelê
  • Parafuso
  • Eneanto Nordestino  
  • Forró Nordestino

  • Forró Quentão
  • Maria Bonita
  • Chapeu de Couro
  • Acende a Fogueira
  • Arreio de ouro
  • Arriba a Saia 
  • Flor Nordestino
  • Esperança do Nordeste
     ------------------------- Outras culturas
  • Samba de Coco
  • Maculelê
  • Parafuso
  • Pastoril
  • Reisado
  • Maracatu
  • Banda de Pifano
  • Cabacinhas
  • Capoeira
  • Quadrilha junina.
  • Bata-de-feijão
  • Quebra-pote
  • Pau-de-cebo
  • Taieira
  • Silibirno
  • Forró Nordestino
  • Forró Quentão
  • Maria Bonita
  • Chapéu de Couro
  • Acende a Fogueira
  • Arreio de ouro
  • Arriba a Saia 
  • Flor Nordestino
Não só daqui da cidade
Mas de toda região
Demonstra que o nordestino
Tem bom gosto à tradição.

Manifestações populares
Do sertão ao litoral
Da Caatinga a Amazônia
Do Brasil a Portugal.

Quero aqui agradecer
A quem lê e comentar
Compartilhar nosso blog
Com lema de preservar.

Ao povo poçoverdense
Culturais por natureza
Quero aqui compartilhar
Com esta cidade princesa.

Agradeço aos visitantes
A este pequeno torrão
Levem daqui a presteza
Deste povo do Sertão.

Sertão das festas juninas
De povo festejador
De Manifestação cultural
Da Terra que Deus Amou.

__________________
Poço Verde - SE
 Em 09 de junho de 2013
Hermano Alves






















terça-feira, 30 de abril de 2013

ORGULHO DE SER POÇOVERDENSE!


O Bahia, na tarde desta sexta-feira (26), às vésperas do clássico contra o Vitória, anunciou a contratação de mais um jogador. Trata-se do lateral-esquerdo Raul que disputou o Campeonato Baiano pelo Vitória da Conquista.

O jogador, já em Salvador, assinou contrato com o tricolor baiano e na próxima semana será integrado ao elenco profissional. Raul, porém, não poderá ser utilizado no estadual ou na Copa do Brasil. Ele defendeu o Vitória da Conquista nas duas competições.

Aos 26 anos, natural de Poço Verde - Sergipe, o novo lateral-esquerdo do Bahia tem passagens pelo Guarani, Oeste, Votoraty, Ferroviária, de São Paulo, e o Rio Verde e Vitoria da Conquista.


Na manhã desta quinta-feira (02/05), o lateral esquerdo Raul foi apresentado oficialmente e participou de seu primeiro coletivo, junto com o restante do elenco tricolor.
Ciente da desconfiança que terá no Bahia por ter vindo de um clube do interior, o lateral de 27 anos se mostrou tranquilo. " Sei que vou ser bastante cobrado, pelo campeonato que eu fiz. Por vir do interior, tem muita gente que vai ficar com o pé atrás, mas eu tenho tranquilidade, sempre tive responsabilidade e nas horas de ter atitude sempre procurei fazer meu melhor. Tenho certeza que isso não vai influenciar em nada", avaliou o novo reforço.
Raul revelou que teve uma passagem rápida pela divisão de base do Bahia, quando ainda era juvenil.O novo contratado tricolor disse que teve propostas de outros clubes como , Ceará, América-MG, América-RN, ASA-AL e Vitória-BA, mas preferiu acertar com o Bahia. "Surgiram outras oportunidades, mas a gente resolveu fechar com o Bahia, o presidente mostrou que queria que eu tivesse aqui, isso contou muito também. Sou do interior de Sergipe, pertinho aqui da Bahia, sempre acompanhei o Bahia e é um time grande, tinha o sonho de jogar num clube grande", comemorou o ala.
Raul não pode atuar no campeonato baiano e nem na Copa do Brasil, pois já defendeu o Vitória da Conquista nas duas competições. Com isso, ele terá tempo para se entrosar com os companheiros e promete brigar pela titularidade. " Dá tempo de conhecer o grupo, as pessoas, pegar amizade. Com certeza vim para brigar pela posição, respeitando sempre o Jussandro e o Magal", falou o ala.

FONTE: http://www.bahiaidc.com
 http://www.esporteclubebahia.com.br/sala/podcasts.htmlom.br

domingo, 28 de abril de 2013

SALVE O DIA NACIONAL DA CAATINGA

28 DE ABRIL - DIA NACIONAL DA CAATINGA

Dia Nacional da Caatinga

Plantas nativas da Caatinga, bioma rico e pouco conhecido


o termo Caatinga, muito antes de ser adotada para designar um bioma, era a expressão empregada pelos índios brasileiros para designar a mata branca que cobria os sertões nordestinos. As Caatingas são, portanto, um tipo de vegetação, ou melhor, um conjunto de tipos de vegetação, com algumas características em comum, definidas principalmente pelo forte caráter de estacionalidade das chuvas na região semi-árida, concentradas em curto período do ano.

A vegetação da Caatinga reflete os fatores climáticos marcantes da região semi-árida que, por sua vez, determinam os tipos de solo, o relevo e rede hidrográfica da região. Esse conjunto de fatores resultou em tipos de vegetação xerofíticas muito especiais, característica das paisagens nordestinas. Na região das Caatingas impera o clima quente semi-árido, com temperaturas médias anuais elevadas e chuvas de trezentos a oitocentos milímetros, em poucas áreas chegando a mil milímetros anuais.


Imburana da cambão (Commiphora Leptophloeos)

A condição ambiental do semi-árido selecionou para essa região uma vegetação singular, com elementos que expressam anatomia, morfologia e mecanismos fisiológicos convenientes às condições locais, normalmente com árvores e arbustos espontâneos, densos, baixos, retorcidos, de aspecto seco, de folhas pequenas e caducas e raízes muito desenvolvidas, grossas e penetrantes.
É fácil encontrarmos a imagem da Caatinga associada aos cactos e arbustos espinhentos, sem folhas, sobre um solo pedregoso e árido. Essa é realmente uma das feições desse bioma, que também pode se apresentar como uma mata fechada, com árvores altas, ou como densos maciços de arbustos que perdem as folhas na estação seca. Mas, de uma forma geral, as plantas que apresentam esse caráter xerofílico apresentam diferentes mecanismos adaptativos para conviver com a escassez de água: para reduzir as perdas de água pela transpiração, muitas espécies contam com folhas coriáceas ou com pêlos; a maioria perde as folhas na estação seca, outras apresentam folhas modificadas e caules com capacidade de realizar fotossíntese – como os cactos.

Algumas espécies também têm estruturas de reserva, onde armazenam água. São inúmeros os recursos para promover o melhor uso da água pelas plantas nesses ambientes, como o sincronismo das épocas de floração e frutificação e a dormência de sementes para germinação na época propícia, indica do que a evolução conjunta do ambiente físico e sua flora levaram ao desenvolvimento de sistemas altamente eficientes no uso do recurso mais precioso: a água.
O número de combinações dos tipos vegetacionais implica na existência de diferentes comunidades vegetais de Caatinga, uma vez que esses tipos resultam da integração clima-solo. No entanto, foi ainda essa necessidade de compreender os diversificados ambientes das Caatingas que levaram estudiosos a proporem um planejamento ecorregional, no qual foi proposta a consideração de oito “ecoregiões”, entre as quais se incluem até áreas “ecotonais” do Maranhão e do Piauí, situadas fora da região semi-árida nordestina.

Umbuzeiro (Spondias Tuberosa)

O conceito que normalmente se tem sobre a Caatinga vem da classificação feita pelo botânico Martius, que denominou as Caatingas de Silva Horrida, fruto da percepção dessas condições ambientais tão diferentes das européias com as quais estava acostumado. E não há dúvidas que, em certas áreas e durante a estação seca, a paisagem da Caatinga parece inóspita e agressiva. Ao menor sinal de chuva, no entanto, a paisagem muda: o verde volta a prevalecer e as flores se abrem para receber seus polinizadores. A vida se reinventa na Caatinga. Mesmo sofrendo os efeitos seculares da ação humana e das longas estiagens, a Caatinga possui uma rica diversidade ainda a ser estudada.

Reporta-se mais de mil e trezentas espécies de plantas na Caatinga, das quais seiscentas são lenhosas. Em levantamento feito a partir de literatura técnico-científica e de consultas a herbários, registram trezentas e dezoito espécies de plantas endêmicas do bioma, pertencentes a quarenta e duas famílias. Certas árvores como Juazeiro (Zizyphus Joazeiro), Baraúna (Schinopsis Brasiliensis), Aroeira-do-Sertão (Myracrodruon Urundeuva), Umbuzeiro (Spondias Tuberosa), Imburana de Cambão (Commiphora Leptophloeos), Angico (Anadenanthera Colubrina var. Cebil), Catingueira (Caesalpinia Pyramidalis), Pereiro (Aspidosperma Pyrifolium) e Faveleira (Cnidoscolus Quercifolius), marcam as paisagens das Caatingas, juntamente com os cactos – Mandacuru (Cereus Jamacaru), Quipá (Opuntia Inamoena), Facheiro (Pilocereus Piauhiensis), Xique-Xique (Pilocereus Gounellei) e Coroa-de-Frade (Melocactus Bahiensis) e de bromeliáceas como Macambira (Bromelia Laciniosa) e Caroá (Neoglaziovia Variegata).
   Na Caatinga predominam as famílias botânicas Leguminosae ou Fabaceae e Euphorbiaceae. Alguns exemplos de espécies da família Leguminosae ou Fabaceae são as Catingueiras (Caesalpinia Pyramidalis, Caesalpinia Microphylla, Caesalpinia Bracteosa), as Juremas (várias espécies do gênero Mimosa), o Mororó (Bauhinia Cheilantha), o Pau-Ferro (Caesalpinia Ferrea), a Canafístula-de-Besouro (Senna Spectabilis), a Imburana-de-Cheiro (Amburana Cearensis) e o Mulungu (Erythrina Velutina), além de muitas outras.
Entre as muitas espécies de Euphorbiaceae, aparecem a Faveleira, o Marmeleiro (Croton Sonderianus), Caatingas-Brancas, Velames (também espécies de Croton) e Maniçobas (espécies do gênero Manihot). Já nos terrenos aluviais das margens dos rios temporários, se encontra outra fisionomia de Caatinga onde dominam, além de Juazeiro, Craibeira (Tabebuia Aurea), Trapiá (Crataeva Tapia), Pajeuzeiro (Triplaris Pachau), Marizeiro (Geoffroea Spinosa) e Quixabeira (Sideroxylon Obtusifolium).

Na Caatinga, a vida das pessoas e a produção agropecuária são altamente dependentes dos recursos vegetais. Os sertanejos constituem os povos da Caatinga e dela extraem inúmeros produtos e serviços que possibilitam a vida no semi-árido. Estacas de cerca, cerca de faxina e de ramos, delimitando propriedades, currais, chiqueiros e corredores para animais, possibilitam a pecuária extensiva, alimentada por forrageiras herbáceas, arbustivas e arbóreas. O couro da indumentária e dos apetrechos de trabalho dos vaqueiros é curtido com a golda do Angico e com a cinza da Baraúna.

Uma enorme quantidade de espécies medicinais e alguns recursos alimentares importantes, principalmente considerando-se as frutas silvestres com grande potencial nutricional e de mercado, somam-se aos produtos mais procurados da Caatinga. A vegetação da Caatinga é ainda uma das principais fontes energéticas na região semi-árida, oferecendo alternativa para o uso doméstico e para a formação de renda na propriedade. A lenta regeneração e baixas taxas de crescimento, no entanto, quando aliadas a um esforço de exploração superior ao limite de sustentabilidade, podem ocasionar o desaparecimento de espécies do ecossistema, sendo assim imprescindíveis a adoção de técnicas de manejo florestal e de sistemas agroflorestais para que isso não ocorra, juntamente à preservação da biodiversidade em áreas especialmente protegidas.

É importante se perceber que as Caatingas não são ecossistemas mais pobres, ou de terceira categoria, porque se estabelecem em condições de semi-aridez. A Caatinga não é uma ma ta que não deu certo, degradada devido a desequilíbrios ambientais ou intervenções humanas. A Caatinga é o ecossistema cuidadosamente adaptado às condições de baixas e irregulares precipitações e elevada evaporo transpiração. É diferente dos outros ecossistemas florestais mais úmidos, pois teria de sê-lo, necessariamente. Essa diferença não é um defeito, mas uma qualidade: é a expressão da diversidade e da riqueza de possibilidades da Natureza.

fonte: 
http://www.paisagismodigital.com
 


quarta-feira, 24 de abril de 2013

Arvores de Acerola ou Aceroleira

Arvores de Acerola ou Aceroleira



Foto: Divulgação


A acerola é a fruta mais rica em vitamina C de que se tem notícia.
Bastam quatro unidades desta pequena fruta por dia para suprir toda a necessidade de vitamina C de uma pessoa adulta saudável. 
Devido ao elevado teor de ácido ascórbico, a acerola é amplamente recomendada para a manutenção da saúde, melhoria do apetite, prevenção de irritabilidade e fadiga.
100 g contêm, em média:
MacrocomponentesGlicídios (g)6
Proteínas (g)0
Lipídios (g)0
Fibras alimentares (g)1
VitaminasVitamina A1 (mg)77
Vitamina B1 (mg)20
Vitamina B2 (mg)60
Vitamina B3 (mg)0
Vitamina C (mg)1678
MineraisSódio (mg)7
Potássio (mg)146
Cálcio (mg)12
Fósforo (mg)11
Ferro (mg)0
Conteúdo energético (kcal)32

Como Comprar

Os frutos da acerola devem estar maduros e íntegros, sem deformações, com a coloração laranja ou vermelha bem desenvolvida.

Como Conservar

acerola é altamente perecível. Mantenha-a em congelador, após lavar e secar cada fruta. Assim, conserva-se por até 12 meses.

Como Consumir

Pode ser consumida in natura ou em sucos obtidos a partir da polpa congelada; em geléias, marmeladas, compotas, licores ou refrescos.
O suco de acerola deve ser consumido logo após o preparo e não deve ser colocado em recipiente de metal. A polpa pode ser utilizada na preparação de sucos, sorvetes, vinhos, licores, doces e pastilhas de vitamina C.
Fonte: www.ceasacampinas.com.br 
aceroleira
acerola (Malpighia emarginata), também é conhecida popularmente como cereja-das-antilhas ou cereja-de-bárbaros, tem origem nas Antilhas, América Central e norte da América do Sul.
É da família das Malpighiaceae.
O fruto nasce na aceroleira que é um arbusto de até três metros de altura, seu tronco se ramifica desde a base, e sua copa é bastante densa com pequenas folhas verde-escuras e brilhantes. 
Suas flores, de cor rósea-esbranquiçada, são dispostas em cachos, têm floração durante todo o ano, e após três ou quatro semanas se dá sua frutificação. Por ser uma planta muito rústica e resistente, ela se espalhou facilmente por várias áreas tropicais, subtropicais e até semi-áridas. A acerola, quando madura, tem uma variação de cor que vai do vermelho ao vinho, passando pelo alaranjado. Esta coloração é resultado da presença de antocianinas, especialmente pelargonidina e malvidina.
A acerola está dividia em duas seleções, a acerola vermelha e a acerola laranja. 
A acerola laranja não causa mal ao ser humano, essa é a que nós alimentamos-nos diariamente. Porém a acerola vermelha é, em grande quantidade, muito perigosa ao ser humano, pois contem o omega 781, que ingerido em grande quantidade( 300 ml, um copo) pode ser fatal.
mudas de acerola

Cultivo

No Brasil, o cultivo de acerolas teve um forte crescimento nos últimos vinte anos, sendo hoje uma importante cultura principalmente para a economia da Região Nordeste, assim como um impulso para a agroindústria de polpa de fruta congelada.
Sua superfície é lisa ou divida em três gomos e possui três sementes no seu interior. O sabor do fruto é levemente ácido e o perfume é semelhante ao da maçã. Possui vitaminas A, B1 (tiamina), B2 (riboflavina), B3 (niacina), cálcio, fósforo, ferro e principalmente vitamina C, que em algumas variedades, chega a ser de até 5 000 miligramas por 100 gramas de polpa. Este valor chega a ser oitenta vezes superior ao da laranja e do limão.

Fonte: 
http://www.viveirodemudas.com