UNIDOS PELA PRESERVAÇÃO

O futuro da natureza depende do que você faz agora. Ajude a cuidar de nossas árvores, dos nossos animais, das nossas flores, principalmente dos nossos rios, mares e lagos, eles são a preservação da vida na terra. Faça sua parte! Autor: Júlia Kranz Kniest

SEJAM BEM VINDOS!!!

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

RIFOCINA


Nomes Populares: Bálsamo, Flor-coral, Planta-coral, Rifocina

Família: Euphorbiaceae

Origem: América Central, América do Norte, México
A flor-de-coral é uma planta suculenta e arbustiva, de folhagens e florações muito ornamentais. O caule é ramificado e geralmente não ultrapassa os 3 m de altura. Sua forma lembra muito um mamoeiro ramificado. As folhas são grandes de cor verde-escura. As inflorescências surgem o ano todo, despontando acima da folhagem, por longas hastes, estruturas semelhantes a corais. A cor da inflorescência é vermelha, e dela surgem pequenas flores com o centro amarelo. Os frutos que se seguem são do tipo cápsula, amarelos quando maduros e contém cerca de 3 sementes.
Num jardim, a flor-coral se destaca pelo jeito tropical, pelas folhas de formato singular e pelas flores de cor vibrante. É uma planta perfeita para plantar em vasos e jardineiras, adornando varandas, sacadas e pátios ensolarados. É uma planta ideal também, para jardins rochosos, acompanhando cactáceas e outras suculentas, criando uma atmosfera de jardim desértico.
Ela deve ser cultivada sob meia sombra ou, preferencialmente, sol pleno, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos regulares.
Gosta do calor tropical, mas não a umidade excessiva. Após o pleno estabelecimento torna-se bastante tolerante à seca. No Inverno frio convém reduzir as regas para prevenir contra o apodrecimento das raízes. Neste período é normal a planta perder as folhas. Não suporta a salinidade de regiões litorâneas. Sua multiplicação se faz por estacas e sementes, colocadas para enraizar Primavera

Alerta: A planta é tóxica, por este motivo deve ser mantida fora do alcance de crianças pequenas e animais domésticos. Suas  sementes e outras partes da planta contém alcalóides, substâncias que provocam dores abdominais, náuseas, vômitos e diarréia quando ingeridas em grande quantidade. (A seiva pode manchar a roupa, tome cuidado ao podar a planta use luvas de borracha). Se bem adaptada pode se tornar invasiva.

sábado, 24 de agosto de 2013

DEVEMOS PROTEGER OS MANGUEZAIS

MANGUES, HABITAR DE VÁRIOS SERES

Mangues

Foto: divulgação


Introdução 

Podemos encontrar a vegetação de mangue nas regiões litorâneas do Brasil. Nestas áreas, a água do mar avança no solo, formando regiões alagadiças.
Características principais dos mangues:

- Presença de caranguejos que buscam seus alimentos no mangue.

- A formação vegetal do mangue (plantas e arbustos) possui raízes externas (aéreas). Como o solo do mangue é pobre em oxigênio, este é obtido pelas plantas fora do solo.

- Em função da diversidade da região, podemos dividir os mangues em: mangue-branco, mangue-vermelho e mangue siriúba.

- As plantas possuem sementes compridas, finas e pontudas. Isto ocorre para facilitar a reprodução, pois quando caem no solo úmido, podem se fixar com mais facilidade.

- O cheiro do mangue é bem característico, em função da presença de áreas salobras (com presença de sal).

Degradação das regiões de mangue

poluição de rios e mares em conjunto com a especulação imobiliária nas regiões litorâneas tem afetado, significativamente, os mangues. Esta área tem diminuído de tamanho e o ecossistema da região tem sido afetado nas últimas décadas. Trabalhadores locais, principalmente os que vivem da caça e comércio de caranguejos, tem sofrido com a diminuição destes animais nos manguezais.
Animais do Mangue
As principais espécies de animais encontradas em regiões de mangue são: lontra, sagui, peixe-boi marinho, cobra, crocodilo, lagarto, tartaruga, caranguejo, craca, aranha, mexilhão, minhoca, entre outros.
Curiosidades:
- O mangue é o habitat de várias espécies marinhas e também de caranguejos.
- É comemorado em 26 de julho o Dia Internacional de Defesa dos Manguezais.

Fonte: http://www.suapesquisa.com


quinta-feira, 22 de agosto de 2013


                          Dia do Folclore: 22 de Agosto




Criação da data
O Congresso Nacional Brasileiro, oficializou em 1965 que todo dia 22 de agosto seria destinado à  comemoração do folclore brasileiro. Foi criado assim o Dia do Folclore Nacional. Foi uma forma de valorizar as histórias e personagens do folclore brasileiro. Desta forma, a cultura popular ganhou mais importância no mundo cultural brasileiro e mais uma forma de ser preservada. O dia 22 de agosto é importante também, pois possibilita a passagem da cultura folclórica nacional de geração para geração.
Comemoração
O Dia 22 de agosto é marcado por várias comemorações em todo território nacional. Nas escolas e centrou culturais são realizadas atividades diversas cujo objetivo principal é passar a diante a riqueza cultural de nosso folclore. Os jovens fazem pesquisas, trabalhos e apresentações, destacando os contos folclóricos e seus principais personagens. É o momento de contarmos e ouvirmos as histórias do Saci-Pererê, Mula-sem-cabeça, Curupira, Boto, Boitatá, etc.
Nesta data, também são valorizadas e praticadas as danças, brincadeiras e festas folclóricas.




Vamas rimar?

Quando chega esse dia
No sertão do meu Brasil
Os tempos voltam depressa 
Com coisas que os jovens não viu.

Vê caipora lá na mata
Vê o saci pererê
Vê a mula sem cabeça
Vê o que queria vê.

No Nordeste brasileiro
No sertão deste Brasil
Salve, salve este dia
Deste povo varonil.

Salve o dia do folclore
Salve também a você
Salve as matas preservadas
Salve o saci pererê.
__________________
Hermano Alves
22 de agosto 2013
Poço Verde - SE



















EDUCAÇÃO AMBIENTAL


EDUCAÇÃO AMBIENTAL

foto: divulgação

Educação ambiental é aquela destinada a desenvolver nas pessoas conhecimentos, habilidades e atitudes voltadas para a preservação do meio ambiente.
Importância e objetivos 
A educação ambiental pode ocorrer dentro das escolas, empresas, universidades, repartições públicas, etc. Esta educação pode ser desenvolvida por órgãos do governo ou por entidades ligadas ao meio ambiente.

A educação ambiental deve estar presente dentro de todos os níveis educacionais, com o objetivo de atingir todos os alunos em fase escolar. Os professores podem desenvolver projetos ambientais e trabalhar com conceitos e conhecimentos voltados para a preservação ambiental e uso sustentável dos recursos naturais.

Legislação 
No Brasil, existe uma lei específica que trata da educação ambiental. A Lei número 9.795 de 27 de abril de 1999, dispõe sobre a educação ambiental, instituindo a política nacional de educação ambiental.
Sugestões de temas para trabalhar em sala de aula:
Temas que podem ser abordados na escola em aulas relacionadas ao meio ambiente: ecologia, preservação da natureza, reciclagem, desenvolvimento sustentável, consumo racional da água, poluição ambiental, efeito estufa, aquecimento global, ecossistemas, etc.
Você sabia?
- Comemora-se em 5 de junho o Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia.
- Comemora-se em 15 de outubro o Dia do Educador Ambiental.



domingo, 11 de agosto de 2013

BASEANDO-SE EM CALEDARIOS

Calendário: um breve histórico

A definição de calendário, regras e erro do Calendário Gregoriano

Calendário é o agrupamento e contagem de períodos do tempo cuja unidade básica é o dia. Um dia é um ciclo de rotação da Terra, volta que a Terra dá em torno de seu próprio eixo. O agrupamento de 7 dias forma a semana, o agrupamento de trinta dias (que pode variar de 28 a 31 dias) forma o mês e o ciclo de translação, volta que a terra dá em volta do sol, é chamado de ano. Cada 10 anos formam uma década, cada 100 anos formam um século e cada mil anos formam um milênio.
Os dias são perceptíveis e fáceis de contar, mas um ano não é uma tarefa tão simples porque a unidade de contagem, o dia, não é uma fração exata. Um ano tem aproximadamente 365,2422 dias, ou seja, 365 dias 5 horas 48 minutos e 47 segundos. A maioria dos diversos calendários criados pelo homem tem uma unidade de medida de tempo equivalente ao que chamamos de ano, essa medida acompanha o movimento do sol. Na prática o ano é dividido em estações e as estações são utilizadas para o planejamento das atividades agrícolas, porque elas se desenvolvem melhor se utilizadas na estação certa.
Os calendários podem ser lunares, solares, luni-solares ou arbitrários. Os calendários lunares tem como referência a lua, nosso astro. Os calendários solares baseiam-se no sol e luni-solares são aqueles que utilizam uma mescla dos dois calendários. Os calendários arbitrários não seguem nem o sol, nem a lua. O calendário mais utilizado no ocidente é o Calendário Cristão gregoriano, uma evolução do Calendário Juliano. Antes do Calendário Juliano era utilizado o calendário romano que era um calendário lunar e cada mês iniciava no primeiro dia da lua nova. O Calendário Gregoriano, pode ser chamado de luni-solar pois é baseado no sol, mas tem datas baseadas na lua. Essas são as datas móveis que conhecemos. As datas móveis baseiam-se na data da Páscoa que acontece no primeiro domingo após a lua cheia eclesiástica. As datas eclesiásticas tendem seguir o tempo lunar.

O Calendário Juliano tinha um erro que fez com que no século 16 a Páscoa fosse celebrada no verão. Em 1582 o Papa Gregório XVIII estabeleceu um novo calendário para corrigir o Calendário Juliano, surgiu então o Calendário Gregoriano. Em outubro de 1582, no Brasil e em países da Europa, foram tirados 10 dias do calendário (veja o calendário de 1582) e do dia 4 de outubro passou para o dia 15 do mesmo mês. O Calendário Gregoriano, utilizado na maior parte do ocidente, tem anos bissextos, que é o acréscimo de um dia, no mês de fevereiro. Um ano é bissexto se for múltiplo de 4, exceto se esse ano for múltiplo de 400. Com essa regra o calendário gregoriano mantém por um bom tempo a sincronia com o ano tropical da Terra podendo prever as estações, mas ainda não é perfeito porque há uma diferença de aproximadamente 3 dias a cada 10 mil anos, o que gerará no futuro uma correção. Já se fala na necessidade de correção de um dia no nosso calendário por volta do ano 4000.