UNIDOS PELA PRESERVAÇÃO

O futuro da natureza depende do que você faz agora. Ajude a cuidar de nossas árvores, dos nossos animais, das nossas flores, principalmente dos nossos rios, mares e lagos, eles são a preservação da vida na terra. Faça sua parte! Autor: Júlia Kranz Kniest

SEJAM BEM VINDOS!!!

segunda-feira, 1 de junho de 2020

COMO AS ÁRVORES


Uma árvore não fica de costas para ninguém. Dê a volta em torno dela, e a árvore estará sempre de frente para você... Os verdadeiros amigos também...
Dizem os chineses: árvore plantada com amor, nenhum vento derruba! Uma verdadeira amizade, também!
Quem planta árvores, cria raízes. Quem cultiva bons amigos, também!
As árvores, como os amigos, produzem beleza para os olhos e os ouvidos, na mudança sutil de suas cores.
A árvore é sombra protetora, como os amigos; sombra que varia com o dia, que avança e faz variados rendados de luz semelhantes às estrelas...
As árvores são sinônimo de eternidade, e uma verdadeira amizade também é para sempre!


Fonte: Jardim da fé

quinta-feira, 7 de maio de 2020

ESTES SÃO COMENTÁRIOS VINDO DE PESSOAS QUE NASCEU NO POVOADO RIO REAL - POÇO VERDE - SE ATÉ O MOMENTO 07 DE MAIO DE 2020. A RESPEITO DE UM TRABALHO QUE ESCREVI SOBRE O POVOADO.


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1 – 17 de 17
Anônimo Anônimo disse...
Parabens, Prof. Hermano.Que seria de nós, se não existisse alguém que consegue vê o belo? É como a flor pura que nasce entre o estrume"¨. É certo dizer que exergamos de acordo com a lente que usamos. Mais uma vez, repito: Parabéns.
POÇO VERDE E MESMO LINDA!
11 de agosto de 2011 09:44
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8 de dezembro de 2012 15:52
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Anônimo Anônimo disse...
Parabens, prof. Hermano. Sou filha do fundador Edgar Carvalho. Minha irmã Ildelita foi a 1ª pessoa que nasceu no Rio Real. Hoje tenho tristeza de ver a casa que foi de meu pai, pois nem a rua recebeu o nome dele, está tudo esquecido! Tudo que você falou é realidade, pena que não souberam conservar a história do nosso povo. Ildomar Andrade.
8 de dezembro de 2012 15:54
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Anônimo Ildete Carvalho disse...
Fiquei maravilhada!Nasci naquele lugar no ano de 1946.Sou filha de um dos fundadores:Sr Edgar de Carvalho Andrade,inclusive minha irmã Ildelita foi a primeira criança a nascer naquele lugar!No ano de 1942,ela completou 70 anos em outubro deste ano. Eu jamais imaginei que minhas origens iria encontrar na internet! Parabéns professor!O sr é uma benção!
9 de dezembro de 2012 14:44
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Blogger josehilton andrade disse...
Tá de parabéns Hermano,passou um filme na minha cabeça de lembranças da minha infância,viajei no tempo mesmo,ai nasceu minha mãe Ildézia(branca) filha de Edgar um dos fundadores do povoado e sempre nas férias minha mãe juntava um dinheirinho e levava os filhos para passear aí no rio real.
abraço cara!
6 de janeiro de 2013 17:26
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Anônimo Anônimo disse...
Parabéns,Professor Hermano.
Este Rio que separa o Estado de Sergipe e Bahia a sua margem esquerda,os moradores do povoado,o denominavam de "Rio da Véia Bela"pelas suas belezas naturais lá existia uma prainha,onde os moradores e comunidades vizinhas se deslocavam pra os banhos.Era um paraiso! Maria José
11 de fevereiro de 2013 11:50
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Anônimo Anônimo disse...
Professor Hermano,
Ao lado direito dessa ponte, existia um grande açude que nunca secou denominado "açude de Geracina"(vó de jobelson).Mas com a construção da mesma as derrubadas das árvores deixou as matas ciliares sem proteção.Que dessastre ecológico.Mar
11 de fevereiro de 2013 11:59
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Anônimo Anônimo disse...
Professor Hermano,
Quando o rio enchia era atração turistica.Pois os feirantes que vinham de Ribeira do Pombal para a feira de Simão Dias fazia o transporte das mercadorias por pessoas fisicas que atravessavam o rio com mercadorias na cabeça nadando.E o comércio agradecia.Que beleza! Mar.
11 de fevereiro de 2013 12:12
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Anônimo Anônimo disse...
Parabéns Hermano,
Na propriedae de um dos moradores do Povoado o rio que cortava sua propriedade era bastante fundo em alguns trechos o denominavam de "Poço fundo"onde a comunidade aprendiam a nadar, saltar e mergulhar. É lamentável! coisa que o homem não quer recuperar.
11 de fevereiro de 2013 12:23
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Anônimo Anônimo disse...
Parabéns Professor,
É lamentável.Quem conheceu o Povoado na data mencionada em seu enunciado,não sabe valorizar a riqueza do Povoado,perdemos também a natureza do rio real que era bastante protegido por matas nativas e que nunca tinha sofrido agressão ambiental tão discriminado.Atualmente o progresso chegou entre aspas.Com a ignorancia do HOMEM a natureza foi destruida ela viu e não pode se defender.Mar.
11 de fevereiro de 2013 12:38
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Blogger Hermano Alves disse...
Bom dia a todos (as)! fico bastante maravilhado com o acesso a estas pequenas lembranças do povoado Rio Real - se. Acho de fundamental importancia as lembranças de alguns locais deste que já foi possuidor de uma das mais belas feira da nossa região. Não morei deste belo lugar, mas o meu pai não perdia uma só quinta-feira sem ir para esta famosíssima feira do Rio Real ou Baixa-Grande, como as vezes era denominado por muitos. sabemos que Baixa-Grande é o local onde se deu a origem do Pov. Rio Real.Lá onde Seu Juca trabalhava ligando e desligando a bomba de água. Digo mais uma vez, muito obrigado pelos comentários! Hermano Alves
13 de fevereiro de 2013 08:46
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Anônimo Norma disse...
Oi Hermano. Estou emocionada! Por acaso cheguei nesse blog. Ver fotos do Rio Real foi incrivel. Moro em Edimburgo na Escocia. Coloquei "Rio Real" no Google sem muita esperanca, mas pra minha surpresa depois de muito procurar achei esse verdadeiro tesouro que voce escreveu. Sou neta de Edgar de Carvalho Andrade. Percebi que meu irmao e duas das minhas tias tambem ja comentaram. O que mais queria ver era uma foto da casa do meu avo, com as tres arvores na frente. Passei minha infancia indo para o Rio Real nas ferias da escola. A ultima vez que fui la foi quando meu avo morreu, ha mais de vinte anos, mas morro de saudades eespero podr ir novamente em 2014. Thank you so much! :-)
15 de outubro de 2013 10:41
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Blogger ze araujo disse...
Parabéns Hermano! Verdadeiramente, você consegue extrair da aridez desse nosso solo amado a essência da nossa existência humana. Essa "pertença" nos faz mais humanos, mais pocoverdenses, mais sergipanos, mais nordestinos, mais brasileiros. Parabéns mais uma vez!
8 de novembro de 2016 10:29
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Blogger Unknown disse...
Muito bom! Adorei .Não sou de Rio real e nem de poço verde.Para ajudar uma querida amiga ,minha,que está .A peocu dos familiares dela que não conheceu devido ao abandono pela sua mãe onde se sabe que o sobre nome Santana.Nome da mãe Marlene.Vamos ajudar essa pessoa!
2 de janeiro de 2019 13:16
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Blogger Unknown disse...
Sou uma morada de Rio real sinto muita saudade ,e lembro muito bem da feira que era dia mas importante pra encontrar as amigas , como tbm estudei no colégio Gilberto amado minha professora foi dona Josefina ,sou neta de Irineu Doria Ribeiro , hoje moro muito distante em Palmas Tocantins mas mim sinto orgulhosa de ser filha dessa terrinha queeu rio real🙏🏻😍😘😘👏🏼👏🏼👏🏼🌻
7 de maio de 2020 00:45
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Blogger Unknown disse...
Eu lembra da casa de Sr Edgar e do armazém e farmácia ,sou filha da deda filha de Irineu dória fazendo da de Rio real...
7 de maio de 2020 00:55
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Blogger Hermano Alves disse...
Prazer. Moro em Poço Verde mas trabalho bem pertinho do Pov Rio Real. Leciono na Escola Agricola na Terra Vermelha bem vizinho ao Mimoso..
FONTE: BLOG UNIDOS PELA PRESERVAÇÃO.


quarta-feira, 18 de março de 2020


BERI BERI




Nome científico: Averrhoa bilimbi
Família: Oxalidaceae
Nomes comuns: bilimbi, árvore Pepino, Árvore Sorrel
Nomes étnicos: Kamias, Belimbing Asam, Belimbing Buloh, Bimbiri
Origem: Ilhas Molucas, na Indonésia

Essa fruta exótica rara é muito popular na Tailândia, Malásia e Singapura.
Na Índia, onde normalmente é encontrada em jardins, o bilimbi tem ido selvagem nas regiões mais quentes do país. Fora habitat nativo, Bilimbi é difícil encontrar planta, muito poucos produtores de produzi-los, embora não seja tão duro no cultivo.
O bilimbi está intimamente aliada à carambola mas muito diferentes na aparência, modo de frutificação, sabor e usos.
Os nomes em inglês nomes são: “árvore pepino” e “azeda árvore”.
Bilimbi” é o nome comum na Índia e tornou-se amplamente utilizado.
Muitas pessoas estão mais familiarizados com: Averrhoa carambola, que tem folhagem muito parecido com bilimbi.
A árvore é muito atraente, chega a 5-10 metros em em regiões tropicais, mas em áreas subtropicais geralmente não cresce mais alto do que 6 metros, com um tronco curto dividindo-se em ramos verticais.
Pequenas, perfumadas, flores verde-amarelado ou arroxeadas marcados com roxo-escuro, são suportados em pequenas panículas pilosas emergentes diretamente do tronco e os mais velhos, galhos mais grossos e alguns galhos, assim como os grupos de frutas curiosos se assemelha a pequenos pepinos que crescem sobre os caules. Eles tem em média dois a três centímetros de comprimento e a polpa ácido está embutida com sementes pequenas.
A pele da fruta é brilhante e muito fina.
Se não madura, a fruta é verde brilhante e crocante. Acontece amarelado como amadurece. A carne é verde, gelatinosa, suculenta e extremamente ácida.
Na Índia, como na Flórida, a árvore começa a florescer sobre fevereiro e, em seguida, as flores e os frutos mais ou menos continuamente até dezembro.
Árvores geralmente produzem culturas pesados de frutos durante um longo período, uma vez que eles amadurecem. Uma única árvore, muitas vezes produz centenas de frutos.
O bilimbi é geralmente considerado como demasiado ácido para comer cru, embora na Costa Rica, o verde, frutas cruas são preparados como um prazer que é servido com arroz e feijão. Às vezes é um acompanhamento para peixes e carnes.
Os frutos maduros são mais adicionados como preparo culinário no Extremo Oriente ou usado no lugar da manga para fazer molho picante.
No cozimento, fruto frequentemente utilizado em combinações com tamarindo (pode também ser usado com doce de tamarindo para neutralizar a acidez).
A fruta é rica em vitamina C. O suco da fruta é popular e é utilizada para fazer bebidas refrescantes na ordem de limonada.
Para reduzir a acidez, pode ser picado em primeiro lugar e embebido em água durante a noite e fervida com açúcar para fazer um congestionamento ou uma geleia ácido.
Nome popular: bilimbim; biri-biri; limão-de-caiena; azedinha
Nome científico: Averrhoa bilimbi L.
Família botânica: Oxalidaceae
Origem: Ásia.
Descrição e característica da planta
Essa planta pertence à mesma família da carambola.
A árvore é perene e pode atingir 10 metros de altura. As folhas são verdes e compostas por 5 a 16 folíolos alongados de 4 a 12 centímetros de comprimento.
As flores são emitidas diretamente no tronco e nos ramos, em forma de cacho (panícula).
Os frutos verde-claros, cilíndricos, com 5 a 8 centímetros de comprimento por 2 a 4 centímetros de diâmetro, levemente sulcados, ficam agrupados e pendurados nos ramos. Os frutos maduros têm a casca fina de cor verde-amarelada e a polpa esverdeada a amarelada.
No interior de cada fruto contém cerca de 10 sementes arredondadas, achatadas e de cor marron-escura (Fonte: Frutas exóticas. Luiz Carlos Donadio, J. C. Nachtigal e D. K do Sacramento. Jaboticabal: Funep, 1998. 279 p. ).
As condições favoráveis para bom desenvolvimento e frutificação são: temperatura amena a quente, não tolera geada, solos bem drenados, profundos, férteis, ricos em matéria orgânica e boa disponibilidade de água durante o ano.
A propagação pode ser feita por sementes ou por enxertia. Por enxertia é mais indicada porque a planta inicia a frutificação em menos tempo e permite obter novas plantas iguais à planta mãe.
No Brasil, essa planta é pouca conhecida, mas em outros países asiáticos existem variedades que produzem frutos menos ácidos.
Produção e produtividade
As plantas iniciam a produção 5 a 6 anos após o plantio de mudas obtidas a partir de sementes e 3 a 4 anos, quando enxertadas.
Ela floresce e frutifica mais de uma vez durante o ano. Os frutos amadurecem 90 dias após o florescimento.
Utilidade
Os frutos das variedades existentes no Brasil são bastante ácidos e consumidos ao natural somente quando estão bem maduros ou usados no preparo de compotas, geleias, vinagres e vinhos.
Os frutos verdes podem ser usados no preparo de picles, condimentos e molhos.
Frutos verdes contêm alto teor de ácido oxálico e redução desse ácido quando amadurecem e ocorre o inverso com a vitamina C, que passa de 20,82 para cerca de 60, 65 miligrama por 100 gramas de polpa.
Características da planta
Árvore de até 15 m de altura, tronco com casca lisa e escura. Folhas formadas por muitos folíolos, pilosos. Flores pequenas, vermelho-claras, aromáticas, presas aos ramos e tronco.
Fruto
Alongado, levemente sulcado, superfície lisa de coloração verde-amarelada. Polpa amarelo-clara envolvendo 2 sementes, elípticas e brancas. Frutifica de setembro a novembro.
Cultivo
Indicada para regiões tropicais
Origem e dispersão
O bilimbizeiro é originário do Sudeste Asiático e foi provavelmente introduzido no Brasil pela região Amazônica através de Caiena, de onde vem o nome limão-de-caiena.
O bilimbi é uma fruta muito próxima da carambola. Pouco menor do que esta e um pouco mais esverdeado, o bilimbi difere da outra basicamente por seu formato mais alongado e por apresentar o conhecido aspecto de estrela menos definido. Sua polpa firme e seu suco abundante contem, também como a carambola, altos teores de vitamina C e de ácido oxálico.
Verde ou maduro, ao contrário da carambola, o bilimbi é, quase sempre, considerado muito ácido e amargo para ser comido cru.
Processado, salgado ou doce, o bilimbi tem os mesmos usos que a carambola: quando verde, serve para a confecção de conservas em pickles; quando maduro, aplica-se muito bem em receitas de geleias e compotas. Na culinária oriental o bilimbi é, também, bastante empregado como ingredientes no preparo de variados pratos salgados.
Segundo Pio Corrêa, o bilimbi nunca foi encontrado em estado silvestre sendo sua pátria, portanto, desconhecida como a da caramboleira. Supõe-se que ele deva ser originário do sudeste asiático, das ilhas da região da Malásia, onde até hoje é bastante produzida e comercializado.
Esse nome – bilimbi – é, aliás, uma simplificação da nome dado à fruta naquela região – blimbling asem que, por sua vez, é também semelhante ao nome dado à carambola por ali – bimbling manis – onde asem significa amargo, e manis, doce. Em inglês, o bilimbi é conhecido como cucumber tree fluit – significando, literalmente, a fruta da árvore do pepino – talvez uma referência ao fato de seu sabor e de sua aparência lembrarem os de um pequeno pepino.
Na Amazônia, onde se aclimatou muito bem, a bilimbi teria sido introduzido via Caiena, região das Guianas de onde viria o nome limão-de-caiena pela qual também é conhecido.
Clima e Solo
Semelhante à caramboleira, é uma árvore relativamente adaptável a diversas condições climáticas, preferindo áreas com temperaturas médias de 25ºC, sem geadas, e precipitação pluviométrica acima de 1000 mm, bem distribuída.
Propagação
A propagação pode ser feita por sementes ou por enxertia, levando 5 a 6 anos para produzir no primeiro caso.
Variedades
Há variedades que produzem frutos com menor acidez, os quais podem ser consumidos crus.
Utilização
O fruto é considerado muito ácido para consumo ao natural. Geralmente é processado salgado ou doce para confecção de conservas em picles, condimentos, molhos e preservativos. Quando maduro é utilizado em geleias e compotas. Constitui boa fonte de vitamina C.
Fonte: toptropicals.com/globoruraltv.globo.com/www.paty.posto7.com.br

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020



JURUBEBA
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Nome popular: Jurubeba
Nome científico: Solanum paniculatum
Família: Solanaceae
Origem: Região Sul do Brasil
Ciclo de vida: Perene
Folha: Folhas simples, isoladas, pecioladas, bastante variáveis no formato e configuração, assemelhando-se às folhas de Solanum variabile.
Crescimento da planta: Jurubeba é uma pequena árvore da família das Solanaceae, cresce a 3 metros em altura, podendo chegar a 5 metros.
Quando da frutos: agosto - dezembro
Frutos: Baga pequena, arredondada, de coloração amarela quando madura, sabor amargo, dá em cachos presas a um pedúnculo.
Quando da flores: O florescimento ocorre desde o fim do inverno até o outono seguinte.
Flores: Inflorescência por cimeiras terminais, corimbosas. Flores de coloração branca ou levemente azulada.
Como adubar essa planta:  Preparar o local onde ela será cultivada incorporando adubo orgânico. Para manutenção fazer fertilizações com matéria orgânica.
Como regar essa planta: Aprecia solo ligeiramente úmido, não gosta de terreno encharcado.
Vai em qual clima: Tropical
Nativa de qual clima: Tropical
Aceita poda? - Não necessária, realizar poda de condução, com a retirada de ramos secos e mal formados.
Vai na sombra? - Sol Pleno
Atrai pássaros? - Atrai pássaros

FONTE: DA INTERNET



JURUBEBA
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Nome popular: Jurubeba
Nome científico: Solanum paniculatum
Família: Solanaceae
Origem: Região Sul do Brasil
Ciclo de vida: Perene
Folha: Folhas simples, isoladas, pecioladas, bastante variáveis no formato e configuração, assemelhando-se às folhas de Solanum variabile.
Crescimento da planta: Jurubeba é uma pequena árvore da família das Solanaceae, cresce a 3 metros em altura, podendo chegar a 5 metros.
Quando da frutos: agosto - dezembro
Frutos: Baga pequena, arredondada, de coloração amarela quando madura, sabor amargo, dá em cachos presas a um pedúnculo.
Quando da flores: O florescimento ocorre desde o fim do inverno até o outono seguinte.
Flores: Inflorescência por cimeiras terminais, corimbosas. Flores de coloração branca ou levemente azulada.
Como adubar essa planta:  Preparar o local onde ela será cultivada incorporando adubo orgânico. Para manutenção fazer fertilizações com matéria orgânica.
Como regar essa planta: Aprecia solo ligeiramente úmido, não gosta de terreno encharcado.
Vai em qual clima: Tropical
Nativa de qual clima: Tropical
Aceita poda? - Não necessária, realizar poda de condução, com a retirada de ramos secos e mal formados.
Vai na sombra? - Sol Pleno
Altura das mudas: 30 a 60 cm
Atrai pássaros? - Atrai passaros


domingo, 5 de janeiro de 2020



GUAPUVURU
Schizolobium parahyba

Resultado de imagem para GUAPURUVUResultado de imagem para GUAPURUVU

Nome Científico: Schizolobium parahyba
Nomes Populares: Guapuruvu, Bacurubu, Bacuruva, Bacuruvu, Badarra, Birosca, Faveira, Ficheira, Gabiruvu, Gapuruvu, Garapuvu, Guapiruvu, Guarapuvu, Guavirovo, Igarapobu, Paricá, Pataqueira, Pau-de-canoa, Pau-de-tamanco, Pau-de-vintém
Família: Fabaceae
Categoria: Árvores, Árvores Ornamentais
Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem: América do Sul, Brasil
Altura: acima de 12 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
O guapuruvu é uma árvore decídua de grande porte, podendo atingir facilmente 30 metros de altura. Ela ocorre naturalmente na floresta ombrófila densa e estacional decidual. Seu tronco é retilíneo, com ramificações apenas no alto. A casca é cinzenta, com cicatrizes provocadas pela queda das folhas e lenticelas. Sua copa é alta e aberta, de pouca sombra. As folhas são alternas, grandes, com cerca de 1 metro de comprimento, e caem com o passar do tempo. Elas são compostas bipinadas, com folíolos pequenos, elípticos e opostos. As inflorescências surgem de agosto a novembro, em numerosos cachos densos, eretos, de flores amarelas e muito vistosas. Os frutos amadurecem no outono e são vagens bivalvas, de forma obovada e cor parda. Cada um carrega apenas uma semente grande, lisa, oblonga e rígida, envolta por uma asa papirácea que se dispersa pelos ventos.

O guapuruvu é uma árvore de crescimento impressionante. Ela é apropriada para jardins extensos, assim como parques e praças, modificando em poucos anos a paisagem. Além do aspecto escultural de seu caule e copa, esta bela árvore ainda nos presenteia com uma floração espetacular. Sua madeira é clara, leve e macia, prestando-se para a caixotaria, artesanato, construção civil e fabricação de canoas. Estuda-se também sua utilização como fonte de celulose. É uma espécie pioneira, indicada para recuperação inicial de áreas degradadas. Sua floração é atrativa para as abelhas.

Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente no primeiro ano após o plantio. Planta higrófita, prefere locais úmidos como as margens dos rios e é capaz de tolerar encharcamento. Multiplica-se por sementes, sendo interessante a quebra da dormência através da escarificação mecânica (o tegumento da semente deve ser desgastado no lado oposto ao hilo), escarificação em ácido sulfúrico ou imersão em água quente. As sementes permanecem viáveis por muitos anos se armazenadas em local arejado e fresco.



FONTE: INTERNET