UNIDOS PELA PRESERVAÇÃO

O futuro da natureza depende do que você faz agora. Ajude a cuidar de nossas árvores, dos nossos animais, das nossas flores, principalmente dos nossos rios, mares e lagos, eles são a preservação da vida na terra. Faça sua parte! Autor: Júlia Kranz Kniest

SEJAM BEM VINDOS!!!

sábado, 21 de setembro de 2013

Dia 21 de setembro comemora-se o dia da árvore

As árvores merecem respeito de todo o mundo
foto divulgação
No dia 21 de setembro comemora-se o dia da árvore. Essa data foi escolhida em razão da chegada da primavera. Mas antes da escolha dessa data, acontecia no país, na última semana de março, a festa Anual das Árvores, instituída pelo presidente Castelo Branco, em 1965.
Mais adiante, a árvore ganhou um dia especial em virtude de sua importância para a vida humana e também com a chegada da primavera, onde ganham nova vida e abrem lindas flores que dão origem a novas árvores.
Com a chegada da primavera podemos ver as cidades mais alegres, pois essas se enchem de flores de todas as cores.
Muitos pensam que a árvore que simboliza o Brasil é o pau-brasil, em razão do nome, mas esse título cabe ao ipê-amarelo, uma das cores que representam o nosso país. O pau-brasil encontra-se em extinção, pois foi muito contrabandeado por ser uma madeira de cor avermelhada e de aparência nobre. Além dessa, o jacarandá, o mogno e o pinheiro também se encontram nas mesmas condições de extinção.
As árvores são plantas que possuem um caule lenhoso e são constituídas por raiz, caule, folha, flor, fruto e sementes. São elas que nos fornecem o ar que respiramos, além das frutas e outros tipos de alimentos; a madeira para construção de móveis, casas, objetos decorativos, cercas; também fornecem remédios; e a celulose, matéria-prima para a fabricação de papel.
Em face das necessidades dos homens em construir novas moradias e melhorar suas condições de vida, as árvores acabaram sendo alvo de destruição, pois grandes áreas foram desmatadas para a construção das cidades.
O contrabando de madeiras também fez com que grandes áreas fossem destruídas, principalmente na floresta amazônica, onde o acesso a outros países é mais fácil e próximo. Os prejuízos seriam menores se fossem plantadas novas árvores nos lugares das devastações, mas o tempo que levam para crescer é muito grande.

O homem precisa ter consciência de que as plantas também são seres vivos e que levam tempo para se desenvolverem. Uma árvore leva longos anos para ficar bem desenvolvida e algumas são tão velhas que são tombadas como patrimônio histórico, devendo ser preservadas.



Vamos rimar?

Proteger as nossas árvores
É dever de todos nós
Pois elas fornece a vida
Para que tenhamos voz.

As árvores que nos fornecem
O bom ar que respiramos
A sombra e a água fresca
Toda vez que precisamos.

Fornecem madeira nobre
Constroem o nosso lar
Enchem de vida as florestas
Pra toda ave cantar.

Protegem as vidas silvestres
Faz beleza natural
Florem no tempo certo
Até mesmo no quintal.

A floresta protegida
É viver muito legal
Que belo ouvir o tom
Do bico do pica-pau.

O famoso joão-de-barros
Com a maria-barrela
Faz a casa protegida
Num galho da seriguela.

Que bom ouvirmos o canto
Dos passaros em liberdade
Isso quando preservamos
Até mesmo na cidade.

Dia 21 de setembro
Bom mesmo comemorar
O dia das nossas árvores
Que ajudamos a plantar.

__________________

Hermano Alves
21 de set 2013
Poço Verde _SE




quinta-feira, 29 de agosto de 2013

RIFOCINA


Nomes Populares: Bálsamo, Flor-coral, Planta-coral, Rifocina

Família: Euphorbiaceae

Origem: América Central, América do Norte, México
A flor-de-coral é uma planta suculenta e arbustiva, de folhagens e florações muito ornamentais. O caule é ramificado e geralmente não ultrapassa os 3 m de altura. Sua forma lembra muito um mamoeiro ramificado. As folhas são grandes de cor verde-escura. As inflorescências surgem o ano todo, despontando acima da folhagem, por longas hastes, estruturas semelhantes a corais. A cor da inflorescência é vermelha, e dela surgem pequenas flores com o centro amarelo. Os frutos que se seguem são do tipo cápsula, amarelos quando maduros e contém cerca de 3 sementes.
Num jardim, a flor-coral se destaca pelo jeito tropical, pelas folhas de formato singular e pelas flores de cor vibrante. É uma planta perfeita para plantar em vasos e jardineiras, adornando varandas, sacadas e pátios ensolarados. É uma planta ideal também, para jardins rochosos, acompanhando cactáceas e outras suculentas, criando uma atmosfera de jardim desértico.
Ela deve ser cultivada sob meia sombra ou, preferencialmente, sol pleno, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares.
Gosta do calor tropical, mas não a umidade excessiva. Após o pleno estabelecimento torna-se bastante tolerante à seca. No Inverno frio convém reduzir as regas para prevenir contra o apodrecimento das raízes. Neste período é normal a planta perder as folhas. Não suporta a salinidade de regiões litorâneas. Sua multiplicação se faz por estacas e sementes, colocadas para enraizar Primavera

Alerta: A planta é tóxica, por este motivo deve ser mantida fora do alcance de crianças pequenas e animais domésticos. Suas  sementes e outras partes da planta contém alcalóides, substâncias que provocam dores abdominais, náuseas, vômitos e diarréia quando ingeridas em grande quantidade. (A seiva pode manchar a roupa, tome cuidado ao podar a planta use luvas de borracha). Se bem adaptada pode se tornar invasiva.

sábado, 24 de agosto de 2013

DEVEMOS PROTEGER OS MANGUEZAIS

MANGUES, HABITAR DE VÁRIOS SERES

Mangues

Foto: divulgação


Introdução 

Podemos encontrar a vegetação de mangue nas regiões litorâneas do Brasil. Nestas áreas, a água do mar avança no solo, formando regiões alagadiças.
Características principais dos mangues:

- Presença de caranguejos que buscam seus alimentos no mangue.

- A formação vegetal do mangue (plantas e arbustos) possui raízes externas (aéreas). Como o solo do mangue é pobre em oxigênio, este é obtido pelas plantas fora do solo.

- Em função da diversidade da região, podemos dividir os mangues em: mangue-branco, mangue-vermelho e mangue siriúba.

- As plantas possuem sementes compridas, finas e pontudas. Isto ocorre para facilitar a reprodução, pois quando caem no solo úmido, podem se fixar com mais facilidade.

- O cheiro do mangue é bem característico, em função da presença de áreas salobras (com presença de sal).

Degradação das regiões de mangue

poluição de rios e mares em conjunto com a especulação imobiliária nas regiões litorâneas tem afetado, significativamente, os mangues. Esta área tem diminuído de tamanho e o ecossistema da região tem sido afetado nas últimas décadas. Trabalhadores locais, principalmente os que vivem da caça e comércio de caranguejos, tem sofrido com a diminuição destes animais nos manguezais.
Animais do Mangue
As principais espécies de animais encontradas em regiões de mangue são: lontra, sagui, peixe-boi marinho, cobra, crocodilo, lagarto, tartaruga, caranguejo, craca, aranha, mexilhão, minhoca, entre outros.
Curiosidades:
- O mangue é o habitat de várias espécies marinhas e também de caranguejos.
- É comemorado em 26 de julho o Dia Internacional de Defesa dos Manguezais.

Fonte: http://www.suapesquisa.com


quinta-feira, 22 de agosto de 2013


                          Dia do Folclore: 22 de Agosto




Criação da data
O Congresso Nacional Brasileiro, oficializou em 1965 que todo dia 22 de agosto seria destinado à  comemoração do folclore brasileiro. Foi criado assim o Dia do Folclore Nacional. Foi uma forma de valorizar as histórias e personagens do folclore brasileiro. Desta forma, a cultura popular ganhou mais importância no mundo cultural brasileiro e mais uma forma de ser preservada. O dia 22 de agosto é importante também, pois possibilita a passagem da cultura folclórica nacional de geração para geração.
Comemoração
O Dia 22 de agosto é marcado por várias comemorações em todo território nacional. Nas escolas e centrou culturais são realizadas atividades diversas cujo objetivo principal é passar a diante a riqueza cultural de nosso folclore. Os jovens fazem pesquisas, trabalhos e apresentações, destacando os contos folclóricos e seus principais personagens. É o momento de contarmos e ouvirmos as histórias do Saci-Pererê, Mula-sem-cabeça, Curupira, Boto, Boitatá, etc.
Nesta data, também são valorizadas e praticadas as danças, brincadeiras e festas folclóricas.




Vamas rimar?

Quando chega esse dia
No sertão do meu Brasil
Os tempos voltam depressa 
Com coisas que os jovens não viu.

Vê caipora lá na mata
Vê o saci pererê
Vê a mula sem cabeça
Vê o que queria vê.

No Nordeste brasileiro
No sertão deste Brasil
Salve, salve este dia
Deste povo varonil.

Salve o dia do folclore
Salve também a você
Salve as matas preservadas
Salve o saci pererê.
__________________
Hermano Alves
22 de agosto 2013
Poço Verde - SE



















EDUCAÇÃO AMBIENTAL


EDUCAÇÃO AMBIENTAL

foto: divulgação

Educação ambiental é aquela destinada a desenvolver nas pessoas conhecimentos, habilidades e atitudes voltadas para a preservação do meio ambiente.
Importância e objetivos 
A educação ambiental pode ocorrer dentro das escolas, empresas, universidades, repartições públicas, etc. Esta educação pode ser desenvolvida por órgãos do governo ou por entidades ligadas ao meio ambiente.

A educação ambiental deve estar presente dentro de todos os níveis educacionais, com o objetivo de atingir todos os alunos em fase escolar. Os professores podem desenvolver projetos ambientais e trabalhar com conceitos e conhecimentos voltados para a preservação ambiental e uso sustentável dos recursos naturais.

Legislação 
No Brasil, existe uma lei específica que trata da educação ambiental. A Lei número 9.795 de 27 de abril de 1999, dispõe sobre a educação ambiental, instituindo a política nacional de educação ambiental.
Sugestões de temas para trabalhar em sala de aula:
Temas que podem ser abordados na escola em aulas relacionadas ao meio ambiente: ecologia, preservação da natureza, reciclagem, desenvolvimento sustentável, consumo racional da água, poluição ambiental, efeito estufa, aquecimento global, ecossistemas, etc.
Você sabia?
- Comemora-se em 5 de junho o Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia.
- Comemora-se em 15 de outubro o Dia do Educador Ambiental.



domingo, 11 de agosto de 2013

BASEANDO-SE EM CALEDARIOS

Calendário: um breve histórico

A definição de calendário, regras e erro do Calendário Gregoriano

Calendário é o agrupamento e contagem de períodos do tempo cuja unidade básica é o dia. Um dia é um ciclo de rotação da Terra, volta que a Terra dá em torno de seu próprio eixo. O agrupamento de 7 dias forma a semana, o agrupamento de trinta dias (que pode variar de 28 a 31 dias) forma o mês e o ciclo de translação, volta que a terra dá em volta do sol, é chamado de ano. Cada 10 anos formam uma década, cada 100 anos formam um século e cada mil anos formam um milênio.
Os dias são perceptíveis e fáceis de contar, mas um ano não é uma tarefa tão simples porque a unidade de contagem, o dia, não é uma fração exata. Um ano tem aproximadamente 365,2422 dias, ou seja, 365 dias 5 horas 48 minutos e 47 segundos. A maioria dos diversos calendários criados pelo homem tem uma unidade de medida de tempo equivalente ao que chamamos de ano, essa medida acompanha o movimento do sol. Na prática o ano é dividido em estações e as estações são utilizadas para o planejamento das atividades agrícolas, porque elas se desenvolvem melhor se utilizadas na estação certa.
Os calendários podem ser lunares, solares, luni-solares ou arbitrários. Os calendários lunares tem como referência a lua, nosso astro. Os calendários solares baseiam-se no sol e luni-solares são aqueles que utilizam uma mescla dos dois calendários. Os calendários arbitrários não seguem nem o sol, nem a lua. O calendário mais utilizado no ocidente é o Calendário Cristão gregoriano, uma evolução do Calendário Juliano. Antes do Calendário Juliano era utilizado o calendário romano que era um calendário lunar e cada mês iniciava no primeiro dia da lua nova. O Calendário Gregoriano, pode ser chamado de luni-solar pois é baseado no sol, mas tem datas baseadas na lua. Essas são as datas móveis que conhecemos. As datas móveis baseiam-se na data da Páscoa que acontece no primeiro domingo após a lua cheia eclesiástica. As datas eclesiásticas tendem seguir o tempo lunar.

O Calendário Juliano tinha um erro que fez com que no século 16 a Páscoa fosse celebrada no verão. Em 1582 o Papa Gregório XVIII estabeleceu um novo calendário para corrigir o Calendário Juliano, surgiu então o Calendário Gregoriano. Em outubro de 1582, no Brasil e em países da Europa, foram tirados 10 dias do calendário (veja o calendário de 1582) e do dia 4 de outubro passou para o dia 15 do mesmo mês. O Calendário Gregoriano, utilizado na maior parte do ocidente, tem anos bissextos, que é o acréscimo de um dia, no mês de fevereiro. Um ano é bissexto se for múltiplo de 4, exceto se esse ano for múltiplo de 400. Com essa regra o calendário gregoriano mantém por um bom tempo a sincronia com o ano tropical da Terra podendo prever as estações, mas ainda não é perfeito porque há uma diferença de aproximadamente 3 dias a cada 10 mil anos, o que gerará no futuro uma correção. Já se fala na necessidade de correção de um dia no nosso calendário por volta do ano 4000.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Os dez mandamentos do produtor rural

            Os dez mandamentos do produtor rural



  1. Conservar o meio ambiente;
  2. Planejar tudo com antecedência;
  3.  Elaborar plano de negócio considerando a vocação produtiva de cada área;
  4. Diversificar e integrar as atividades para aumentar a rentabilidade das mesmas e conferir à propriedade bom grau de estabilidade financeira e ambiental;
  5. Estar informado para inovar e competir com eficiência;
  6. Analisar cuidadosamente cada situação, objetivando segurança e agilidade nas tomadas de decisões.
  7. Formar boa equipe e descentralizar a administração e as decisões;
  8. Estabelecer padrões de desempenho e com base neles remunerar a equipe de trabalho;
  9. Contabilizar receitas, despesas, produção e produtividade. (produtividade – quantidade produzida por unidade de trabalho. Produto – resultado de qualquer atividade humana)
  10. Saber comprar e vender. Evitar a intermediação.
OBRIGADO AO HOMEM DO CAMPO
                                                                        Dom e Ravel
  1. Obrigado ao homem do campo
    Pelo leite o café e o pão
    Deus abençoe os braços que fazem
    O suado cultivo do chão
    Obrigado ao homem do campo
    Pela carne, o arroz e feijão
    Os legumes, verduras e frutas
    E as ervas do nosso sertão
    Obrigado ao homem do campo
    Pela madeira da construção
    Pelo couro e os fios das roupas
    Que agasalham a nossa nação
    Pelo couro e os fios das roupas
    Que agasalham a nossa nação
    Obrigado ao homem do campo
    O boiadeiro e o lavrador
    O patrão que dirige a fazenda
    O irmão que dirige o trator
    Obrigado ao homem do campo
    O estudante e o professor
    A quem fecunda o solo cansado
    Recuperando o antigo valor
    Obrigado ao homem do campo
    Do oeste, do norte e do sul
    Sertanejo da pele queimada
    Do sol que brilha no céu azul
    Sertanejo da pele queimada
    Do sol que brilha no céu azul
    E obrigado ao homem do campo
    Que deu a vida pelo Brasil
    Seus atletas, heróis e soldados
    Que a santa terra já cobriu
    Obrigado ao homem do campo
    Que ainda guarda com zelo a raiz
    Da cultura, da fé, dos costumes
    E valores do nosso país
    Obrigado ao homem do campo
    Pela semeadura do chão
    E pela conservação do folclore
    Empunhando a viola na mão
    E pela conservação do folclore
    Empunhando a viola na mão
    Lá rá lá, lá rá lá, lá rá lá....


segunda-feira, 1 de julho de 2013

11 de setembro: Dia do Cerrado



11 de setembro: Dia do Cerrado
O Brasil alcança mais um 11 de setembro, data nacional dedicada ao Cerrado. Entre repetidas promessas de um modelo de desenvolvimento sustentável, essa região estratégica para o futuro do país tem sua vegetação nativa diariamente consumida, ora pelo desmatamento, ora pelas queimadas.
Só não mudam os motivos: ampla margem legal para desflorestamento (80% das propriedades rurais), extração ilegal de madeira e de carvão, avanço desregrado da agropecuária, da urbanização e da geração de energia.

Apesar das agressões impostas ao longo de cinco décadas, a “caixa d'água do Brasil” ainda abastece grandes aqüíferos e bacias hidrográficas, inclusive para a Amazônia e Mata Atlântica. Associando essa riqueza à tecnologia, 40% do Cerrado estão ocupados pela agropecuária. Ao todo, já perdeu metade da vegetação original, e o restante está muito fragmentado.

Complicando o futuro dessa região bela e inspiradora de culturas ímpares, menos de 3% do Cerrado estão protegidos de fato. Logo, o Brasil pode e deve equilibrar de vez a balança entre produção e conservação, construindo um caminho mais seguro para um futuro de incertezas climáticas, onde ainda precisaremos produzir alimentos.
Segunda maior formação vegetal da América do Sul, ocupando um quarto do território brasileiro e pequenas porções da Bolívia e do Paraguai. Importante fonte de água e palco de belezas naturais e culturas incomparáveis, o Cerrado é reconhecido como a região com savanas mais rica em vida no planeta. Todavia, já perdeu metade da vegetação original.
Sua característica vegetação esparsa com árvores baixas, retorcidas e de casca grossa.
 Plantou-se no imaginário nacional a falsa idéia de formação monótona e de pouco valor. Pelo contrário, o Cerrado é fonte de culturas e paisagens de surpreendente exotismo e rara beleza com alto potencial turístico e econômico. O bioma é palco de uma profusão de campos naturais, savanas, veredas e florestas pontuadas por rios, córregos e cachoeiras.


© WWF-Brasil

 Há milhões de anos, o velho planalto, esculpido por suas águas, ainda puro e abundante. E que temos que fazer o possível para que permaneçam assim, ao longo das futuras gerações. 
Reserva da Biosfera
© MMA
A Reserva da Biosfera do Cerrado possui 296,5 mil quilômetros quadrados e abrange parte do Distrito Federal e dos estados de Goiás, Tocantins, Maranhão e Piauí.

Ela é uma das seis reservas brasileiras desse tipo reconhecidas pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco, sigla em inglês), ao lado da Mata Atlântica, Cinturão Verde de São Paulo, Pantanal, Caatinga e Amazônia Central. 

sábado, 22 de junho de 2013

Alecrim das Hortas e do Campo

Nome: Alecrim
Nome científico: Rosmarinus officinalis
Origem: Mediterrâneo
Família: Lamiaceae
Cilco de vida: Perene
Altura: 50cm
Época de cultivo: todo ano, exceto épocas de geada
Usos: culinária, religiosa, chás, perfumaria, mel
Cultivo: Vasos ou jardim
Descrição: Arbusto muito ramificado, sempre verde, com hastes lenhosas, folhas pequenas e finas, opostas, lanceoladas. Floresce quase todo o ano e não necessita de cuidados especiais nos jardins.
Toda a planta exala um aroma forte e agradável. Utilizada com fins culinários, medicinais e religiosos, a sua essência também é utilizada em perfumaria, pois contém tanino, óleo essencial, pineno, cânfora e outros princípios ativos que lhe conferem propriedades excitantes, tônicas e estimulantes.
A sua flor é muita apreciada pelas abelhas produzindo assim um mel de extrema qualidade. Há quem plante alecrim perto de apiários, para influenciar o sabor do mel.
Devido à sua atratividade estética e razoável tolerância à seca, é utilizado em arquitetura paisagista, especialmente em áreas com clima mediterrânico. É considerada fácil de cultivar para jardineiros principiantes, tendo uma boa tolerância a pragas.
O alecrim é facilmente podado em diferentes formas e tem sido utilizado em topiária. Quando cultivado em vasos, deverá ser mantido de preferência aparado, de forma a evitar o crescimento excessivo e a perda de folhas nos seus ramos interiores e inferiores, o que poderá torná-lo um arbusto sem forma e rebelde. Apesar disso, quando cultivado em jardim, o alecrim pode crescer até um tamanho considerável e continuar uma planta atraente.


A sua composição química revela que contém tanino, um princípio amargo, essência, borneol, cineol, cânfora etc. E estimulante, vulnerário e também condimento. Sua essência odorante é utilizada na fabicação de cosmético e de água-de-colônia. Informam ainda que o alecrim é aromático, antisséptico, colagogo, estomáquico, estimulante, emenagogo, antispasmódico e narcótico. Suas flores e suas folhas são úteis no tratamento da asma, da coqueluche, da fraqueza, gripe, etc. A maceração das suas folhas com as raízes de urtiga e de bardana, com álcool, aplicada em fricções capilares, fazem recrescer os cabelos. O pó das folhas do alecrim é empregado na Algéria para recobrir feridas e particularmente as causadas pela circuncisão. A essência é usada para afastar as traças. Para uso interno, emprega-se uma infusão de 5 a 15 g por litro de água. Em maceração no vinho, de 30 a 60 g por litro, recomenda-se a dose de 2 a 3 taças (de champanha) por dia. Para uso externo, usa-se a infusão de 50 a 60g por litro de água fervente, em banhos, nos casos de reumatismo articular, sendo também usada em banhos estimulantes e aromáticos e em banhos fortificantes para as crianças. Serve o alecrim igualmente para a preparação de uma água de toucador. Obtém-se excelente vulnerário contra as contusões e golpes fazendo-se a infusão a frio, durante uns quinze dias, num litro de álcool, de 10g de brotos de alecrim, orégão, tomilho, melissa e salva cortadas em bocadinhos. Este preparado, ministrado em meio copo de água fresca, é recomendado nos casos de desmaio, síncopes e desfalecimentos. As propriedades do alecrim são conhecidas desde a mais remota antigüidade. Hipócrates já a recomendava assim como Dioscóride e os médicos árabes. Sua voga foi extraordinária na Idade Média e Renascença. O alcoolato de alecrim tornou-se famoso com o nome de “água da rainha da Hungria” e fez furor na corte de Luís XIV. Era o medicamento preferido de Madame de Sevigné. O remédio teria sido inventado pela rainha Elizabeth (filha de Wladislas Lokietak, rei da Polônia), que nasceu em 1306 e desposou em 1320 Charles-Robert d’An-jou, rei da Hungria, morto em 1381. Esta água curava a gota e a paralisia.Fonte: http://plantas-medicinais.me
Alecrim-do-campo


Alecrim-do-campo (Baccharis dracunculifolia)
Familia das Asteraceae ou Compositae.
 é uma espécie arbustiva, ramificada e perene que pode chegar a três metros de altura. É nativo da América do Sul e foi considerada uma planta invasora de pastagens e erradicada de muitas regiões em função disto.
É encontrado principalmente em países como ArgentinaParaguaiUruguai e Bolívia. No Brasil, onde também é conhecido pelo nome popular de vassourinha devido a seu uso na produção de vassouras, ocorre nas regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste, principalmente nas áreas de cerrado.
O alecrim-do-campo é uma das cerca de 23 mil espécies da família Asteraceae ou Compositae.
Atualmente, sabe-se que é por meio da coleta de resina desta planta pelas abelhas é que elas produzem o própolis verde. A espécie, ao servir como hospedeira a diversos tipos de insetos e fungos, possui uma enorme biodiversidade associada.
Embora seja selvagem, as mudas podem ser produzidas por meio de sementes. Também se dissemina por auto-propagação.
Uma popular canção folclórica fala desta planta:
Alecrim, alecrim dourado
Que nasceu no campo
Sem ser semeado
Foi meu amor,
Que me disse assim:
Que a flor do campo,
é o alecrim.



Vamos Rimar?
Planta tipica do sertão
Cheira bastante
Alimenta as abelha
E aromatiza esse chão.

Já nasci vendo essa planta
A minha vovó fazia chá
Pra ameniza as doenças
E consequentemente curar.

Minha terra tem alecrim
Mais cheiroso nunca vi
Faz cheirar nossa caatinga
Aqui, acolá ou ali.

Pra louvar o alecrim
No presente e no  passado
É uma planta valiosa
                                                        Que ninguém deixa de lado.

Bom cheiro tem esta planta
Nativa do meu sertão
Bastante medicinal
Ninguém duvida que não.
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Hermano Alves
Poço Verde - SE
22 de junho 2013





terça-feira, 18 de junho de 2013

Bouganville ou Primavera


Bouganville ou Primavera

                                   


De origem brasileira, a primavera (Bougainvillea spectabilis, Bougainvillea glabra) - também conhecida como buganvília, ceboleiro, três-marias ou flor-de-papel, juazeiro - é uma espécie rústica, que exige poucos cuidados. Seu nome foi dado em homenagem ao francês Louis Antoine Bougainville, que a descobriu em nosso país, por volta de 1790, e a levou para a Europa, onde ela se tornou famosa e se difundiu para o resto do mundo. As belas e coloridas "flores" da primavera não são exatamente as flores da planta: são brácteas (folhas modificadas) que envolvem as verdadeiras, e relativamente insignificantes, flores amareladas. O conjunto resulta numa aparência exótica, encontrada nas cores branca, rosa, vermelho intenso ou laranja.
Por ser uma espécie muito hibridada, já se obteve brácteas com dezenas de formas e cores, inclusive bicolores - e também a forma variegada. Quando adulto esse arbusto escandente e espinhento pode atingir de 5 a 10 metros de comprimento. A primavera é uma planta muito rústica, que necessita de poucos cuidados e se adapta a diversos tipos de clima; sendo, inclusive, bastante resistente a mudanças bruscas de temperatura. É certo, porém, que os coloridos mais vibrantes e intensos desta planta são encontrados em locais de clima quente e úmido.
Primaveras multiplicam-se por alporquia ou por estacas de galhos lenhosos, com aproximadamente 20 cm. A primavera gosta de sol pleno, clima quente e úmido, e suporta solos mais secos. As regas podem ser feitas aproximadamente de 15 em 15 dias. A freqüência só deve ser aumentada nos primeiros meses após o plantio ou em épocas muito quentes.
Sobre a questão do sol pleno, é interessante lembrar que em seu habitat natural, a primavera cresce encostada em grandes árvores e utiliza-se dela como tutor. Isso acontece particularmente com a Bougainvillea glabra, que emite brotações muito vigorosas na vertical, até atingir o topo da árvore. Aí, então, abre-se em copa e suas folhas e flores se confundem com as da própria árvore que serviu de apoio. Assim, podemos pensar que é possível cultivar primaveras à meia-sombra, desde que haja condições da parte aérea receber raios solares diretos.
Recomenda-se fazer uma poda de limpeza periodicamente, removendo galhos secos e doentes, para favorecer o bom desenvolvimento da primavera e estimular sua floração constante. Após a poda é aconselhável realizar uma boa adubação, usando adubos orgânicos ricos em Fósforo (P). Em geral, as primaveras devem ser adubadas preferencialmente com material orgânico (esterco bem curtido, torta de mamona ou farinha de ossos). No caso de optar pelo adubo químico, a recomendação é aplicar uma formulação NPK 10-20-15 ou aproximada, com predominância do P (Fósforo) da fórmula.
Apesar de rústica, a primavera pode ser atacada por lagartas (que devem ser eliminadas pela catação manual) e doenças fúngicas. Se o problema for muito grave, indica-se borrifar a planta com um bom fungicida, tomando sempre o cuidado de não encharcar o seu solo, para evitar o acúmulo de umidade.



segunda-feira, 17 de junho de 2013

DE VOLTA AOS TEMPOS DA VOVÓ

Substituindo os alopáticos por plantas medicinais



A babosa é utilizada em tratamento de feridas, queimaduras e furúnculos.

O uso de remédios industrializados para cura imediata de sintomas é uma prática muito constante no nosso dia-a-dia: basta uma pequena dor de cabeça para visitarmos uma farmácia e adquirirmos o fim deste incômodo.

Entretanto, uma maneira mais saudável seria o uso de remédios naturais, como: chás, águas aromatizadas, pastas de folhagens, óleos, dentre outros.

Assim, este texto tem como propósito sugerir a substituição dos remédios alopáticos pelo uso das plantas como primeira opção na enfermaria da escola.

A construção de canteiros para plantas medicinais poderá enriquecer o trabalho com os alunos. Caso não haja área própria para tal fim, mini-canteiros feitos de garrafas PET podem ser uma alternativa.

Materiais:

• Garrafas PET
• Tesoura
• Terra
• Sementes ou mudas
• Caixas de ovos

Deitar a garrafa e fazer um corte na horizontal, como na ilustração abaixo:

Formar pequenos furos no fundo da garrafa com auxílio de tesoura com ponta ou pregos.

Acrescentar terra, preferencialmente enriquecida com adubo ou húmus.

Plantar as mudas ou sementes.

Utilizar as caixas de ovos como suporte, de forma com que as garrafas não fiquem diretamente no chão.

Caso tenha condições, a escola pode fazer uma pesquisa para saber quais são as principais queixas das pessoas que vão até a enfermaria, buscando para os canteiros as plantas mais adequadas para tais casos. A seguir, algumas sugestões:

Boldo (Coleus barbatus): usa-se para problemas de fígado, digestão, prisão-de-ventre e estômago. Preparo: fazer chá das folhas.

Babosa (Aloe arborescens): para queimaduras, feridas e furúnculos. Tomar duas gotas da “baba” da folha em água fria ou aplicar localmente na pele.

Gengibre
 (Hedychium coronarium): para tosse, bronquite e dor de garganta. Mascar ou a ingestão do chá são formas de curar tais sintomas.

Melissa
 (Melissa officinalis): usada como calmante e para dores de cabeça, digestiva e cólica menstrual. Utiliza-se na forma de chá.

Não podemos nos esquecer dos cicatrizantes: o óleo de copaíba e o de andiroba, além da tintura de arnica (flores secas de arnica + álcool de cereais + água) são excelentes para tal fim.

domingo, 9 de junho de 2013

JUNHO NO SERTÃO, É CERTEZA DE SÃO JOÃO!

JUNHO NO SERTÃO, É CERTEZA DE SÃO JOÃO



Estamos no mês de junho
Com ele o São João
Com o São João as quadrilhas
Com elas, animação.

Poço Verde se destaca
No quesito festejar
Nas quadrilhas que balançam
E faz o povo dançar.

Quadrilhas muito elegantes
Que brilha no mesmo tom
Que faz festa, muita festa
Na luz negra de neon.

Há quadrilha que festeja
Muitas vezes na semana
Fazendo jus ao empenho
De Pedro de João de Ana.

É um homem de cultura
Orgulho de nossa gente
Faz o povo festejar
E nos deixando contente.

É festa pra todo lado
Com bastante animação
Ninguém pode desistir
De festejar São João.

Do sertão poçoverdense
Exportamos alegria
Pois estamos bem pertinho
Do Estado da Bahia.

A fogueira vai queimando
Faz arder o nosso chão
Faz o homem sertanejo
Se alegrar com quentão.

Nas terras poçoverdenses
Cheia de cores e beleza
Pedimos mais proteção
Pras coisas da Natureza.

Somos povos decididos
Desse pequeno torrão
Das terras de Capas bodes
Das quadrilhas de São João.

Milho assado na fogueira
Sem nenhuma cerimonia
Sem falar do amendoim
E da saborosa pamonha.

Esperança do Nordeste
Com jovens que dança bem
Se preparam todo dia
Até o ano que vem.

Nas vésperas do São João
Poço Verde se alvoroça
Com quadrilhas animada
E os casamentos da roça.

Em toda essa festança
Há pessoas que comanda
Mantendo viva a cultura
Como Pedro João de Ana.

Messias lá do Agrícola
Com a Esperança do Nordeste
É mesmo um cabra de luta
Autentico "cabra da peste".

As quadrilhas representam
A cultura popular
Onde houver festa junina
Elas vão estão por lá.

Alegrando a nossa gente
Proporciona alegria
Muita paz ao sertanejo
De Sergipe ou da Bahia.

É de forma espontânea
Que nossa gente festeja
Sendo inverno ou verão
Qualquer lugar que esteja.

É legal ser nordestino
Brasileiro, sim senhor.
Pra festeja o São João
Com muita paz e amor.

De verso em verso falemos
Desse povo que festeja
Pedindo paz ao Senhor
Em qualquer lugar que esteja.

De espinhaço de jegue
Fomos um dia chamado
Hoje somos invejados
Nos quatro cantos do estado.

Poço Verde catingueira
Sergipana e de progresso
Das boas festas juninas
Da partida ou do regresso.

De muitas festas famosas
Dese povo sertanejo
Vindos de tempos primórdios
Do pequeno vilarejo.

Dos enormes trios elétricos
Que trazemos da Bahia
Das banda pequenas de Pífanos
Proporcionando alegria.

Que bom pensarmos assim
Na ardência do verão
Nas boas festas juninas
Ou de São Sebastião.

A festa de Santa Cruz
Festejada só em maio
É uma das nossas peças
De uma colcha de retalho.

Se tivermos bom inverno
Todos irão festejar
Há safra de milho e feijão
Que sobra pra exportar.

Roça de milho plantado
Da "boneca" ao pendão
Faz bem ao poçoverdense
Alegra nosso povão.

Roçado  já destocado
Arado pra boi puxar
Roceiro muito feliz
É seca que fica pra lá.

Aqui estamos felizes
Vivendo neste lugar
Passa seca, passa tudo.
Até o inverno chegar.

Estamos muito contentes
Em nosso caro torrão
Representando a bravura
Dos roceiros do sertão.

Se fosso para falar
Do que tem de bom aqui
Ficaríamos mais de um ano
E não íamos conseguir.

Vou somente relatar
Para essa boa gente
Um pouquinho da cultura
Que deixa um povo contente.

Eis os nomes de quadrilhas
Desse São João Sergipano
Que alegra nossa gente
Nesse meado do ano.
-------------------------Alguns nomes de quadrilhas Juninas

  • Meu Chamego
  • Milho Verde
  • Cangaceiro da Boa
  • Cordel Encantado
  • Pé Quente
  • Asa Branca
  • Maculelê
  • Parafuso
  • Eneanto Nordestino  
  • Forró Nordestino

  • Forró Quentão
  • Maria Bonita
  • Chapeu de Couro
  • Acende a Fogueira
  • Arreio de ouro
  • Arriba a Saia 
  • Flor Nordestino
  • Esperança do Nordeste
     ------------------------- Outras culturas
  • Samba de Coco
  • Maculelê
  • Parafuso
  • Pastoril
  • Reisado
  • Maracatu
  • Banda de Pifano
  • Cabacinhas
  • Capoeira
  • Quadrilha junina.
  • Bata-de-feijão
  • Quebra-pote
  • Pau-de-cebo
  • Taieira
  • Silibirno
  • Forró Nordestino
  • Forró Quentão
  • Maria Bonita
  • Chapéu de Couro
  • Acende a Fogueira
  • Arreio de ouro
  • Arriba a Saia 
  • Flor Nordestino
Não só daqui da cidade
Mas de toda região
Demonstra que o nordestino
Tem bom gosto à tradição.

Manifestações populares
Do sertão ao litoral
Da Caatinga a Amazônia
Do Brasil a Portugal.

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Com lema de preservar.

Ao povo poçoverdense
Culturais por natureza
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Com esta cidade princesa.

Agradeço aos visitantes
A este pequeno torrão
Levem daqui a presteza
Deste povo do Sertão.

Sertão das festas juninas
De povo festejador
De Manifestação cultural
Da Terra que Deus Amou.

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Poço Verde - SE
 Em 09 de junho de 2013
Hermano Alves