UNIDOS PELA PRESERVAÇÃO

O futuro da natureza depende do que você faz agora. Ajude a cuidar de nossas árvores, dos nossos animais, das nossas flores, principalmente dos nossos rios, mares e lagos, eles são a preservação da vida na terra. Faça sua parte! Autor: Júlia Kranz Kniest

SEJAM BEM VINDOS!!!

quinta-feira, 2 de junho de 2011

UM ESPETÁCULO DA NATUREZA

UM PRESENTE NATURAL
GARÇA BOIEIRA OU GARÇAS VAQUEIRAS
                         NOME CIENTÍFICO: BUBULCUS IBIS L.
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Garça Vaqueira

                      Trata-se de uma espécie recém-chegada ao continente americano, vinda da África. No continente africano está sempre associada às manadas dos grandes herbívoros, apanhando gafanhotos e outros insetos espantados pelo deslocamento dos animais na savana. Atravessou o Atlântico há pelo menos 100 anos, com registros iniciais na região do Caribe. Espalhou-se rapidamente pelo continente e hoje ocupa todas as áreas abertas onde o gado esteja presente, ajudando a controlar gafanhotos e cigarrinhas nas pastagens. Em 1965 foi registrada pela primeira vez no Brasil, na Ilha de Marajó.
                          Procura alimento, de um modo geral, em espaços secos, campos de cultivo, podendo, no entanto, ser encontrada nas margens de lagos e pântanos. É capaz de subsistir em zonas secas, sem nenhuma água, durante um espaço de tempo relativamente longo.
                       Freqüentemente avistada entre o gado que pasta ou atrás das máquinas agrícolas que lavram a terra.
Seu voo é com batimento lento, poderoso e regular das asas, com o pescoço retraído e as patas projectadas. Activa e de grande mobilidade. Voa em bandos pouco ordenados.
                    O que é preciso saber

 AVIFAUNA E PODA DE ÁRVORES
Muitas vezes a nidificação das aves não é equacionada durante o processo
d e   p o d a   d a s   á r v o r e s . É  importante   lembrar q u e  p e l a   L e i   d e  Crimes
Ambientais (lei 9605/98, art.29, x 1° incisos I e II), tanto as aves silvestres
quanto seus ninhos estão protegidos e, portanto, não podem ser removidos.
Dessa forma, o correto é evitar a poda das árvores que estiverem sendo
utilizadas para a reprodução das aves, salvo os casos de poda emergencial,
onde o manejo não pode ser adiado e seria plenamente justificado.
O período de reprodução das aves, no Brasil, é variável entre as espécies
sendo difícil fazer uma associação entre as estações do ano e o ciclo
reprodutivo. O fator preponderante que condiciona a reprodução é a fartura
de alimentação.
Para as aves insetívoras o início do período de chuvas é favorável pois
aumenta muito a quantidade de insetos. O final da estação seca favorece
os frugívoros. O período de floração é ideal para os beija-flores. Granívoros
são dependentes da maturação das sementes. A adaptação das aves às
e s p é c i e s   v e g e t a i s   f a z   c om  q u e   s e u s   c i c l o s   r e p r o d u t i v o s   t e n h a m  um
cronograma correspondente, isto é, o período de floração, frutificação e
amadurecimento dos frutos irá coincidir com o período reprodutivo de muitas
espécies de aves que se utilizam dos produtos da espécie vegetal em
questão.
O material para a construção dos ninhos também será importante para
algumas espécies. A paina, conseguida apenas em determinada época do
ano, é um material utilizado por beija-flores na construção do ninho. A lama
úmida é necessária na construção dos ninhos de João-de-barro (Furnarius28
 rufus), e esse material estará disponível após as chuvas.
No caso das aves do Brasil a época reprodutiva é descrita geralmente
como sendo entre setembro a janeiro. Para as aves do município de São
Paulo foram observadas atividade de construção de ninhos com três meses
de antecedência nos meses de  junho,   julho e agosto para o pombodomést ico  (Columba  l ivia) ,  caracara  (Pol iborus plancus) ,  asa-branca
(Columba picazuro), bem-tevi (Pitangus sulphuratus), Sanhaço-cinzento
(Thraupis sayaca), rolinha-caldo-de-feijão (Columbina talpacoti), tico-tico
(Zonotrichia capensis) e sebinho-relógio (Todirostrum cinerium). Segundo
a literatura especializada, a maior atividade de reprodução concentra-se
em outubro, enquanto a menor ocorre em abril e maio.
Considerando a escassez de áreas verdes na cidade onde a avifauna possa
se abrigar, alimentar e reproduzir, assim como a preocupação crescente da
comunidade em relação as questões ambientais, um planejamento da
poda de árvores para o primeiro semestre, principalmente para os meses
de abril e maio, minimiza os impactos negativos sobre as aves.


SICK, H. Ornitologia Brasileira. Edição revista e ampliada por José Fernando
Pacheco. Editora Nova Fronteira. Rio de Janeiro - RJ, 1997.

DORMITÓRIO DAS GARÇAS
ESTAS FOTOS FORAM TIRADAS EM UM DOS SEUS LOCAIS DE DORMITÓRIOS, LOCALIZADO  ÀS MARGENS DE UMA REPRESA QUE MARGEIA UMA PROPRIEDADE NA SERRA DO GRUÊ, PROXIMO AO CAPIM DURO/FATIMA - BAHIA

 Fotos tiradas por Coquinho
Próximo à sua residência.
 Todos esses pontinho, são
revoadas das pequenas garças
procurando se organizar para um 
descanso noturno.
                           Sou acima de tudo humilde, amigo dos amigos e admirador daqueles que agem  pelo caminho da verdade e respeitador do que precisa ser respeitado. sou um grande incentivador pela preservação do meio ambiente (Flora e Fauna). Sou aquele que valoriza todas as semente vegetais. sendo ela frutífera, ornamental, forrageira, medicinal, condimentar ou mesmo aquelas minúsculas plantas hortículas que alimentam nutritivamente o ser humano. Na verdade, sou incentivador da preservação da             NATUREZA. As nossas plantas nativas precisam serem preservadas. devemos esquecer a ganância de só pensar em produzir e produzir sem pensar sem lembrar da geração futura, que provavelmente dependerão da nossa atitude de cidadãos. Hoje provavelmente as pessoas só lembram dos lucros exagerados que movem as engrenarens dos agro negócios de um mundo capitalista, e que só trazem prejuízo ao meio ambiente.Tirando da natureza os animais silvestres, tendo os mesmo que migrarem para as cidades talvez, invadindo residências, afim de se alimentarem com migalhas deixadas pelos moradores. As plantas nativas, estas quase já não existem mais. Vemos a troca incessante das nossas nativas pelos pastos de capins, inúmeros pés de algarobas e outros vegetais que servem como alimentação do gado. Cadê as nossas Quixabeiras, baraúnas, imbuzeiros que tanto matou a fome dos nossos sertanejos? Onde estão todas as nossas reservas florestais habitat natural dos animais silvestres? E as nossas matas que guardavam os pequenos teiús, cutias, preá, tatús, nambús e juritis? precisamos pensar muito mais em preservação do que produção além da subsistência. Está aí acima mostrado através de fotografia a beleza natural. vemos que aonde ainda existe um pé de mulungu mesmo desfolhado mas ainda assim serve como apóio para o descanso dos pássaros. Que batalham o dia inteiro em busca da sobrevivência. catando pequenos insetos ou pequenos animais que possam vos alimentar. assim que posso, monitoro todas as árvores que ainda existem por onde costumo passar. que tal tentar conhecer cada uma das nossas riquesas naturais? Conhecer para Preservar foi e será o lema deste BLOG. Não custa nada tentar multiplicar alguns dos exemplares que outrora fizeram parte do nosso meio nativo. Que tal plantarmos em nosso jardim, um pé de quixabeira? em vez de Ficus que já são plantados em grande quantidade pelas ruas do nosso Brasil? Que tal coletarmos semente de  imbuzeiro, juazeiro, pau ferro, barriguda, juremeira, araticunzeiro do campo, por onde anda o nosso velho conhecido pau d'arco (ipê) que tanto serviu para colocar cabo em ferramentas dos agricultores, vara de ferrão para ferroar os animais, quantas vagens de angico vemos nos pés que ainda resistem e nem todos param para coletar uma semente e plantar em sua residencia! pelo contrario, nem todos, mas muita gente cortam os que ainda existem, ppara em seu lugar plantar capim por achar que dá mais lucro. Esquecem estes que todos nos precisamos respirar um ar puro e uma atmosfera limpa. pensem nisso e consciência já!!!   


Vamos rimar com as garças?


Nosso pais é tão bom
Tranquilo e acolhedor
Quem chegar não quer sair
Pois quer ser um morador.


Assim foi as nossa garças
Que chegaram por aqui
Não quiseram mais voltar
Só pensaram em progredir


Durante o dia farão
Companhia aos animais
À noite repousam juntas
Demonstrando sua paz.


Dão exemplos ao nosso povo
Em termos de união
Andam juntas, dormem juntas
Sem nenhuma confusão.


À noite dão espetáculo
Deixando tudo branquinho
Ao dia se alimentam
Procurando seus bichinhos.


Pra que vida mais tranquila
Se alguém não perseguir
Tiram do mato as lagartas
Que o ia destruir.


Assim é nosso Brasil
Acolhedor sem medida
Quem quiser vir para cá
Vem pra seguir a vida.


Não fica campo sem elas
Assim que o dia amanhece
Só param de caminhar
Na hora que anoitece.


Não maltrate as nossas graças
Tratemos bem com carinho
Não matem, preserve sempre
Nem destruindo os seus ninhos.
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   Hermano Alves

sábado, 14 de maio de 2011

FAZENDA ABÓBORA - RIBEIRA DO POMBAL - BAHIA

EIS AQUI UM POUQUINHO DE HISTÓRIA  DO LUGAR
                                   

         Diante da importância política, econômica e social da referida comunidade (Fazenda Abóbora), venho relatar um pouquinho da sua história. Relato este, contado por pessoas que desde os primórdios habitou neste lugar. 
         Contam os mais antigos moradores que o nome Abóbora iniciou-se com uma grande plantação de abóbora realizada pelos índios habitantes deste local. Ali foram plantados uma grande quantidade deste fruto, que o produziu bastante, sendo até impossível aproveitar toda sua produção. Daí a denominação Abóboras.













Vista Panorâmica da Comunidade Abóbora
foto tirada e uma altura de mais de 300 metros de altura

                         
Esta é uma vista panorâmica de um "condomínio" fechado através de porteiras pertencente aos familiares de Zé de Porfírio (meu Tio/Padrinho). 
 Foto: Condomínio da família Zé de Porfírio (Faz Abóbora)

Aqui são desenvolvidos diversos  trabalhos excelentes de preservação da florada silvestre. Afim de alimentar as abelhas para o fornecimento de mel, que além de alimentar a família com material de excelente qualidade e pureza, será comercializado o excedente da  coleta para particulares. E também é levado para  a cooperativa ou casa do mel de Ribeira do Pombal. Não só na  propriedade, como apicultura doméstica. Más também, em outras comunidades em que ainda existe preservação da vegetação.  Como apicultura migratória. Além da apicultura, são desenvolvidas outras atividades agrícolas como: A conservação das fruteiras, que há tempos já existem: cajueiro, mangueira, licurizeiro, entre outras espécies. criação de animais e plantio de palma tipo aquele do projeto palma para o Nordeste de Paulo Suassuna (Neto de Ariano Suassuna Escritor Paraibano, e criador do filme O Alto da Compadecida). 

Criatividade é o que não falta para a turma deste condomínio. Ao olharmos para o alto da montanha de onde tirei estas fotos, veremos uma grande e enorme iniciativa por parte do Raimundo, onde idealizou um cultivo de cajueiro precoce e outras plantas: medicinais, frutíferas, ornamentais e exóticas, condimentares e  outras destinadas à produção de sucos. Do tipo Maracujá.

  
A comunidade Abóbora, nasceu de uma fazenda que teve um dia os seus limites predominantes. São eles: Barreirinha da Baixa do Cipó à Serra do Chapéu - dividindo-se com os Piqués - Barreira da Gordura dividindo-se com os logradouros à Braúna do Poço das Varas. Esta, já nos limites com a referida comunidade de Poço das Varas.
        Dentro dos domínios da referida fazenda (Abóbora) podemos citar algumas localidades posteriormente criadas: Saco Comprido, que localiza-se logo do outro lado da montanha de onde tirei estas fotografias. Saco das Capoeiras, Alexandrino, Antas (Zantas) e parte do Poço das Varas.

Antigos moradores da Fazenda Abóboras

Todas as localidades são formadas por pessoas responsáveis pelo desenvolvimento do lugar. Assim há indivíduos de vidas longas e outra com tempos de existência bastante reduzido. Outros nem chegam a nascer. Digo isso, para começar a citar pessoas que começaram a formar esta comunidade que outrora foi fazenda, mas com o passar do tempo vieram as necessidades da divisão territorial para formar o que hoje está sendo bem habitada por muita gente.
Peço desculpas aos leitores aboborenses se alguns nomes de antigos moradores não aparecerem na seguinte relação:

# Família de Plázio, família de Bertolomeu, família de  Epifânio, família de Pedro Freire (este saiu da comunidade para habitar em Ribeira do Pombal e exercer o  ofício de Tabelião.Família de Paulo Romão da rosa (descendente de Italiano)  .Família de  Pedro Chaves. Família Crispim, Família Porfírio, família Pascoal, famíla Martim, Família Vicente, família Dedé, família Zuca, família Agnelo, Família Tomás, Família Mamedo, família Piroca, Família Jardo, família Zé Preá, família Pedro Nolaço, família Antonio de Angelina, família Zé Pequeno, família Geraldo, família Zé de Siriaco, família Zé Bambá, família Liocardo, família Zé Branco, família Teínho, família Senhor de Vicente, família Severiano, este saiu da região em 1972 para habitar no povoado Raspador - Ribeira do Amparo - Bahia, e em 1980 mudou-se para Poço Verde - Sergipe. Família Tanazinho, família Inês (esta, filha de Lorença que veio como escrava para trabalhar nas lavouras da fazenda (Abóbora), família Zé Maria, entre outros que não lembramos no momento. Fonte de informação do Sr. zé de Porfírio.

Vista panorâmica da Comunidade Abóbora.
Subida com aproximadamente 80 metros de altura até o futuro pomar.
Estamos aqui curtindo esta beleza de lugar.
Cabaninha do Raimundo
Esta área está sendo aproveitada para um pomar de cajueiro e diversas plantas frutíferas. Além do consorciamento com outras culturas de ciclo curto (anual), como melancia, feijão, maxixe e outros


Estamos nesta cabaninha construída pelo jovem Raimundo (à esquerda). aqui é uma verdadeira terapia para aqueles que vivem como eu (à direita) nas cidades, estamoa a aproximadamente 300 a 400 m de altitude. mas nada mal. imaginem no futuro quando estas árvores estiverem produzindo, como será maravilhoso para um lazer especial. além disso, os saborosos  das frutas que serão gerados por aqui. 

Aqui está sendo implantado pelo jovem Raimundo, uma área de plantas frutíferas, como: Cajueiro precoce, mangueira e diversas outras espécies. Objetivo principal - fornecer alimentos para a sua colméia, que fica localizada logo abaixo desta elevada montanha. e reflorestar o ambiente, servindo como cartão postal para aqueles visitantes que gostam do verde e do ambiente com ar puro e saudável. dá pra vê em detalhes uma cova com muda de cajueiro já começando o seu desenvolvimento. 

quinta-feira, 5 de maio de 2011

O FRUTO DA PRESERVAÇÃO

     O FRUTO DA PRESERVAÇÃO


         O objetivo de se preservar, é vê o fruto da preservação. Pensando nisso é que sempre quando tenho um tempinho das minhas preciosas ocupação com a sala de aula, tento mostrar e registrar alguma coisa do que ainda existe na tão perseguida flora e fauna. por onde ando levo comigo algum instrumento gerador de imagens, onde posso fotografar e posteriormente publicar. De alguma forma, levarei toda essa beleza, a qual interessa a algumas pessoas. por onde passo vejo os dois lados da moeda: preservação x desmatamento e destruição até um tanto exagerado. Mas ainda existem pessoas conscientes quanto a conservação da flora e da fauna, que por incrível que pareça estão sempre interligadas e uma dependendo da outra. Muitas vezes uma ave leva em seu bico ou até mesmo no seu interior sementes para inconscientemente jogar na terra e dali germinar uma nova planta. Até algumas espécies de morcego, fazem este tipo de benefício para a multiplicação da natureza. talvez, alguns animais também façam isso, leva sementes para longínquos lugares, mesmo sem a consciência que estão fazendo algo de bom para  eles (animais) e também para os seres humanos. Quem sabe se o meio ambiente não seria mais preservado se dependesse só dos nossos animais? Sem a intervenção do ser humano? Uma coisa é certa, mesmo sendo irracionais, todos os animais contribuem para o habitat natural em que eles convivem.
        Falta mais consciencia no lado racional da coisa. sobra ganância pela colheita e criação de animais. Afim de lucrar exageradamente. encher os bolsos e deixar o solo enfraquecido cada vez mais. A Biodiversidade está cada vez mais pedindo socorro e consciência por parte daqueles que só destrói e nunca conserva. pense nisso...
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Hermano Alves
Poço Verde - Sergipe
05 de maio de 2011
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Pau Pereira (Geissoospermum velolsi Fr. All)
Família - Apocináceas.  


Da floresta pluvial, que tem folha pequenas, e cuja caracteristica mais notável é que a casca, amarela, extraordinariamente amarga, contem vários alcalóides e tem acentuadas propriedades hipotensoras.
Este exemplar foi fotografado próximo à estrada que dá acesso a Escola Agricola ou ao Pov. Rio Real - SE




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Barriguda  de espinho - Ceiba pentandra  Geartn)
Familia - Bombacáceas
Caracteristica - Árvore de conformação tonelar, atingindo na parte média até 1,50m de diâmetro, com a casca cinzenta esverdeada, coberta de inúmeros acúleos superpostos em saliência suberosas. 

Estes exemplares fazem parte da àrea de preservação e reflorestamento da Escola Agrícola Municipal Presidente José Sarney. Não só estas, e sim, muitas outras de espécies pertencentes à nossa flora nativa. são aqui preservadas e multiplicadas. afim de servirem como exemplo de preservação para os nossos discentes, elém da utilização como material didático e pesquisas.
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Boa iniciativa!
São plantas enfileiradas plantadas ao redor de um campo de futebol. localizado na comunidade Cachorro Morto. Sítio do Sr Zé Exator.
Em linha reta estão plantado Algodão-do-pará ou algodão-da-praia. Além de outras como: Nim, cajueiro precoce entre outras espécies.
Algodão-do-pará ou da praia -  Hibiscus tiliaceus Linn.
Familia - Malváceas
Árvore de folhas longo-pecioladas, flores grandes, de corola bem aberta, amarelo-enxofre.
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O mandacaru nem só flora na seca, mas também frutifica posteriormente. Exibindo assim, os seus frutos que são acima de tudo uma fonte de alimento para uma diversidade de seres vivos.
No detalhe vemos uma espécie de besouro saboreando e matando a fome com as sementes que estão sendo expostas para o fornecimento de alimento e para a perpetuação da espécie.
Mandacaru -Cereus jamacaru P.DC.
Família - Cactáceas. 
Cacto gigantesco, colunar, de tronco multi-ramificado, flores grandes, brancas, noturnas e numerosas.
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Pau Brasil - Caesalpínia echinata Lam
Família - Leguminosas Caesalpinióideas
Arvore de belo porte, frondosa, revestida por uma casca acinzentada e aculeada. folhas bipinadas, com 8-10 jugos de folíolos ovais, obtusos, verde-luzentes. Flores amarelas, com mancha encarnada. vagem pequenas e espinhosas.


Este exemplar está plantado ao lado de uma residência na comunidade Cachorro Morto - Poço Verde - SE
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 Um lado já mostrado com as barrigudas plantada e preservadas na Escola Agrícola. o outro lado, plantado e preservado também  com espécie nativa. (Braúna).
É um trabalho feito ao longo de vários anos por este que vos escreve neste momento e pelos alunos que foram e são incentivados a fazer parte desse desafio. esforço este que faz com que a consciência seja implantada no pensamento de cada um.
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Braúna - Schinopsis brasiliensis Engl.
Família - Anacadeáceas. a mesma da cajá, aroeira, umbuzeiro  entre outra
 Entre outras, está em detalhe a árvore - pata-de-vaca. esta tambem faz parte da nossa multiplicação e preservação da flora. esta com requinte de ornamentação e medicinal. Além de multiplicar o verde, que já é o símbolo da nossa Unidade de Ensino e produção. Este exemplar está localizado no setor de Pomar. Com objetivo de preencher espaços deixados por uma ou outra planta.


Pata-de-vaca - Bauhinia forticsta
Família - Leguminosas
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 Foto tirada de um exemplar que ainda está preservada mesmo com "teimosia" ( com relação ao desmatamento, no caminho que dá acesso ao Santo antonio. e próximo a estrada das Contendas. Aqui pertinho da cidade de Poço Verde e estrada com direção ao Povoado Rio Real - SE


Faveleiro - Jatropha phyllacantha)
Família - Euforbiáceas
Arbusto grande de flores alvas dispostas em cimeiras, e cujo fruto é cápsula verrucosa, escura, com sementes pardacentas e oleaginosas. favela, faveleira, mandioca-bava.
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mandacaru já identificada um exemplar anteriormente este e o outro que segue, faz parte da mesma espécie Cerus jamacaru P.D.C.
Familia - Cactáceas
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Mandacaru quando "fulora" na seca, é sinal que a chuva chega no sertão. (Luiz Gonzaga)
             
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Mandacaru da mesma especie. 
Estes foram fotografados em uma propriedade que que fica próximo à estrada que dá acesso à Escola Agricola ou ao Povoado Rio Real - SE.


Bem junto ao mandacaru florido, está um galho de velame do campo. 
Velame - Croton astrogynus
Família - Euforbiábeas
Arbusto muito ramoso, e tomentoso, de folhas subsésseis, lanceoladas, ferrugíneas e tomentosas na pagina inferior. Flores pequenas, capsulas ovóides
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 pau-ferro - Caesalpínia ferrea)
Família - Leguminosas
Comum nas mata pluviais e nas caatingas, que tem o tronco manchado de claro e escuro, folíolos pequenos muito ornamentais, os frutos são legumes e lisos, perfumados e ricos em taninos, e a madeira é extremamente dura. Estes tambem fazem parte da nossa proteção e preservação na Escola Agricola Municipal Presidente José sarney. localizado na Comunidade Terra Vermelha - Poço Verde - SE


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Juazeiro - Zizyphus joazeiro
Família - Ramnaáceas
Arvore alta e copada. carcteristica da caatinga nordestina, de folhas trinervada, flores pequeninas fruto drupáceo, amarelo, com polpa edulce e cuja casca é rica em saponina e serve como sabão e dentfrício. fornece ao gado sobra e alimento, não perdendo a folhagem durante a seca.
Este també faz parte do nosso controle e serve como fonte de pesquisa aos nossos alunos.
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Hermano Alves em 05 de maio de 2011

terça-feira, 3 de maio de 2011

OS AMANTES DA NATUREZA DEVEM CUMPRIR ESTES COMPROMISSOS.

DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DO CLUBE DOS AMANTES DA NATUREZA, DIVULGADO PELA REVISTA NATUREZA (EDIÇÃO 218, ANO 19 Nº 2, MARÇO 2006). INSPIRADO NA DECLARAÇÃO DE ESTOCOLMO SOBRE MEIO AMBIENTE DA ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS (ONU)
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1. Proteger a Natureza e melhorar o meio ambiente para as gerações presentes e futuras.
2. Preservar a flora e a fauna silvestre, contribuindo para evitar a extinção das espécies.
3. Dar preferência a produtos biodegradáveis, além de racionalizar o consumo de água e de energia, conservando assim, os recursos naturais.
4. Adotar a coleta seletiva de lixo e outros materiais recicláveis, além de divulgar essa pratica essencial para o equilíbrio ecológico.
5. Denunciar violações ambientais às autoridade competentes, tais como: Policia Floresta, Ibama, e ONGs especializadas.
6. Procurar plantar a maior quantidade de árvores, preferencialmente as nativas ameaçadas de extinção.
7. Auxiliar os outros associados na obtenção de sementes e mudas, especialmente as nativas de cada região.
8. Incentiva o amor à Natureza nas crianças, no círculo de amigos, na comunidade e na internet, divulgando informações corretas sobre as plantas, os animais e seu habitat.
9. Trabalhar pela melhoria da qualidade de vida na sua comunidade, entendendo que a paz - e anão violencia - é a maneira mas eficaz de melhorar o mundo onde vivemos.
10. Reservar um tempo para se dedicar a Natureza, presenteando a si mesmo com momentos de meditação e tranqüilidade. Entre outras ações...
 CLUBE DOS AMANTES DA NATUREZA

Conheça endereços úteis para ajudar aos associados em www.europanet.com.br/club

Rimem comigo sobre a Natureza
Saiba que a Natureza
Nos da força e proteção
Dando sombra e água fresca
Em pleno sol de verão.

Aqui mesmo em Poço Verde
O povo já imagina
Que faremos com a seca
Quando secar a cacimba?

imaginem em outras bandas
Nos confins deste sertão
O que seria do povo
Sem existir plantação!

Por isso aconselhamos
As pessoas lá da roça
Não destrua as nossas plantas
Nem pra fazer a palhoça.

Se puder plante uma árvore
Sem destruir a quem tem
A natureza te adora
cada vez vai querer bem.

Já destruirmos o bastante
Limite da Natureza
Agora vamos plantar
Pra mostrar nossa presteza.

Se moramos na caatinga
Lugar seco de doer
Devemos sim, preservar
Melhorando o viver.

A cada dia que passa
A terra fica pelada
Não nasce mas nem capim
Ou se quer a marmelada.

Por isso procuraremos
Preservar nossa floresta
Onde as aves vivem soltas
Cantando e fazendo festa.

Não podemos esquecer
Das espécies animais
Pois conservando a floresta
Os alegram muito mais.

É assim que se preserva
Plantando e cuidando mais
Não matando nossas planta
Protegendo aos animais.
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Hermano Alves
Poço Verde - SE
Em 03 de maio de 2011





segunda-feira, 25 de abril de 2011

DUM LAMAÇAL AO HOSPITAL

 DUM  LAMAÇAL AO HOSPITAL
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Eis aqui um pouquinho da nossa  história. Seria apenas de alegria, se não fosse trágica.



* Hermano Alves
* Tharlles Hérmand 





---------------------20 de junho de 2010-------------------
Uma data inesquecível



Vou relatar um pouquinho
Do que não posso esquecer
Vou contar só um tiquinho
Nesse instante a você.

Numa manhã de domingo
Acordei pensando assim...
Sem comentar com ninguém
Pensei somente pra mim.

Pegarei a minha moto
Seguirei caminho à frente
Irei assistir ao jogo
Na casa do meu parente.

Era um dia de domingo
O Brasil ia jogar
Torcendo por resultado
Que ele fosse ganhar.

Assim pensava comigo.
Sem falar nada a ninguém
Será mesmo o dia certo?
Para quem vai ou quem vem?

Porém ao pensar bastante
Resolvi me arrumar
Organizei a sacola
Pra ir mesmo passear.

Seria um domingo qualquer
Se não fosse tão tristonho
Não procurem nem saber
Do grande susto medonho.

Aí acordei meu filho
Pra comigo passear
Que manhã tão tenebrosa
Prefiro não me lembrar.

Tomamos o café matinal
Pra seguir nossa viagem
E cumprir nosso destino
Por uma terrível rodagem.

A quem ficou, até logo...
Retornamos amanhã
E se tudo correr certo
Chegaremos de manhã.

Seguimos estrada a fora
Levando alegria conosco
Com esperança estampada
E alegria no rosto.

Um quilômetro se passou,
Tudo bem, muito obrigado.
Três quilometro completado
O que parecia acertado.

Mas no próximo quilômetro
Veja o que aconteceu
Como todo mundo sabe
O quanto nesses dias choveu.

Tivemos a infelicidade
De encontrar um desvio
Que parecia “mingau”
Ou piseiro de porquil.

Ao seguir por o desvio
Sendo seguido de alguém
Sem lembrar da derrapagem
Nem do acidente também.

Por sinal quem nos seguia
Não deu distância devida
Desconhecendo também
O valor de duas vidas.

Deus que estava conosco
Sem está com o motorista
Fez salvar as nossas vidas
Com valiosa conquista.

Não quebrou nem um ossinho
Apesar da colisão
Só Deus nos faz estas coisas
Só Deus livra da aflição.

É assim que Deus nos faz
Nos momentos de agonia
Não fez apenas conosco
Mas também com a maioria.

Se tem motorista imprudente
Tem um Deus muito maior
Tem a sorte ao nosso lado
Que vive ao nosso arredor.

Agradeço, pois assim.
Tivemos as vidas poupadas
De uma tragédia cruel
Nos confins de uma estrada.

É filme que nunca sai
Jamais das nossas cabeças
São vidas poupadas por Deus
A quem de fato mereça.

Contando assim é mais fácil
Quando tudo já passou
Difícil é viver o momento
De aflição e de temor.

O medo de alguém morrer
No caminho do hospital
Sem ser nem se quer atendido
Por um profissional.

Era isso que eu temia
Mas a mão de Deus amparou
Do local à Simão Dias
À procura de um Doutor.

Ao chegar a Simão Dias
Com uma urgência tirana
Fomos logo encaminhados
Ao hospital de Itabaiana.

Chegando ao endereço
Exato no hospital
O medico pediu urgência
Pra levar pra capital.

Entramos na ambulância
Mais ligeiro que podia
Em direção ao João Alves
Pra sala de cirurgia.

Lá ficamos aguardando
Enquanto o exame chegava
Porém sendo medicado
Pra saber como ficava.

Na verdade é que ficamos
Jogados no corredor
Do domingo até a quarta-feira
Assistindo tanta dor.

Na quarta-feira pensaram
Em nos mandar pra outro lugar
Pra um hospital pediátrico
Onde iríamos ficar.

Foi isso que aconteceu
Transferiram-nos pra lá
Permanecendo até o dia
Da boa alta chegar.

Foram dias e mais dias
Desde o dia do acidente
Sofrendo quem tava doente
E qualquer outro vivente.

Ninguém dorme, só cochila.
Acompanhando um doente
Além da dor que ele sente
Nunca ficamos contentes.

Se estamos num ambiente
Com risco de epidemia
Assistimos toda cena
De uma tremenda agonia.

No João Alves, por exemplo.
Que vem de todo lugar
Diversos acidentados
Só alguns vão melhorar.

É situação de momento
Com uma interrogação
São corredores repletos
Tomando medicação.

Até parece que o mundo
Despencou em toda a gente
Nunca vi tanto acidente!
Ou tanta gente doente.

Vi alguns com as cabeças
Machucadas por inteiro
Tantas vísceras expostas
Causando-nos pesadelos.

É mesmo um ambiente doente
Difícil de imaginar
Num espaço de agonia
Onde um dia fomos parar.

Cheiro forte de remédios
É o que mais tem por lá
Pessoas com traumas diversos
A ponto de se apagar.

Ao vermos sentimos traumas
Sem esquecermos jamais
De um ambiente tão cruel
Jogados como animais.

É mesmo muito difícil
Conviver neste lugar
Lugar de tantas angustias
Ninguém deseja ficar.

O médico receita o povo
É no próprio corredor
Não tem sala separada
Pra quem sente muita dor.

Só depois de muitos dias
Expostos no corredor
É que consegue um destino
Seja no jeito que for.

Ou se volta para a casa
Quando a melhora chegar
Ou mesmo pra o cemitério
Para poder enterrar.

Uns dão sorte, vão deitar.
Se vai ficar internado
Continua o sofrimento
Num quarto mais confortado.

Quem tem alta vai-se embora
Livra-se do sofrimento
O que passou não esquece
Nem mesmo naquele momento.

Veja como é difícil
Adoecer no Brasil
O rico tem mordomias
Até quando está febril.

O pobre sofre bastante
Não podem nem se internar
Nem se quer encontra leito
Até para se deitar.

Mas o votinho é sagrado
Nas épocas de eleição
Acertam a casa do pobre
Pode ser lá no grotão.

Prometem o mundo todo
Prometem os céus estrelados
Prometem emprego digno
Prometem perdão dos pecados.

Quem sabe, é quem já sofreu.
Bastantes nos hospitais
Já viu tanta gente sofrer
Pior do que animais.

Já vi tanto sofrimento
Que nem posso acreditar
Na existência do pior
Mesmo em outro lugar.

Mas estamos por aqui
Até quando Deus quiser
Deixo tudo para atrás
Esperando o que vier.

Estou contando esta historia
Mesmo não sendo comigo
Mas sofri até de mais
Por ser meu filho e amigo.

Poderia até ser eu
Acharia até melhor
Pois sou grande pra agüentar
Sofrer até virar pó.

Dessa vez foi diferente
Apenas acompanhei
Sofri junto toda dor
Que muitas vezes chorei.

Chorava em ver sofrer
Quem não agüenta tanta dor
Talvez prematuro demais
Pra suportar tanto horror.

As fortes dores que tinha
Difícil de suportar
Sem saber dia e data
Que iria melhorar.

Foi sofrimento demais
Em vez de se divertir
Foram tantos amargores
Pois não pudemos seguir.

 Não foi um domingo qualquer
Pois tudo isso aconteceu
Foram horas de amargura
Por sorte, ninguém faleceu.

Deus estava nesta hora
Pra nos livrar do pior
Seguiu conosco em frente
Oferecendo o melhor.

Se não fosse a mão de Deus
Que agradeço bastante
Eu não estaria escrevendo
Estes versos nesse instante.

Vê como é legal
Pegar-mos nas mãos de Deus
Pois seus poderes são grandes
Que protege os filhos seus.

Nos momentos de tristezas
Como nós ali passamos
Só nos resta um consolo
Pois Deus está nos olhando.

Não Chamamos ambulância
Pois a dor não esperava
Tivemos uma carona
De Zé Wilson que passava.

Assim quero agradecer
Por nos dar a salvação
Além de outros amigos
Que nos estenderam a mão.

Ali mesmo na estrada
Onde tudo aconteceu
Muitos vieram correndo
A perguntar quem morreu.

Respondemos: - ninguém!
Tem alguém sentindo dor
Porém foi atropelado
Que muito se machucou.

Peça á Deus todo dia
Para nunca acontecer
Porém quando acontece
É difícil esquecer.

Salvamos as nossas vidas
Com a ajuda de Jesus
Cada um traz seu destino
Sentindo o peso da cruz.



DUM LAMAÇAL, AO HOSPITAL
         Este é um pequeno relato do que aconteceu comigo e com o Tharlles Hérmand (meu filho) em 20 de junho de 2010. 
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         Era um domingo. Até Parecia um dia lindo e feliz, amanheci lembrando os meus parentes que moram a aproximadamente 45 km de Poço Verde, ou seja, em município baiano, pertencente à Ribeira do Pombal. Era dia de torcer pelo Brasil, que jogaria a sua 2ª partida na Copa 2010. Por sinal seria com a Costa do Marfim. Quando decidi de fato viajar, rumei até a cama do Tharlles, pois era muito cedo, quando se trata de um dia de descanso (domingo). O mesmo ainda resmungou dizendo: - Não estou com vontade de ir... Insistir, até que o mesmo resolvesse sair da sua caminha tão feliz e cobertores quentes para enfrentar uma longa jornada na garupa de uma moto. Parecia está adivinhando que algo de ruim poderia acontecer conosco. Arrumamos à sacola e as 08:00hs colocamos o nosso veículo na estrada. Quando ainda conseguimos percorrer 5 km, com destino a Heliópolis. Mas ali nos esperava uma grande surpresa! Afim de não atrapalharmos os trabalhos que estavam sendo realizados nesse trecho de estrada. Resolvemos seguir por um desvio inlameado que ficava ao lado da obra (asfalto semi colocado). Quando de repente... Um motorista que usava da sua imprudência tentou passar primeiro, fazendo com que nós caíssemos e o mesmo nos atropelasse. Eu que ia conduzindo a moto caí e levantei mais que depressa e pedindo calma. Mas o garupa foi colhido muito rapidamente pelo veículo (Kombi). Sem ter tempo de levantar e livrar-se do choque (pancada). Ali terminava a nossa alegre viagem. E começava outra situação terrível. Rumo aos “hospitais da vida”. Dores, medo de que a pessoa Acidentada (Tharlles ) morresse por não suportar as fortíssimas dores, preocupação, aventuras e outras coisas que até no falar já me causa revoltas e arrepios... Graças aos amigos que tenho em todos os lugares que estou, é que fomos resgatados (transportados) do local até Poço Verde. No momento passava para os seus trabalhos o rotineiros o amigo José Wilson (Zé Ilson da granja como é mais conhecido). Oferecendo carona e trazendo a criança na gabina de sua caminhonete até o “hospital”. Eu cheguei logo após. Pois tinha que passar por minha casa para pegar os documentos de quem iria se internar. Enganaram-se quem pensou que o caso seria fácil de resolver. Cadê o médico que deveria está de plantão no primeiro hospital (Poço Verde)? Que até então estava funcinando provisoriamente e precariamente em uma casa residencial,localizada à já no final da Rua José Alves, enquanto a reforma da sua sede própria era desenvolvida. Tivemos que rumar com urgência para Simão Dias. Lá sim, foram prestados os primeiros socorros. Encaminhado para o hospital de Itabaiana, onde foi submetido a exames de raios-X e detectado problemas que necessitaria a princípio de cirurgia urgentíssima. Colocaram-nos numa ambulância e tocara de pressa para o Hospital de Urgência João Alves Filho (Aracaju). Chegando lá, fomos atendido e colocado o mesmo (Tharlles Hérmand) em observação. Exames outros foram frequentemente realizados e sempre observando complicações que levam a crer da necessidade de cirurgia. Passa o domingo, vem à noite e a preocupação era a mesma. O diagnóstico era sempre duvidoso e de aguardo. Inúmeros exames eram realizados, mas nada era concretizado e nada animador.  Mais um dia... Já na terça-feira à tarde, em fim, uma esperança... me chamaram e deram-me a seguinte noticia: - “O garoto por ter apenas 12 anos, será transferido para outro local”. Sendo este, um hospital de pediatria, o (Hildete Falcão Batista). Não era motivo para tanta alegria, pois os problemas continuavam da mesma forma. Chega à noite e aquele anúncio de transferência era concretizado. Assim, nos colocaram em uma ambulância da SAMU e nos levaram para este próximo destino. Já dava para sentir que apesar das dores que sentia, o ambiente seria mais puro e livre de tanta poluição doentia existente no outro hospital. Onde finalmente ficamos, seria de melhor atendimento, e mais assistência médica.
       Mas a palavra cirurgia não saia da boca da médica pediatra e cirurgiã acompanhante do problema. Ela com seus medicamentos milagrosos abaixo de Deus, e seus exames inúmeros, já observava uma pequena luz no fim do túnel. Dias passavam, medicamentos eram aplicados a cada hora. Exames diversos eram realizados a cada instante: (Sangue, urina, Tórax, ultra-sonografia, tomografia, toques na região abdominal, reio-x e vários outros).
       Sem contar com outros problemas medonhos, há todos os instantes eram observadas febres máximas. Daquelas que chegam aos limites suportados por um ser humano. Era para a medicina mais outra preocupação. Se para eles era preocupante, imaginem para nós que não conhecemos nem um pouquinho da medicina. Eu pelo menos sou leigo no assunto. A cada dia, se esgotava a necessidade de operação cirúrgica par a solução dos problemas causados pelo acidente, pois os medicamentos estavam resolvendo e reduzindo as dores que sentia em outros momentos. Que bom!... – diziam os médicos. Achando que os remédios estavam servindo e atingindo os objetivos.
           Até que na manhã do dia 03 de julho, chega um médico na sala com o resultado de alguns dos exames mais recentes do Tharlles, e anuncia a sua liberação (Alta). Que alegria... que sensação de voltar pra casa após quase quinze dias... Mas nas suas recomendações finais avisa: - não brinque de bola, não ande de bicicleta, não vá à escola até concluir o tratamento com um medicamento que estou prescrevendo. Até o dia de retornar ao CADI para a revisão médica, que será no dia 09.07.2010 aqui mesmo em Aracaju. Assim voltamos para casa em Poço Verde. Mas aí começa outra peregrinação em busca deste tal medicamento receitado pelo médico que o liberou de alta. Não encontrando em nenhuma farmácia de nossa cidade. Ao domingo, rumei logo ao raiar do dia para um centra maior (Lagarto) andei, andei, andei e também não encontrei o bendito remédio. Aí pensei... O que fazer para não parar o tratamento até o dia do retorno médico? Logo lembrei de um bom profissional que foi o Dr. Cícero Romão, médico do Hospital de Cirurgia. Ele com a sua boa vontade e grande conhecimento, me indicou um substituto imediato para o medicamento que naquele momento não estava sendo encontrado. De imediato comprei e segui o tratamento até a sexta-feira 09-07-2010. Essa indicação serviu bastante, aponto de o médico examinar-lhe e liberar sem nenhum medicamento prescrito.
             Esta é mais uma das vitórias e glórias que já alcancei na minha vida. Sou um cidadão que para realizar qualquer coisa, tenho primeiro os meus pedidos feitos a aquele Deus todo poderoso. É esse mesmo Deus que me traz a melhora nos momentos de dores, nas horas difíceis da minha vida, nos momentos de temores e horrores, é esse mesmo Deus que recomendo a todos aqueles que desejam obter sucessos nas suas caminhadas. Agradeço acima de tudo a DEUS aos bons amigos e aos Médicos, que com as suas competências e capacidades recuperam as vidas.
        

         Ao escrever este pequeno comentário sobre o nosso acidente 20.06.2010, fiquei o tempo inteiro emocionado. Pois naquele momento um filme se instalou em minha mente, e que lembro a todo instante. Vejo o carro se aproximando muito de nós, e colhendo por trás um carona que pelas graças de Deus foi salvo mais ou menos por uma sacola costal que transportava os nossos objetos pessoais nas suas costas. Parece-me ter amenizado o impacto, pois até quebrou algumas coisas que era transportado na sacola (escovas, mídias de DVDs e CDs. Se algo tem salvado a vida de alguém, como temos visto nas televisões, esta é mais uma história de salvação por um objeto. Tanto que não se via nenhum sinal de batida no corpo, nem apenas um arranhão. Só mesmo problemas internos. Foi o que fez causar estes sustos e tanto pedido de urgência por parte dos médicos. Principalmente os do Hospital Garcia Moreno em Itabaiana. Os quais agradecemos. Aos amigos, aos médicos pediátricos (as) e enfermeiras (os) dos já citados anteriormente Hospitais. E acima de tudo Deus que nos protege a todos os milésimos de segundos.


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No meu pequeno relato
Já vos deu pra perceber
A difícil trajetória
As dores e o padecer.

Mas isso é só um pouquinho
Uma gotinha somente
Do que vimos nesses dias
Do que vimos pela frente.

Ninguém quer destino sofrido
Todos querem o melhor
O pior é que nós todos
Às vezes sofremos sós.

O Jesus que está presente
Em momentos doloridos
Quer proteger o bastante
A todos seus filhos queridos.

Estamos agradecendo
Por uma graça alcançada
Pela proteção Divina
No começo de uma estrada.

Estas são declarações
De fé e felicidade
Por esta graça alcançada
Livrando-nos da castidade.
----------------------------------------- Dum lamaçal, ao hospital.



Caros leitores,





     Nos momentos de tristezas, felicidades e em outras situações, fale com Deus. Pois ele está pronto pra vos  ajudar...
_______________Hermano  Alves____________




           Todos os que ouvem a palavra de Deus, anunciada por Jesus Cristo, e a põem em prática, são seus irmãos e irmãs.




Oferecimento
         Este é mais um material simples e importante, que ofereço a toda minha família. E a todos aqueles que gostam de observar e lê as minhas simplicidades. São momentos de grandes alegrias, quando começo a escrever alguma coisa. São letras mágicas e importantes quando comento sobre algum momento passado. São rimas e versos que saem simplesmente da minha imaginação. São momentos agradáveis e felizes, independente do que aconteceu. A minha satisfação é saber que você gosta de lê todos os meus pequeninos escritos.
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Um grande abraço!


 Hermano Alves



Poço Verde – Sergipe, 13 de julho de 2010.
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                                                                    Obrigado sempre!...




                                                                     

                                           foto 1

                                                foto 2
                   Fotos tiradas em 25 -07-2010
    Estas fotos tiradas posteriormente, com o local já bem seco e a pista liberada para o tráfego, mostram O DESVIO anteriormente enlameado no período de inverno (20.O6.2010). Observe a topografia do terreno. Veja como é difícil atravessar, pior sendo pressionado por um veiculo a poucos centímetros de distância. Até que o que me parece, querendo nos ultrapassar em um desvio enlameado que mal cabia um só veiculo. Plasmem!


                                       Obrigado sempre!...